Norris terá a superlicença mais cara em 2026
domingo, 4 de janeiro de 2026 às 11:30Como funciona o custo da superlicença
Lando Norris terá o maior valor de superlicença da Federação Internacional de Automobilismo em 2026. Isso acontece porque, portanto, ele foi o piloto que mais somou pontos na temporada 2025. Durante quatro anos seguidos, Max Verstappen liderou essa lista. No entanto, desta vez, o holandês terminou apenas dois pontos atrás do britânico. Logo, a conta mais alta mudou de mãos.
Todos os pilotos da Fórmula 1 pagam uma taxa anual para manter a licença que autoriza sua participação no auge do automobilismo. Além disso, o valor cresce conforme o desempenho. Dessa forma, quanto mais pontos um piloto conquista, maior será o custo. Assim, os líderes do campeonato acabam pagando cifras milionárias.
O cálculo tem duas partes bem definidas. Primeiro, existe uma taxa fixa de 11.842 euros — equivalente a cerca de 75.340 reais na cotação atual. Esse valor permanece igual para todos os pilotos. Portanto, Valtteri Bottas, Sergio Pérez e o novato Arvid Lindblad pagarão somente essa taxa.
Além disso, cada ponto marcado em 2025 custa 2.392 euros, algo em torno de 15.217 reais. Assim, Franco Colapinto também pagará apenas o valor base, já que ele não somou pontos. Por outro lado, pilotos como Norris, Verstappen e Oscar Piastri precisam lidar com contas bem mais elevadas. Consequentemente, os valores para o topo do grid se aproximam — e até ultrapassam — a marca de R$ 6 milhões.
É importante destacar outro ponto. As equipes são responsáveis pelo pagamento. Ou seja, o custo não sai diretamente do bolso do piloto. Além disso, o valor não entra no limite orçamentário. Portanto, isso não afeta o desenvolvimento técnico dos carros.

Valores aproximados por piloto em 2026 (em reais)
Usando a cotação média de 6,36 reais por euro, temos:
1. Lando Norris — 423 pts — R$ 6.511.207
2. Max Verstappen — 421 pts — R$ 6.482.061
3. Oscar Piastri — 410 pts — R$ 6.357.731
4. George Russell — 319 pts — R$ 4.941.970
5. Charles Leclerc — 242 pts — R$ 3.763.087
6. Lewis Hamilton — 156 pts — R$ 2.450.182
7. Kimi Antonelli — 150 pts — R$ 2.373.439
8. Alexander Albon — 73 pts — R$ 1.179.841
9. Carlos Sainz — 64 pts — R$ 1.055.215
10. Fernando Alonso — 56 pts — R$ 924.815
11. Nico Hülkenberg — 51 pts — R$ 842.080
12. Isack Hadjar — 51 pts — R$ 842.080
13. Oliver Bearman — 41 pts — R$ 677.897
14. Liam Lawson — 38 pts — R$ 628.246
15. Esteban Ocon — 38 pts — R$ 628.246
16. Lance Stroll — 33 pts — R$ 545.799
17. Pierre Gasly — 22 pts — R$ 363.509
18. Gabriel Bortoleto — 19 pts — R$ 313.859
19. Franco Colapinto — 0 pts — R$ 75.340
Arvid Lindblad — R$ 75.340
Sergio Pérez — R$ 75.340
Valtteri Bottas — R$ 75.340
Os valores aparecem arredondados. Assim, a leitura fica mais simples e direta.
Conclusão
Portanto, Norris termina o ciclo recente não apenas como protagonista na pista, mas também como o piloto com a licença mais cara do grid. Verstappen surge logo atrás. Piastri completa o trio de valores milionários. Ainda assim, o sistema permanece atrelado ao desempenho esportivo. Dessa forma, a Federação Internacional de Automobilismo reforça a relação direta entre performance e custo.
Por fim, resta observar como esse cenário evoluirá para 2026. Afinal, o equilíbrio esportivo permanece em constante transformação.
Charles Leclerc, comentar formula 1, custos f1, fia, formula 1, george russell, lando norris, max verstappen, mclaren, oscar piastri, pilotos f1, pontos F1, red bull, Superlicença FIA
ATENÇÃO: Comentários com textos ininteligíveis ou que faltem com respeito ao usuário não serão aprovados pelo moderador.
