Craig Slater em Detroit sobre a parceria Red Bull Ford e muito mais…
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026 às 19:43
Craig Slater – Sky F1
Atualmente, a parceria Red Bull Ford gera grande expectativa no setor automobilístico mundial. Craig Slater destaca que o clima de inverno em Detroit contrasta com o ambiente aquecido da Ford. Com efeito, a equipe Red Bull projeta uma imagem de confiança e parece bastante relaxada. Isso é significativo porque falta pouco para a maior revolução técnica deste esporte.
Além disso, fontes indicam que a unidade de potência para 2026 atinge marcos cruciais agora. Existia e ainda existe muito ceticismo sobre a capacidade da Red Bull Powertrains competir com marcas centenárias. Entretanto, a mensagem atual é que o motor cumpre integralmente as interpretações da FIA. O foco principal reside na complexa entrega de energia elétrica do novo regulamento.
O desenvolvimento tecnológico da unidade de potência
Certamente, a Red Bull entende que rivais pediram esclarecimentos sobre o design do seu motor. Contudo, fontes graduadas em Detroit afirmam que eles não possuem grandes preocupações técnicas. Eles acreditam que o motor segue as regras e possui ótima integração com o chassi. Por consequência, esse trabalho simultâneo dará a eles uma vantagem de embalagem exclusiva.
Inegavelmente, essa confiança é vital para Max Verstappen, que observa atentamente cada dado técnico. Por outro lado, Laurent Mekies e Jim Farley afirmam que o “Projeto Everest” está no topo da montanha. O objetivo deste evento hoje em Detroit é silenciar críticos sobre a ausência da Honda. Assim, a infraestrutura atual pode manter a equipe na frente em 2026.

Os pilares técnicos apresentados pela Ford em Detroit
Em suma, a parceria Red Bull Ford foca em pontos específicos da tecnologia híbrida atual. A Ford utiliza sua expertise em veículos elétricos para auxiliar na parte elétrica do motor. Desse modo, a nova divisão de potência será de quase 50/50 entre combustão e eletricidade. O software de gerenciamento busca evitar a queda de potência, o famoso clipping. E esse é o fator mais importante nas UPs atuais.
Ademais, eles focam na conformidade regulatória para o uso de combustível totalmente sustentável. Essa é uma exigência obrigatória que mudará o comportamento dos motores de combustão interna. Por exemplo, as dúvidas de rivais como Mercedes e Ferrari focam em brechas técnicas específicas. O status de novo fabricante permitiu benefícios financeiros para a Red Bull.
A polêmica do status de novo fabricante na FIA
De fato, a Red Bull Powertrains recebeu benefícios por ser considerada uma entidade nova. Isso permitiu mais gastos e mais horas de testes em bancadas de laboratório. A Ferrari argumentou que houve herança de propriedade intelectual da Honda no processo. Todavia, a FIA aceitou que o projeto de 2026 partiu de um papel em branco total.
Igualmente, existe um receio sobre o gerenciamento de energia e o efeito paraquedas. Rumores sugeriam que o motor enfrentaria dificuldades para carregar a bateria em pistas longas. Por esse motivo, Craig Slater menciona que a Red Bull disse que otimizou essa entrega via software. As rivais questionaram se esse sistema não viola as regras de auxílio eletrônico.
Diferenças estratégicas entre os projetos da Red Bull e Audi
Portanto, o design da câmara de combustão e a taxa de compressão também passaram por escrutínio. A Red Bull afirma estar relaxada porque submeteu o design aos delegados da FIA previamente. O motor foi considerado legal pelas autoridades competentes. Em Detroit, o foco permanece na química de células e nos inversores de potência.
Em contraste, a comparação entre Red Bull Ford e Audi revela estratégias de desenvolvimento distintas. A Red Bull utiliza uma parceria técnica onde a Ford foca na parte elétrica. Já a Audi centraliza todo o desenvolvimento em Neuburg, na Alemanha. Conforme anunciado, a marca alemã já possui o motor completo rodando em dinamômetro desde o ano passado.
Cultura de vitória e integração entre motor e chassi
Sob o mesmo ponto de vista, o desafio da Audi reside na integração com a estrutura da ex-equipe Sauber. A Red Bull Ford possui a vantagem de projetar motor a combustão e chassi em salas vizinhas. Isso permitiria um refinamento aerodinâmico que a Audi pode demorar para conseguir atingir. Em resumo, a Red Bull prioriza a entrega constante de energia para evitar perdas de performance.
Finalmente, a Audi foca na eficiência térmica extrema do seu motor de combustão interna. Eles tentam compensar qualquer gap elétrico com um motor a combustão muito mais potente. O diferencial final reside na vasta experiência na F1 da operação em Milton Keynes. No paddock, acredita-se que a Red Bull terá vantagem inicial por sua cultura vencedora.
Por outro lado, a a Audi possui um teto de desenvolvimento maior a longo prazo devido ao seu histórico em competições de resistência em Le Mans, onde já venceu várias vezes usando motores híbridos.

Audi R18 E-tron quattro-2012 em Le Mans
A Audi venceu Le Mans com tecnologia híbrida em três anos consecutivos: 2012, 2013 e 2014. O modelo utilizado foi o Audi R18 e-tron quattro. Esse carro combinava um motor diesel V6 TDI que movia as rodas traseiras com um sistema de recuperação de energia que alimentava motores elétricos no eixo dianteiro.
A vitória de 2012 foi um marco histórico porque provou que sistemas híbridos eram confiáveis o suficiente para aguentar 24 horas de punição extrema em ritmo de corrida. Naquela época, a Audi derrotou a Toyota, que também estava começando sua jornada híbrida no endurance.
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