Stock Car – Comentários pós corrida – Cascavel 2013

domingo, 16 de junho de 2013 às 14:29

Sergio Jimenez

Diego Nunes, 4º colocado: Foi um susto enorme, pois eu estava ultrapassando o Serrinha quando ele subiu na zebra molhada e passou atravessado voando na minha frente pra bater no muro. Foi uma prova bem difícil, mas o nosso carro era competitivo e ficamos perto do pódio. Este quarto lugar confirma a evolução de nosso equipamento. O objetivo é andart sempre entre os dez primeiros daqui pra frente.

Sergio Jimenez, 8º colocado: A corrida foi boa, mas muito tumultuada. A pista molhada complica muito a vida de todos. O carro cada vez dava para enxergar menos, mas na chuva é assim mesmo. Ganhamos muitas posições e o resultado no final foi bom. Podíamos ter terminado mais para frente, mas pelo menos pontuamos.

Thiago Camilo, 9º colocado: Não havia a menor necessidade de acabar em bandeira vermelha, todo mundo já tinha passado pelo carro do Serrinha. Se encerrassem a corrida sob bandeira amarela ele não marcaria pontos e eu chegaria em sexto ou sétimo. Isso diminuiria bastante minha diferença para ele na tabela de pontos.

Valdeno Brito, 10º colocado: Foi o décimo lugar mais suado de minha carreira na Stock Car. Tive que passar um a um os carros que estavam na minha frente e foi uma corrida bem movimentada. Foi uma pena a loteria do treino classificatório, porque ficou claro que a gente tinha carro para brigar pela vitória hoje. A Shell Racing está de parabéns e fico feliz de voltar ao top-5 do campeonato com o resultado deste domingo.

Fábio Fogaça, 12º colocado: É bom voltar a pontuar, especialmente em uma corrida de condições tão adversas como essa em Cascavel. Nunca tinha feito uma prova de Stock Car na chuva e, sem dúvida, a principal característica desse tipo de corrida é a falta de visibilidade por conta da água levantada pelos outros carros e pela posição em que ficamos dentro do carro. Por isso terminar a prova na zona de pontos é um resultado bastante positivo, embora a gente saiba que poderia ter terminado entre os dez primeiros, onde eu fiquei a maior parte da corrida.

Ricardo Zonta, 14º colocado: Foi uma corrida tumultuada com várias voltas de safety car, que acabou em bandeira vermelha, mas conseguimos cumprir com nosso objetivo que era conquistar o máximo de posições possível.

Tuka Rocha, 16º colocado: A corrida foi bem complicada, em função da classificação. Na chuva o maior medo é não acabar a corrida, mas conseguimos colocar os dois carros na zona de pontuação e terminamos a corrida que é o maior desafio nessa situação. A categoria é um campeonato de regularidade e estamos buscando isso. A cada etapa está sendo de muito trabalho e aprendizado.

Galid Osman, 17º colocado: Meu carro estava excelente, fiz um monte de ultrapassagens, mas a gente tinha que andar no trilho e não deu para aproveitar todo o potencial. Ainda acabei a corrida com uns quatro ou cinco tiros do botão de ultrapassagem.

Rafa Matos, 19º colocado: Tivemos um problema. A porca da roda traseira direita quebrou. Uma falha da própria peça, nenhum erro da equipe. Infelizmente, isso atrapalhou a nossa estratégia. Eu estava avançando, ganhando posições. O carro tinha um comportamento muito bom, éramos um dos mais rápidos, mas essa quebra atrapalhou. Foi uma corrida muito conturbada, com muitas bandeiras amarelas e também não pude tirar proveito do push to pass (sistema de ultrapassagem) como gostaria. Agora o que nos resta é saber que aprendemos bastante, tanto no acerto de seco, quanto de chuva. Temos um carro competitivo em todas as circunstâncias e vamos trabalhar duro para as próximas etapas e esquecer esta.

Wellington Justino, 22º colocado: A prova aconteceu em condições pouco favoráveis e largando lá atrás é pior ainda. No começo, meu carro estava legal, mas antes da metade da prova, ele passou a ter um comportamento estranho. Cheguei a achar que tinha quebrado algo na suspensão traseira, mas acredito que foi um problema no acerto do carro mesmo. Agora é pensar em Ribeirão, uma pista que vai ser novidade pra todo mundo, trabalhar para se classificar bem e fazer uma corrida melhor.

Beto Cavaleiro, 24º colocado: Não conseguia ver nada lá atrás. A prova foi de bastante risco. Somente no final que começou a melhorar um pouco e pude andar um pouco mais rápido. Mas o fim de semana como um todo foi bom para o aprendizado, já que não tinha muito costume em andar na chuva com um Stock Car.

Átila Abreu, não terminou: Desde a primeira volta o limpador de para-brisa falhava. Depois queimou de vez. Na sequência quebrou o sistema de direção. Comecei a perder rendimento, mas mesmo assim lutei enquanto era possível brigar entre os 20. Aí o carro ficou cada vez mais lento e a visibilidade estava péssima. Não conseguia enxergar nada e ficou muito perigoso. Foi um final de semana frustrante. Agora temos bastante tempo para trabalhar visando a segunda metade da temporada. A próxima corrida é em Ribeirão Preto, onde tradicionalmente andamos bem. É o cenário ideal para começar a reação. Nossa meta era lutar pelo título, a exemplo do ano passado. Nossa posição no campeonato é muito pouco após 50% do ano. Sei do potencial da equipe Mobil Super Pioneer Racing e agora tem oito semanas para trabalharmos. Confio na reação da equipe.

Felipe Lapenna, não terminou: Estava vindo em um ritmo bem legal, trocando ‘push’ com o Fábio Fogaça. Em certo momento abri cerca de 1s, mas ele usou o sistema na reta que antecede a de chegada e tentou disputar a curva final comigo. Ele mergulhou e bateu em mim. Foi uma pena pois acabou com a minha corrida. Acredito que daria para chegar em sexto e terminar mais uma vez no top-10.

Rodrigo Pimenta, não terminou: No mesmo momento, fiquei sem o limpador e sem o radiocomunicador. Então, não tive como avisar a equipe para providenciar outra peça. Se eu tivesse conseguido avisar com antecedência, perderia pouco tempo no box. Como fiz isso apenas quando cheguei, perderíamos, no mínimo, mais duas voltas. Ou seja: não valeria a pena, e ainda colocaríamos o equipamento em risco. Uma pena, porque o carro estava muito bom e certamente faríamos mais alguns pontinhos. Mas abandonar foi o mais correto mesmo.

Denis Navarro, não terminou: Foi uma pena ter um problema antes da largada. Mas o oitavo tempo no classificatório mostra uma evolução do time. Bola para frente e vamos para a próxima.

Popó Bueno, excluído: A corrida começou bem difícil para mim. Não tinha aderência com os pneus, que não estarem aquecendo na pista molhada, e com isso perdi várias posições nas primeiras voltas. Depois, consegui encontrar bom ritmo. Tivemos problemas de direção nos treinos, mas na corrida o problema foi solucionado, o que nos deixa otimista para a segunda metade do campeonato.

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