Matheus Comparatto e Felipe Baptista vencem prova de 300 km na estreia da Porsche Cup Brasil em Brasília
sábado, 3 de outubro de 2026 às 18:00Depois de 600 km de muita ação nas duas primeiras etapas do campeonato de endurance da Porsche Cup Brasil C6 Bank as duas tripulações líderes vão para a decisão do título em Interlagos rigorosamente empatadas. Formada por Matheus Comparatto e Felipe Baptista, a dupla do Porsche #118 largou na pole, liderou o primeiro segmento e foi a primeira a ver a bandeira quadriculada na prova de 300 km que marcou a estreia de Brasília na história do evento. Durante a corrida toda, eles foram seguidos pelo #544, de Marçal Muller e Gaetano di Mauro, justamente os pilotos que haviam gabaritado os pontos em disputa na abertura do campeonato no Algarve com o #118 sempre em segundo.
Esta foi a primeira vitória de Matheus Comparatto na Porsche Cup Brasil C6 Bank. O piloto de 19 anos de idade é campeão da F4 Brasil em 2024. No ano passado fez sua migração para o evento dos carros de competição mais produzidos no mundo e vinha de quatro segundos lugares consecutivos em corridas de longa duração. Hoje com 23 anos de idade, Felipe Baptista já estava na história do evento como o mais jovem vencedor de uma corrida de GT na história do automobilismo mundial. A dupla do #118 era a mais jovem da Carrera Cup na prova de Brasília.
A história da estreia da categoria na capital federal foi permeada por drama nos pits e algumas intervenções do safety-car, que transformaram a batalha de 300 km em seguidas disputas em ritmo de sprint. Não por acaso, depois de três centenas de quilômetros percorridos, a diferença entre os dois primeiros foi inferior a 1s.
O terceiro lugar ficou com o Porsche #8, de Alceu Feldmann Neto e Gabriel Casagrande. Já a dupla pernambucana do #27, formada por Sergio Ramalho e Josimar Junior, recebeu a bandeirada em quarto vencendo na classe Carrera Sport. O pódio geral foi completado pelos pilotos do #70, Lucas Salles e Rafa Suzuki.
Em sexto lugar no geral e ganhando a prova na Carrera Rookie, Felipe e Pipo Massa emocionaram o público de Brasília, que esgotou os ingressos disponíveis para a apresentação da Porsche Cup Brasil C6 Bank.
Pela classe Challenge a dupla do #22, composta por Caio Castro e Danilo Dirani, também converteu pole em vitória, com direito a muitos altos e baixos ao longo dos 300 km. Seus concorrentes mais próximos tinha direito a fazer os pitstops mais curtos pela regra do BOP, o que acabou fazendo bastante diferença com algumas paradas de box realizadas com o pelotão neutralizado em regime de safety-car.
A próxima etapa da Porsche Cup Brasil C6 Bank marca o fim da temporada de sprint da Carrera Cup, com a tradicional participação da categoria como evento-suporte do GP de F1 em Interlagos. Serão ao todo quatro corridas, duas válidas pela Carrera e outras duas pela Challenge, nos dias 7 e 8 de novembro.
A corrida
O suspense sobre as estratégias de cada tripulação acabou assim que o tricampeão mundial Nelson Piquet entrou com o carro madrinha nos boxes do autódromo que leva seu nome e a tela de tempos começou a reportar quem estava escalado para largar e fazer o terceiro stint.
A estratégia eleita por todos carros foi começar a prova de 300km com os titulares, reservando para o segundo e último stints os competidores de maior BOP.
Com o Porsche #118, Matheus Comparatto encabeçou o pelotão pela primeira vez em sua trajetória como piloto da Porsche Cup Brasil C6 Bank, partindo com Marçal Muller a seu lado no #544. Miguel Paludo (#7) e Alceu Feldman Neto (#8) estavam na segunda fila, com Josimar Junior completando o top5 a bordo do #27.
