Piastri reforça estrutura de apoio antes de 2026
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026 às 9:12
Mark Webber e Oscar Piastri
Manchetes na imprensa australiana indicaram que Oscar Piastri teria “rompido” com Mark Webber. Entretanto, a realidade aponta em outra direção.
Na verdade, o piloto da McLaren optou por fortalecer sua base de apoio antes da temporada 2026 da Fórmula 1. Ou seja, trata-se de expansão estratégica – e não de separação.
Além disso, os relatos indicam que Piastri recrutou o engenheiro português Pedro Matos para integrar seu núcleo pessoal. Dessa maneira, ele se reconecta a um profissional que já desempenhou papel crucial em sua formação.

Reencontro estratégico com engenheiro de confiança
Matos trabalhou com Piastri na Fórmula 4 Britânica em 2017. Posteriormente, esteve ao seu lado nas campanhas vitoriosas na Formula 3 em 2020 e Formula 2 em 2021.
Assim, a parceria já foi testada em momentos decisivos. Além do mais, Matos construiu reputação sólida dentro da Prema Racing, onde era considerado um dos engenheiros mais respeitados do programa.
Recentemente, ele deixou a equipe em meio a mudanças administrativas internas. Ainda assim, sua credibilidade técnica permaneceu intacta. Portanto, sua chegada adiciona experiência, confiança e sintonia imediata.
Engenharia oficial permanece inalterada
Enquanto isso, a estrutura oficial da McLaren não sofre alterações. Tom Stallard segue como engenheiro de corrida de Piastri.
Contudo, Matos atuará como um recurso analítico adicional. Na prática, funcionará como um “cérebro extra” para interpretar dados e otimizar a preparação ao longo dos finais de semana de GP.
Dessa forma, o australiano amplia sua capacidade de leitura estratégica. Ao mesmo tempo, mantém intacta a hierarquia técnica da equipe. Consequentemente, a integração ocorre sem ruído interno.
Contexto: frustração em 2025 e ruído das “regras papaia”
A decisão também surge após um encerramento frustrante da disputa pelo título de 2025. Pequenos erros nas etapas finais comprometeram suas chances.
Além disso, a controvérsia das chamadas “regras papaia” gerou pressão adicional no ambiente competitivo. Embora o ritmo fosse forte, detalhes fizeram diferença na reta decisiva.
Diante desse cenário, reforçar a análise técnica tornou-se passo natural. Afinal, em um campeonato equilibrado, margens mínimas definem resultados.
Webber segue peça central na gestão
Apesar dos rumores, não há indícios de afastamento de Webber. Pelo contrário, fontes indicam que ele permanece figura central na carreira do piloto.
Juntamente com sua parceira de longa data, Anne Neal, o ex-piloto continua responsável pelas decisões contratuais e estratégicas. Entretanto, com a chegada de Matos, ambos podem concentrar atenção total nessas frentes.
Assim, a divisão de responsabilidades se torna mais eficiente. Consequentemente, Piastri ganha reforço técnico sem alterar sua base de gestão.
Modelo já consolidado entre rivais
Esse tipo de estrutura personalizada já é comum no paddock da F1. Inclusive, adversários diretos adotam sistemas semelhantes.
Lando Norris, Lewis Hamilton e Fernando Alonso operam com assessores analíticos ou especialistas em performance independentes da engenharia oficial de suas equipes.
Portanto, Piastri simplesmente segue uma tendência consolidada. No entanto, há um diferencial claro: ele aposta em alguém que já conhece profundamente seu método de trabalho.
Em resumo, não houve ruptura, e sim fortalecimento estratégico. E considerando o novo ciclo técnico que se aproxima em 2026, cada detalhe pode ser determinante na luta pelo título da F1.
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