Stock Car – Comentários de domingo – Curitiba 2014

domingo, 31 de agosto de 2014 às 16:28

Sergio Jimenez

Valdeno Brito, 2º/abandonou: Foi uma mistura de emoções: ao mesmo tempo em que fiquei feliz com o trabalho da equipe com o ótimo resultado, conquistando um pódio em circunstâncias muito difíceis, com forte chuva, infelizmente tivemos a pontuação pela metade, o que nos prejudica na disputa do título. Acredito que, quando retornamos à pista para disputar a corrida 2, já teríamos condições de pelo menos menos retomar a prova 1 com safety car, já que em questões de poucos minutos a gente já teria cumprido os 75%.

Allam Khodair, 3º/20º: O mais importante é que eu saio bem tranquilo daqui de Curitiba, logicamente que a chuva, nos pegou de surpresa, era para ser um final de semana no seco e com uma pontuação maior, mas fico feliz porque o carro pela primeira vez no ano esta 100% funcionando. Estamos no jogo.

Átila Abreu, 4º/8º: Foi um final de semana bem complicado. A chuva atrapalhou bastante e mostra o quanto precisa melhorar o carro da categoria em condição de pista molhada. Durante a bandeira vermelha da primeira corrida, boa parte dos carros estavam totalmente embaçados e outra metade enfrentava problema no limpador de para-brisa. O Stock já é um carro com visibilidade complicada e na chuva fica bem mais difícil. Então terminar as duas provas e manter a liderança significa sair no lucro aqui. Com o limpador de para-brisa falhando e sem enxergar direito, ocupando o primeiro no campeonato, avaliamos que era desnecessário assumir riscos e trabalhamos para chegar até o final com o carro inteiro. Agora vamos para o Velopark. É uma pista bem legal de andar e vamos com tudo. Em termos de campeonato, acredito que será apertado até o final. Com a pontuação dobrada na corrida decisiva é praticamente impossível a definição do título antes da corrida de encerramento da temporada. Só mostra o tanto que o torcedor daqui é entusiasmado com a Stock Car e nos deixa ainda mais motivados a voltar aqui na corrida final e realizar um bom espetáculo.

Sergio Jimenez, 9º/5º: Dos males o menor, pois pelo menos pontuamos nas duas e tiramos um pouquinho a diferença para o líder. Claro, não estou feliz com o resultado, o carro não me pareceu muito confortável para guiar e estava com problemas de visibilidade. Na segunda corrida, infelizmente, perdemos a oportunidade de pontuar bastante pois meu carro tinha muitos problemas de tração – que na chuva é essencial.

Diego Nunes, 13º/11º: Nem corremos nesse final de semana, nosso carro na chuva era bem razoável, mal deu para segurar a posição que eu estava, mas pelo menos fiz oito pontos, o importante foi isso, mas o final de semana foi meio nulo pela interrupção da primeira corrida mais longa.

Felipe Fraga, 15º/16º: Com pista molhada, minha expectativa era que a gente podia recuperar terreno. Temos um bom ajuste, tanto que vencemos a corrida de minha estreia em Interlagos com chuva. Mas as condições eram péssimas, impossível mesmo de guiar. Em todo caso, já que esperamos tanto na prova 1 com bandeira vermelha, acho que a gente poderia ter tido mais tempo de ação de pista, e assim a gente teria chance de ao menos tentar uma boa corrida. Ainda na hora de alinharmos o carro no grid, com pista seca, vimos que o carro melhorou bastante em relação à classificação. Nossa expectativa é alta para o Velopark, onde já fiz pole também com Brasileiro de Turismo no ano passado e é um traçado que particularmente gosto bastante.

Popó Bueno, 17º/19º: Sinceramente falando era impossível haver largada na prova 1, as condições eram péssimas, sem nenhuma visibilidade para os pilotos, o que tornava a corrida muito perigosa. Fizemos pontos apenas na primeira corrida, e ainda assim pela metade, o que é sempre ruim para o potencial de uma grande equipe como a Shell Racing. Em todo caso, vamos buscar a recuperação no Velopark, onde é fundamental voltarmos a ter um carro competitivo para largar entre os dez primeiros.

Gabriel Casagrande, 19º/10º: Nos vinte minutos da primeira prova passamos alguns apertos, com o carro tendo reações inesperadas por conta da chuva, mas eu consegui controlar. Foi uma disputa bem legal, com o Diego também. Nos respeitamos. Fizemos três ou quatro curvas lado a lado. Acabamos nos encostando um pouquinho, mas isso é normal, e o final de semana o saldo foi positive. Faltaram as voltas finais da primeira corrida que talvez a gente tivesse conquistado mais alguns pontinhos, porque o carro estava muito bom, mas decidiram encerrar por segurança, faz parte. Acredito que no Velopark vamos estar melhor ainda pra lá conseguir um excelente resultado.

Felipe Lapenna, 21º/23º: Hoje foi um dia bem atípico. A primeira corrida praticamente não existiu. Ficamos atrás do safety car e ninguém conseguiu fazer nada. Na segunda corrida consegui fazer uma boa largada, superei um ou dois concorrentes e até tinha bom ritmo, mas meu para brisa parou de funcionar e eu não enxergava nada, como não tinha tempo de reação, preferi não arriscar sem necessidade e recolhi quase no final, com o carro inteiro.

Rafa Matos, 22º/12º: Considerando a nossa posição original de largada (28º na corrida 1) posso dizer que foi bom. Na primeira corrida ninguém conseguiu fazer nada. Já na corrida 2 eu consegui ir para frente, arrisquei um pouco, fiz algumas ultrapassagens e chegamos em 12º. Salvamos alguns pontos e terminamos com o carro intacto, o que foi bem importante.

Denis Navarro, 23º/abandonou: Minhas corridas hoje foram muito complicadas, era praticamente impossível guiar o carro nestas condições. Tinha visibilidade praticamente zero e não conseguia ver os pontos de freada. Agora vamos trabalhar para melhorar para as próximas.

Lico Kaesemodel, 28º/abandonou: Fui atingido de lado por trás e até agora nem sei quem foi, como foi… Não enxergava absolutamente nada. Era a segunda relargada em nove voltas. Mantive a minha linha, a meio acelerador e olhando para o muro como referência. De repente senti um impacto bem forte na lateral traseira direita do carro, em seguida outro na lateral e ai fui jogado no muro. Só senti o impacto e depois a consequência dele: uma dor muscular forte no pescoço e ombros. Menos mal que nada de grave aconteceu, pois essa corrida largou sem o mínimo de segurança, com zero de visibilidade, todos tirando o pé no meio da reta. Poderia ter sido interrompida antes, tanto que logo após o meu acidente, imediatamente a direção de prova acionou a bandeira vermelha.

Ricardo Zonta, 31º: Foi uma corrida terrível. Não tínhamos a menor condição de completar a prova, infelizmente, sem visibilidade nenhuma me envolvi nesse acidente e não consegui voltar para a pista para a segunda corrida.

Tuka Rocha, 25º/24º: Largando no pelotão intermediário a situação é péssima. Fiz de tudo para me manter na pista e completar a prova 1, para buscar um resultado na corrida 2, mas hoje não deu. Meu limpador de para-brisa e meu motor entraram em modo de segurança e não tive condições de acabar a prova.

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