Caso Adrian Sutil tem nova reviravolta com acusação grave
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026 às 16:45O caso envolvendo o ex-piloto da Fórmula 1 Adrian Sutil ganhou um novo e sério desdobramento, após surgirem detalhes sobre uma suposta tentativa de extorsão contra o alemão. As informações adicionam uma camada ainda mais complexa a um processo que já vinha chamando atenção fora das pistas.
Sutil foi preso há algumas semanas no contexto de uma operação internacional. As autoridades o colocaram sob custódia por suspeitas de fraude e apropriação indébita, acusações que seguem sob investigação.
No mês passado, o advogado Dirk Schmitz afirmou que Sutil permanece em prisão preventiva na Alemanha. Segundo ele, a principal razão é o fato de o ex-piloto não possuir residência fixa no país, já que vive em Mônaco.
Ainda de acordo com Schmitz, Sutil sustenta que nenhum prejuízo financeiro foi causado a terceiros até o momento. Essa versão segue como um dos pilares da defesa apresentada.

Acusação de extorsão envolve ameaças e carros milionários
O caso tomou outro rumo após o surgimento de uma acusação considerada extremamente grave. Segundo as novas alegações, Adrian Sutil teria sido alvo de um esquema de extorsão, que incluía ameaças diretas à sua família.
A situação, conforme relatado, teria resultado na entrega de diversos veículos ultraexclusivos, avaliados em aproximadamente 17 milhões de euros no total. A coleção supostamente envolvida chama atenção pelo nível de raridade.
Entre os carros citados estão um Rolls-Royce Phantom, uma Ferrari California, um Koenigsegg Regera e um Koenigsegg One:1. Além disso, a lista inclui um Mercedes 600 histórico, conhecido por ter pertencido a Elvis Presley.
Advogado relata ameaça direta e explícita
Em declaração à revista Auto Motor und Sport, Dirk Schmitz descreveu o teor da suposta intimidação sofrida por Sutil.
“A mensagem era clara: os carros saem, ou então”, afirmou o advogado. Em seguida, ele destacou a dificuldade de ocultar veículos desse nível. “Esses carros são tão únicos que dificilmente passam despercebidos”, reforçou.
Segundo o relato, a suposta extorsão teria começado com uma ligação telefônica anônima. O autor da chamada teria se identificado como Vladimir e alegado ligação com o Grupo Wagner, organização militar privada russa.
As autoridades seguem analisando todas as frentes do caso. Enquanto isso, o nome de Adrian Sutil volta ao centro das atenções da Fórmula 1, agora por motivos completamente distantes do automobilismo.
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