Dupasquier: F1 pode sobreviver sem motores grandes e barulhentos

GP do Azerbaijão

A F1 pode sobreviver sem os grandes motores e sons do passado. Essa é a opinião de Pierre Dupasquier, o ex-chefe da Michelin, que estava na F1 no auge dos V10 e da guerra de pneus há mais de uma década.

Cinco anos depois da polêmica era “híbrida”, a Liberty Media, dona da F1, está tentando tornar a categoria mais barulhenta para 2021. Mas Dupasquier disse que a nova geração se ajustará à era moderna.

“Os jovens estão em outra categoria”, disse ele ao jornal francês Auto Hebdo. “Com os consoles de videogame eles estão se acostumando com algo diferente e estão vendo carros híbridos e elétricos diariamente também. Eles vão acabar se perguntando por que um carro de F1 faz tanto barulho”.

De fato, ele disse que retroceder ao passado seria o passo errado para a Fórmula 1. “Ninguém entenderia essa velha máquina em uma época em que os carros de rua têm toda a elegância moderna”, acrescentou Dupasquier.

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