Matheus largou bem e logo Paludo emparelhou com Muller. Este desgarrou na tomada da curva 5 e deixou a porta aberta também para Feldmann Neto ultrapassar. Logo atrás, Pipo Massa escalava o pelotão, determinado a mais conquistas que apenas a liderança na Rookie.
Na curva da Vitória Feldmann passou Paludo com um mergulho agressivo.
A disputa pelo segundo lugar deu respiro a Comparatto que fechou a primeira volta com 2.543s sobre Feldmann Neto. Paludo era terceiro, pressionado por Muller. E Miguel Mariotti completava o top5. Em sexto, Pipo Massa liderava na Carrera Rookie. Cristian Mohr fechou a primeira volta como o melhor da Carrera Sport, mas uma escapada de pista restituiu a liderança na divisão ao carro #27, com Josimar Junior. Já pela Challenge, a liderança era do carro pole, o #22, com Caio Castro na pilotagem segura.
Na quarta volta muitos carros começaram a usar o limpador de parabrisa, em sinal claro que a garoa de antes da largada se tornava uma chuva fina. Logo um carro ficou atolado na caixa de brita após receber toque de outro competidor, e o carro de segurança foi chamado a intervir para o resgate.
A relargada veio na abertura da volta 6 e Comparatto foi sagaz ao apertar o acelerador, livrando novamente uma boa vantagem para o segundo colocado. Já Marçal Muller passou Paludo pelo terceiro lugar, e Pipo Massa passou Mariotti, colocando o #19 no top5 geral.
A volta da relargada marcou a troca de liderança na Challenge, com Nicholas Garfinkel ganhando a posição de Caio Castro. Mas o troco veio na passagem seguinte, com o #22 retomando a ponta.
Na volta 9, Comparatto já tinha aberto 3.583 sobre Feldmann Neto, que vinha bastante pressionado por Muller com o uso do Boost. Mas o #8 defendeu bem sua linha interna e o carro líder do campeonato não foi capaz de retornar para a vice-liderança. A disputa favoreceu a aproximação de Paludo e Pipo e logo eram quatro os carros lutando pelo segundo lugar na prova.
Comparatto tinha 4.783s de vantagem quando o safety-car novamente foi chamado, para resgate de outros carros atolados na caixa de brita. A corrida estava na 12ª volta, restando duas para a abertura da primeira janela de pitstops. Feldmann Neto, Muller, Paludo e Pipo seguiam nesta ordem no top5, com o caçula do grid liderando na Carrera Rookie. Em sexto, Josimar Junior liderava na Carrera Sport com o #27. E, na Challenge, a ponta seguia com Caio Castro e o #22.
O carro de segurança seguia na pista, então houve um verdadeiro congestionamento na entrada dos pits, com todos os carros que vinham na volta do líder fazendo a primeira troca de pneus da tarde.
Os carros saíram do pit liderados por Felipe Baptista no #118, Gabriel Casagrande assumiu o #8 e, favorecido por um pit 3s mais curto pelas regras de BOP, Sergio Ramalho saiu em terceiro na fila com o #27. Gaetano di Mauro, vinha a seguir no #544, com Felipe Massa em sexto no #19. Na Challenge, Danilo Dirani assumiu o #22 na liderança.
A relargada veio na abertura da volta 18. Baptista acelerou forte e Casagrande tratou de acompanhar. Ramalho se defendeu de Di Mauro, enquanto Felipe Massa era acossado por Alan Hellmeister no #7, que concretizou a ultrapassagem na volta seguinte com o uso do Boost.
Na volta 19, Ramalho mergulhou por dentro de Casagrande e os dois resvalaram porta com porta. Oportunista, Di Mauro estava atento e aproveitou a brecha, saltando de quarto para segundo como consequência.
A prova se aproximava da marca de uma hora e do término do primeiro segmento, com o #118 imbatível na frente liderando sobre o #544 com mais de 4s. Ramalho era terceiro com o #27 liderando na Carrera Sport. Casagrande tentava acompanhar, mas logo foi alcançado por Hellmeister.
