Vasseur sobre engenheiro de Hamilton: “Parem com essa história!”
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026 às 9:22
Lewis Hamilton e Frederic Vasseur
Frederic Vasseur, chefe da Ferrari, rechaçou de forma enfática qualquer sugestão de que a situação do engenheiro de corrida de Lewis Hamilton esteja desestabilizando a equipe.
Isso porque, anteriormente, Hamilton reconheceu que a ausência de um substituto definitivo para Riccardo Adami no início da temporada é “prejudicial”.
Ainda assim, Vasseur tratou de conter a narrativa. Além disso, fez questão de reforçar que o ambiente interno permanece sólido.

Cooperação forte e foco na evolução
Durante o fim de semana no Bahrain, Vasseur foi questionado diretamente sobre o tema. No entanto, rapidamente afastou qualquer clima de crise.
“Não é essa a conversa que estamos tendo”, afirmou.
Segundo o dirigente, a cooperação entre piloto, equipe e pit wall funciona bem. Além do mais, ele destacou que enxerga Hamilton confiante e motivado. Portanto, dentro da garagem, o foco está na performance – e não em ruídos externos.
Ao mesmo tempo, Vasseur sublinhou a postura do britânico. De acordo com ele, a mentalidade é clara: fazer um trabalho melhor amanhã do que hoje. Ou seja, caso existam áreas que precisem de ajustes, a Ferrari continuará a trabalhar nelas. Consequentemente, a evolução virá de maneira natural.
Além disso, o francês reiterou que Hamilton demonstrou atitude extremamente positiva diante do cenário. Assim, qualquer interpretação de instabilidade não corresponde à realidade interna.
Vasseur endurece discurso no paddock
Mesmo após a explicação inicial, o tema voltou à pauta. Porém, dessa vez Vasseur respondeu de maneira mais incisiva.
“Por favor, parem com essa história!” disparou.
Em seguida, ampliou o contexto. Atualmente, o paddock conta com 22 carros. Todos os anos, seis ou sete engenheiros novos chegam à Fórmula 1. Paralelamente, mudanças entre chefes de equipe também acontecem com frequência.
Inclusive, Vasseur lembrou que é um dos chefes mais antigos no cargo, ao lado de Toto Wolff. Ainda assim, três ou quatro chefes mudam a cada temporada. Contudo, isso nunca significou o colapso de uma estrutura.
Por fim, o francês reforçou um ponto central. Uma equipe de F1 reúne cerca de 1.500 profissionais. Portanto, o funcionamento do conjunto não depende de uma única pessoa.
Em síntese, Vasseur deixou claro que a categoria exige trabalho coletivo. “A F1 é sempre sobre a equipe. Nunca sobre um indivíduo”, concluiu.
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