Bernie Ecclestone nega prisão após caso com espingarda
terça-feira, 8 de setembro de 2026 às 9:18
Bernie Ecclestone
Bernie Ecclestone, ex-chefe da Fórmula 1, negou ter sido preso pela polícia em Portugal após sua chegada a um aeroporto com uma espingarda.
O jornal português Correio da Manhã informou que o britânico de 95 anos enfrentou uma detenção durante uma operação de rotina no Aeródromo de Tires, em Cascais. Na ocasião, Ecclestone chegou ao local em um jato particular vindo da Suíça.
Posteriormente, os jornais Bild e De Telegraaf também classificaram o episódio como uma prisão. No entanto, Ecclestone contestou essa versão ao falar com a Press Association.
“Não”, respondeu o ex-dirigente ao ser questionado sobre uma possível prisão. “Os policiais foram muito prestativos e fizeram tudo o que podiam para evitar que tivéssemos de fazer o que precisávamos”.
Quero ser VIPEcclestone levou espingarda para competição
Segundo Ecclestone, ele levou a espingarda para Portugal porque pretendia participar de uma competição de tiro ao prato.
Entretanto, a falta da documentação exigida para a arma gerou o problema no aeroporto. Os funcionários questionaram especificamente a ausência do chamado “livro azul” da espingarda.
“Eles disseram: ‘Onde está o livro azul da arma?'” relatou Ecclestone. “E eu respondi: ‘Não sei. Nunca ouvi falar de um livro azul em toda a minha vida'”.
Por causa da questão documental, Ecclestone passou cerca de uma hora conversando com funcionários da alfândega e quatro policiais.
Depois disso, ele entregou a espingarda às autoridades. Assim, segundo seu próprio relato, o caso terminou sem uma prisão.
Ecclestone enfrentou caso semelhante no Brasil
Ecclestone já enfrentou uma situação semelhante durante uma viagem ao Brasil.
Em 2022, autoridades brasileiras detiveram o ex-chefe da F1 depois que encontraram uma arma de fogo em sua bagagem. Naquele momento, Ecclestone se preparava para viajar em um jato particular com destino à Suíça.
Posteriormente, ele pagou 6 mil reais às autoridades brasileiras. Depois do pagamento, as autoridades permitiram que Ecclestone deixasse o país e continuasse sua viagem.
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