Baptista ganhou o segmento com considerável margem de 5.1s sobre Di Mauro no fim da volta 26. Ramalho, em terceiro, ganhou o segmento da Carrera Sport, e Felipe Massa, em sexto, ganhou na Carrera Rookie com o #19. Já na Challenge o segmento inicial coube ao #22, então com Danilo Dirani.
Com a segunda rodada de pits sob bandeira verde, os competidores adotaram distintas estratégias de parada, uma vez que a janela permaneceria aberta por oito minutos. Casagrande e Hellmeister foram os primeiros a levar os carros para os pits entre os concorrentes do top5. Baptista e Di Mauro vinham trocando voltas mais rápidas com os carros que largaram na primeira fila.
O #118, o #544 e o #27 entraram no box na conclusão da volta 30.
Com o pelotão restabelecido na pista depois da segunda jornada de pits, Comparatto reassumiu a liderança à frente de Marçal. Josimar Junior era o terceiro com o #27, seguido por Feldmann Neto (#8) e Miguel Paludo (#7). Já na Rookie Pipo Massa dava o troco em Marco Pisani para recuperar a liderança com o sétimo lugar no geral. Pela Challenge o carro líder depois do pit era o #78, com Luiz Landi sob pressão de Caio Castro no #22 e Nicholas Garfinkel imediatamente a seguir com o #10.
O carro de segurança novamente foi chamado a intervir na volta 35, após um carro da Challenge ficar preso sobre uma barreira de pneus. Restavam sete voltas para a abertura da última janela de paradas nos pits.
A relargada veio na abertura da volta 40, e desta vez Muller leu bem a ação de Comparatto para abrir ataque pela primeira vez na prova. Já Sergio Ramalho caiu de terceiro para oitavo, inclusive perdendo a liderança da Carrera Sport para Israel Salmen no processo.
A janela abriu na conclusão da volta 42, com um carro atolado na caixa de brita. Os ponteiros entraram no pit no giro seguinte, com o safety-car permanecendo no traçado até o fechamento da janela.
Quando a prova relargou, a ordem no top5 indicava Baptista no #118, Di Mauro no #544, Casagrande no #8, Hellmeister no #7 e Sergio Ramalho liderando na Carrera Sport no #27. Em sétimo, Felipe Massa liderava na Carrera Rookie. Na Challenge a liderança era do #78, com Enrico Pedrosa.
A prova então teria 11 voltas em ritmo de sprint para definir os primeiros vencedores da Porsche Cup Brasil C6 Bank na capital federal.
Baptista conseguiu livrar algum espaço, deixando Di Mauro à mercê de Casagrande. Hellmeister e Ramalho logo se livraram de um retardatário para seguir atacando dentro do top5.
O senso de urgência logo afetou os pilotos, como se viu em um ousado 3-wide na tomada da curva do Placar, lance que forçou um carro a realizar cena de rallycross na área externa da pista. Imediatamente a seguir contato entre dois concorrentes na tomada da curva da Vitória deixou um carro atolado na brita e chamou outra vez o carro de segurança.
A relargada veio na abertura da volta 49, novamente com boa aceleração de Felipe Baptista na cabeça do pelotão. Assim que autorizado, todos que tinham Boost usaram, com um autêntico festival de luzes piscantes na reta Oposta na volta 50.
Então faltou espaço para os carros de Gianluca Petecof e Beto Gresse em batalha pela vice-liderança da Carrera Sport, enquanto o Challenge #66 rodava em outro incidente e Marcos Gomes mais uma vez se envolvia em um 3-wide a bordo do #31, em lance que teve mais uma vez o #12 de Renan Guerra como protagonista.
Ramalho então conseguiu passar Hellmeister para ser quarto. Restavam cinco voltas para a bandeirada, e o #118 trocava Boosts com o #544 em memorável pega de altíssimo nível pela vitória. Logo atrás, Hellmeister deu o troco em Ramalho depois de percorrerem boa parte da pista lado a lado. Já pela Challenge, Danilo Dirani novamente conseguiu ganhar terreno passando o #78.
Baptista fez a melhor volta da prova na 53ª passagem, mas Di Mauro seguia muito perto, a menos de 1s de vantagem. E os dois tinham ainda Boost para gastar. Logo atrás, Hellmeister também atacava Casagrande pelo terceiro posto na penúltima volta.
