Cadillac ficaria decepcionada com último lugar em 2026
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026 às 9:18
Sergio Perez
Sergio Perez reconhece que a Cadillac pode enfrentar um início complicado na Fórmula 1. Ainda assim, o mexicano deixou claro que terminar a temporada de 2026 no fundo do grid não faz parte dos planos da equipe.
A declaração surgiu logo após a Cadillac revelar sua pintura durante um comercial exibido no Super Bowl. Com isso, a marca americana marcou oficialmente sua chegada à categoria.
Perez afasta cenário de último lugar no grid
Em entrevista à Reuters, Perez foi direto ao comentar a possibilidade da Cadillac fechar o campeonato na última posição. Segundo o piloto, esse tipo de resultado não condiz com a realidade do projeto.
“Definitivamente, não temos essa mentalidade”, afirmou o mexicano. “Principalmente com o nível de investimento que já foi colocado”.
Além disso, Perez reforçou que uma performance tão fraca geraria frustração interna. Portanto, mesmo com expectativas realistas, a equipe busca algo além da sobrevivência.
“Ficar em último seria uma grande decepção”, destacou. “Sabemos que não vamos vencer o campeonato, porém queremos evoluir bastante e superar algumas equipes”.

Cadillac estreia na F1 em 2026 com motor Ferrari
A Cadillac, respaldada pela General Motors, entrará na F1 em 2026 como a 11ª equipe do grid. Para isso, o projeto utilizará unidades de potência fornecidas pela Ferrari.
Apesar disso, o cenário inicial parece desafiador. Embora a equipe tenha recrutado profissionais de estruturas consolidadas, rumores no paddock indicam dificuldades técnicas.
Atualmente, segundo essas informações, Cadillac e Audi, as duas novas participantes da nova era de motores, aparecem entre os pacotes mais lentos do grid. Ainda assim, a expectativa interna segue focada em progresso constante.
Retorno de Perez traz sensação de projeto familiar
Aos 36 anos, Sergio Perez retorna à F1 após um ano fora do grid, tendo deixado a Red Bull no fim de 2024. Curiosamente, o mexicano descreveu o novo desafio como algo bastante familiar.
“É como reunir a banda novamente”, disse.
Isso porque Perez trabalhará com Carlo Pasetti, seu engenheiro de corrida nos tempos de Racing Point. Além disso, ele destacou a diversidade de experiências dentro da estrutura da Cadillac.
“Essa equipe contratou pessoas de praticamente todas as outras pelas quais passei”, explicou. “Por isso, essa estrutura tem capacidade de ir muito longe. Com o tempo, vai se tornar uma equipe muito importante na F1”.
Bottas pede paciência no início do projeto
Enquanto isso, Valtteri Bottas adotou um discurso mais cauteloso. O finlandês concorda que o início pode ser complicado, mesmo com o impacto fora das pistas.
Afinal, o lançamento da pintura da Cadillac ocorreu durante o Super Bowl. Como resultado, a ação publicitária deve ter alcançado mais de 120 milhões de espectadores.
“Estou preparado para um início difícil”, admitiu Bottas. “Claro que quero começar bem. No entanto, se isso não acontecer, precisamos aceitar a situação e trabalhar a partir daí”.
Dessa forma, a Cadillac inicia sua trajetória na F1 cercada de expectativa, pressão e ambição. Agora, resta saber quão rápido esse projeto conseguirá transformar investimento em desempenho real na pista.
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