Piastri avalia testes da Fórmula 1 em Barcelona como positivos

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026 às 16:15

Oscar Piastri

Oscar Piastri saiu satisfeito de sua participação no teste da Fórmula 1 em Barcelona. O australiano marcou o segundo melhor tempo da sessão matinal no último dia de atividades e destacou a evolução do trabalho em pista. Além disso, ele ressaltou a importância de acumular voltas para entender melhor o comportamento do carro de 2026.

Durante a manhã final, Piastri completou 79 voltas no Circuito de Barcelona-Catalunya. Segundo informações apuradas no paddock, ele terminou cerca de oito décimos atrás de Charles Leclerc, que fechou o período como o mais rápido do dia. Mesmo assim, o piloto da equipe McLaren considerou o rendimento consistente.

Ritmo consistente marcou o último dia

Em entrevista ao site F1.com, Piastri fez uma avaliação positiva da sessão. Para ele, o dia foi mais produtivo do que os anteriores, principalmente pela regularidade. “Foi bom, foi legal conseguir dar voltas consistentes nesta manhã. Foi um dia muito mais tranquilo do que os dois primeiros que tivemos, o que foi positivo”, afirmou.

Na sequência, o australiano explicou que conseguiu entrar em um bom ritmo ao longo da sessão. “Entrei em um ritmo bem interessante e consegui começar a sentir como o carro realmente é, o que foi bom”, disse. Segundo Piastri, o foco esteve em testar diferentes abordagens. “Tentamos algumas coisas para ver como podemos melhorá-lo. É basicamente rodar com configurações e ajustes diferentes para entender como será nos fins de semana de corrida. No geral, acho que foi uma manhã bastante bem-sucedida.”

Quero ser VIP

Adaptação aos carros de 2026 ainda exige trabalho

Apesar do alto número de voltas, Piastri deixou claro que ainda há muito a ser feito. Ele destacou que a equipe precisa aprofundar o entendimento tanto do acerto quanto das diferenças técnicas em relação aos carros do ano passado. Segundo o piloto, o foco em desempenho absoluto ainda está distante.

“Definitivamente ainda há muito a aprender, especialmente do lado da unidade de potência, sobre como extrair o máximo e como ser o mais rápido possível”, explicou. Em seguida, ele detalhou os desafios encontrados. “Ainda existem muitas coisas para entender, mas acho que começamos a compreender alguns dos problemas, das limitações e de alguns aspectos que são simplesmente diferentes em comparação ao ano passado, tanto na unidade de potência quanto no carro.”

Menor carga aerodinâmica é principal mudança

Por fim, Piastri apontou a redução da carga aerodinâmica como um dos maiores desafios iniciais. Segundo ele, essa característica muda de forma significativa a sensação ao volante e exige um processo de adaptação cuidadoso ao longo da pré-temporada.

“Obviamente, o carro tem muito menos carga aerodinâmica do que tínhamos no ano passado. Então, se acostumar com isso e com a sensação que ele transmite tem sido a principal coisa que começamos a trabalhar”, concluiu o australiano, ainda focado na fase de aprendizado dos testes da Fórmula 1.

EB - www.autoracing.com.br

Tags
, , , , , , , , , , ,

ATENÇÃO: Comentários com textos ininteligíveis ou que faltem com respeito ao usuário não serão aprovados pelo moderador.