A Red Bull Racing não quer mais criar inimigos na Fórmula 1
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026 às 20:16
Laurent Mekies – Red Bull
A Red Bull Racing busca parar de criar inimigos na Fórmula 1. Segundo Laurent Mekies, agir de forma hostil não condiz com o espírito da Red Bull. Atualmente, a organização compreende que o ambiente da Fórmula 1 exige competitividade extrema. No entanto, o clima interno não deve ser agressivo com os rivais. Afinal, todos são adversários esportivos e não inimigos.
Essa mudança ficou muito clara após a saída de Christian Horner do comando. Toto Wolff, atual chefe da equipe Mercedes, celebrou essa nova fase de diálogo. Ele afirmou que agora consegue conversar normalmente com a liderança da equipe austríaca. Outros rivais também compartilham esse sentimento positivo recentemente. Muitos competidores tiveram problemas sérios com o antecessor de Mekies no passado.
A nova postura da Red Bull com Laurent Mekies
Wolff revelou detalhes sobre a primeira reunião da Comissão de F1 com o novo dirigente. Na ocasião, o francês garantiu que a equipe não quer novos conflitos desnecessários. Mekies deseja que a marca volte a ser vista como um grupo divertido. Portanto, ele rejeita o rótulo de equipe odiada pelos fãs e pelos seus adversários.

Um exemplo prático surgiu durante o famoso teste da fita no grid de largada. Anteriormente, a equipe removeu uma marcação da McLaren feita para o piloto Lando Norris. Esse fato ocorreu inicialmente durante o GP dos Estados Unidos. Naquela prova, um mecânico se atrasou ao tentar retirar o adesivo da rival.
Mekies foi enfático ao proibir tais atitudes antidesportivas daqui para frente. Antigamente, a gestão de Christian Horner e Helmut Marko ignorava limites éticos para buscar a vitória. Hoje, a liderança adota uma abordagem muito mais profissional e respeitosa com todos.
O foco na essência das corridas
O site GP blog questionou Mekies sobre essa escolha consciente de gestão. O chefe explicou que o esporte é incrivelmente desafiador para os envolvidos. Por isso, os profissionais precisam gostar do trabalho para serem competitivos. O lema atual foca em trabalhar duro e manter a diversão constante.
Para ele, a organização deve personificar a pura essência das competições. O objetivo central é focar no desempenho sem distrações externas ou ruídos políticos. A prioridade máxima é fazer com que os carros sejam os mais velozes na pista.
Certamente essa mentalidade devolveu a alegria interna ao grupo de funcionários. Desde a chegada do novo chefe, a organização opera em total harmonia novamente. Essa união quase gerou uma virada histórica no campeonato mundial de pilotos. Max Verstappen terminou apenas dois pontos atrás de Lando Norris na tabela. O holandês chegou a estar 104 pontos atrás do então líder Piastri.
A convivência com a concorrência também ficou mais simples e produtiva. Zak Brown, da McLaren, demonstra muito mais amizade com Mekies do que com o antigo gestor. Fred Vasseur, da Ferrari, também voltou a ter relação bastante cordial com a cúpula da equipe austríaca.
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