Palmer aponta Russell como sucessor ideal de Verstappen

domingo, 12 de julho de 2026 às 10:25

George Russell

Jolyon Palmer acredita que George Russell seria a escolha mais lógica da Red Bull caso Max Verstappen deixe a equipe ao fim da temporada. Para o ex-piloto da Renault, contratar o britânico seria uma decisão praticamente inevitável. Dessa forma, a equipe teria um piloto experiente para ocupar a vaga do tetracampeão mundial caso ele realmente siga outro caminho na Fórmula 1.

Segundo Palmer, o substituto de Verstappen dependerá diretamente do destino escolhido pelo holandês. Ainda assim, Russell aparece entre os principais candidatos ao cockpit da Red Bull. Além dele, Lando Norris e Oscar Piastri também fazem parte da lista de nomes mais fortes para assumir a vaga.

Futuro de Verstappen segue cercado de especulações

As dúvidas sobre a permanência de Verstappen dominaram boa parte da temporada de 2026. Embora o holandês tenha contrato com a Red Bull até o fim de 2028, uma cláusula de desempenho pode permitir sua saída já no encerramento deste campeonato.

Essa possibilidade existe porque Verstappen chegará à pausa de verão fora das duas primeiras posições no Mundial de Pilotos. Assim, a cláusula de rescisão prevista em seu contrato poderá ser acionada.

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Palmer vê Russell como opção natural

Na avaliação de Palmer, Russell reúne todas as características para assumir o lugar de Verstappen. Por isso, o ex-piloto considera a contratação uma decisão bastante simples.

“Se Max sair, George Russell seria uma escolha completamente óbvia. Para mim, essa contratação não exigiria qualquer tipo de dúvida.”

Ao mesmo tempo, Palmer ressaltou que tudo dependerá do destino escolhido por Verstappen. Portanto, qualquer movimentação da Red Bull passará, antes de tudo, pela definição do futuro do holandês.

Temporada aumenta desgaste de Verstappen

Enquanto as especulações aumentam, Verstappen demonstra cada vez mais insatisfação com a temporada da Red Bull. Ao longo do campeonato, o holandês enfrentou sucessivos problemas mecânicos e perdeu competitividade em momentos importantes.

Além disso, o tetracampeão sofreu dois acidentes em alta velocidade em finais de semana consecutivos. Ambos aconteceram por causa de um problema recorrente na asa traseira, que o próprio piloto classificou como “extremamente perigoso”.

Por outro lado, as dificuldades da Red Bull não se limitaram à confiabilidade. A equipe também enfrentou divergências sobre o acerto do carro e perdeu nomes importantes de sua estrutura. Entre eles está o ex-chefe Christian Horner, que deixou o cargo em julho do ano passado.

Como consequência, o ambiente na Red Bull mudou de forma significativa. Assim, a equipe vive uma realidade bem diferente daquela que levou Verstappen aos quatro títulos mundiais consecutivos.

EB - www.autoracing.com.br

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