Krack nega tensão entre Aston Martin e Honda na F1
domingo, 5 de abril de 2026 às 10:45
Aston Martin
O dirigente da Aston Martin, Mike Krack, negou qualquer tensão com a Honda após o início complicado da temporada. Segundo ele, a relação entre as partes segue positiva.
A equipe enfrentou dificuldades significativas nas primeiras corridas. O principal problema envolve uma vibração extrema no motor, que levantou preocupações sobre a saúde dos pilotos e impediu a conclusão de corridas até a etapa do Japão.
Gesto no Japão gerou especulações
Durante o fim de semana em Suzuka, um gesto chamou atenção. Lawrence Stroll, dono da equipe, foi visto cumprimentando Koji Watanabe no grid. Isso gerou especulações sobre uma possível reconciliação entre as partes.
Ainda assim, não houve qualquer conflito público relevante. Por outro lado, declarações anteriores alimentaram dúvidas sobre o alinhamento técnico. Adrian Newey afirmou não conhecer totalmente a experiência recente da Honda após seu retorno à categoria. Já Watanabe considerou aceitável o nível de vibração antes da integração com o novo carro.
Mesmo com esse contexto, Krack minimizou qualquer interpretação de crise. Para ele, o relacionamento segue baseado em respeito e colaboração.
“Não houve necessidade de fazer as pazes, porque temos uma boa relação. Viemos aqui sabendo que esta é a corrida em casa do nosso parceiro.”
Além disso, ele destacou o esforço da Honda para resolver os problemas enfrentados pela equipe. Segundo Krack, isso reforça o respeito mútuo entre as partes.
“Temos muito respeito pela Honda e vimos o quanto de trabalho foi feito nos problemas que estamos enfrentando. Então, também foi uma questão de respeito para nós tentar tudo o que pudemos para terminar a corrida.”
Por fim, o dirigente reforçou que o diálogo entre equipe e fornecedora de motores segue constante. Dessa forma, ele afastou qualquer ideia de conflito interno.
“Discutimos isso antes, como discutimos ao longo da semana e continuaremos discutindo. Então não há necessidade de fazer as pazes, porque não há problemas.”