F1 – Renault: Red Bull vai usar o alternador novo no GP do Brasil

Red Bull - Mark Webber no GP dos EUA

A Renault vai trocar o alternador da Red Bull para a mais nova especificação para a corrida decisiva no Brasil, após o fracasso de Mark Webber no GP dos EUA.

Webber sofreu uma falha de alternador pela terceira vez no ano, desta feita quando era o terceiro colocado.

Esse problema está causando alvoroço na Red Bull, o bastante para que a Renault – fornecedora de motor – tenha decidido definitivamente trocar o alternador para a nova especificação, no confronto deste fim de semana em Interlagos.

O chefe de operações de pista da Renault, Remi Taffin, falou sobre os planos para o Brasil: “É muito simples, nós vamos para a nova especificação. Ela passou em todos os testes…”

A Red Bull optou em não usar a nova especificação em Austin, que foi usada por outras equipes Renault, porque se sentia mais segura usando a especificação mais velha, que nas últimas corridas não tinha apresentado problemas.

Quando perguntado por que a decisão tinha sido feita se as unidades mais recentes tinham passado por todos os testes de confiabilidade, Taffin disse: “Porque eles são seres humanos e, em algum momento, como seres humanos que têm seus próprios sentimentos.”

“Foi uma decisão conjunta, então colocamos tudo na mesa e decidimos em conjunto que devíamos ir por aquele caminho. Tínhamos tudo para usar tanto o desenho antigo quanto o novo.”

“Mas o sentimento era geral que havia algum sentido em continuar usando algo que já sabemos há anos como funciona, mesmo tendo uma nova solução que tinha passado por todos os testes.”

“Talvez seja um pouco difícil de entender, mas coloque-se na situação em que você tenha que tomar a decisão.”

“Às vezes você entra em uma loja e tem duas coisas diferentes. Sua cabeça diz que você deve comprar um presente, mas seu coração diz que você deve comprar o outro.”

Taffin acrescentou que o fato de outras equipes da Renault terem usado com sucesso a especificação mais recente do alternador, significa que a Red Bull não deve se preocupar com a confiabilidade para o Brasil.

“Este é o primeiro domingo que foi utilizado, mas agora já temos 2.000 quilômetros de testes em pista e dinamômetro, então não há nada mais a fazer antes de colocá-lo no carro.”

AS - www.autoracing.com.br

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