Lawson explica por que desistiu do Q3 nos EUA
sábado, 24 de outubro de 2026 às 20:42
Liam Lawson
Liam Lawson explicou por que decidiu não marcar tempo no Q3 da classificação para o GP dos Estados Unidos de Fórmula 1.
O piloto da Racing Bulls avançou à fase final no Circuito das Américas, assim como seu companheiro de equipe Arvid Lindblad, mas deixou o carro antes de iniciar uma volta rápida. A decisão teve relação direta com a estratégia para a corrida.
Como Lindblad já carregava uma punição no grid por troca de um componente da unidade de potência, a Racing Bulls considerou que o P9 e o P10 representavam o melhor resultado possível para a equipe. Assim, Lawson poupou pneus para a corrida.
“Eu adoraria ter tentado no Q3. Na verdade, chegamos lá com dois jogos de pneus, o que não é normal para nós”, disse Lawson à imprensa.
O neozelandês explicou que os pneus extras poderiam fazer diferença em uma disputa direta com equipes como Alpine e Audi. Entretanto, a punição de Lindblad mudou a avaliação da Racing Bulls.
“Em uma situação normal, se estivéssemos brigando com uma Alpine ou Audi, ter esses dois jogos seria ótimo”.
“Eu adoraria ter tentado, mas considerando que Arvid tem uma punição, vamos largar em nono e 10º de qualquer maneira. Simplesmente não fazia sentido. Agora temos muitos pneus disponíveis para amanhã”.
Quero ser VIPLawson admite frustração por não participar do Q3
Apesar de compreender a lógica da equipe, Lawson admitiu que ficou frustrado por não ter a oportunidade de buscar uma volta rápida na fase decisiva da classificação.
O piloto largará em P9 no domingo e tentará marcar mais pontos para a Racing Bulls, que busca se aproximar do quinto lugar no campeonato de construtores.
Lawson também revelou que pediu à equipe para participar do Q3, mas recebeu uma resposta negativa.
“Vou ser sincero: eu disse que queria ir para a pista, mas eles disseram que não”, contou.
“É um pouco frustrante para um piloto, principalmente porque tivemos um fim de semana muito forte até agora. O carro esteve muito bom”.
O neozelandês destacou ainda a consistência demonstrada nas fases anteriores. No Q1, conseguiu avançar com tranquilidade usando apenas um jogo de pneus. Já no Q2, encontrou mais dificuldades.
“No Q1, passamos com tranquilidade usando apenas um jogo. O Q2 foi um pouco mais complicado, para ser sincero. Chegar ao Q3 com dois jogos de pneus teria sido muito divertido”, concluiu.
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