Os ponteiros abriram a volta final separados por 0.634s e ambos usaram o Boost no mesmo trecho. Baptista não deu brecha e Di Mauro valorizou muito a primeira vitória do #118 lutando até a bandeirada, que eles receberam separados por apenas 0.907s. Casagrande foi terceiro com o #8. Em quarto, Sergio Ramalho ganhou na Carrera Sport. Rafael Suzuki recebeu a bandeirada em quinto com o #70, depois de o #7 sofrer time penalty por track limits. Pela Rookie a vitória ficou com Pipo e Felipe Massa, com o sexto lugar no geral. Pela Challenge a vitória coube ao #22, de Caio Castro e Danilo Dirani.
O que eles disseram:
“Batemos três vezes na trave ano passado e na primeira etapa desse ano, então a gente tinha que ganhar. Fizemos o final de semana perfeito com pole e vitória. O Felipe fez um trabalho sensacional colocando o carro na primeira fila. Agradeço ao Eduardo Bassani, que deixou o carro incrível. Agora vamos para Interlagos em busca do título”.
Matheus Comparatto
“O carro estava muito bom e a pista foi emborrachando, diferente das mudanças climáticas dos outros dias. Foi tudo ficando mais rápido nesse final, mas o carro já estava desgastado. Dei a vida para conseguir fazer uma última volta boa. Agora é comemorar, obrigado para a equipe pelo trabalho exepcional nesse final de semana e agora vamos para Interlagos. A briga está totalmente aberta e quem chegar na frente por lá será campeão”
Felipe Baptista
“Foi disputado do início ao fim, como tem que ser. Acabei me prejudicando na largada, levei alguns toques e fui para a sujeira, caindo para quarto lugar. Nos recuperamos na prova, chegamos no final com menos de meio segundo de diferença. Acho que é a terceira vez que vamos empatados para a etapa final do endurance. Vamos trabalhar bastante para levar esse título no final”.
Marçal Muller
“Foi uma corrida muito boa, evoluímos o nosso carro e chegamos ao limite que ele poderia entregar. Fomos bem, conseguimos fazer uma boa estratégia e chegar bem perto, mas hoje a outra dupla estava com o melhor carro. Faltou pouco para a gente poder atacar. Mas estou feliz pelo bom resultado e o que vale é o campeonato. Vamos decidir lá em Interlagos”.
Gaetano Di Mauro
“Primeiro temos que dar toda honra e glória a Deus pela vitória, fruto de um bom trabalho que estamos desenvolvendo desde o começo do ano. Em Portimão a gente estava liderando na Sport em terceiro na geral e um retardatário acabou batendo na gente e foi muito frustrante. Mas a gente conseguiu se reerguer e fazer um grande trabalho aqui, com velocidade e estratégia. Tenho que agradecer a equipe toda por um trabalho fantástico, a vitória é coletiva”
Josimar Junior
“Tivemos muito trabalho, com grande dedicação da equipe desde o início. Então desde os treinos a gente sabia que vinha muito forte porque a realidade de pneus de todos aqui era bastante parecida. E na corrida foi colocar em prática o que a gente vinha trabalhando muito desde Portimão quando a vitória escapou faltando duas voltas. Estou muito feliz em estar mais uma vez entre os protagonistas da prova e vamos brigar pelo campeonato em Interlagos.”
Sergio Ramalho
“A emoção é incrível. Participar desse momento com o Pipo, de pilotarmos juntos, fazer os treinos, a estratégia, uma pista nova, estudo de onboard e telemetria… É fantástico e o trabalho dele na corrida foi muito bom, com um primeiro stint incrível saltando de oitavo para quinto na geral, mostra uma evolução muito rápida no campeonato e isso naturalmente ajudou muito a minha corrida também, me mantendo na janela com os carros da frente disputando as primeiras posições. Estou muito feliz pela corrida hoje e muito emocionado pela prova e pelo trabalho dele, que foi impecável”
Felipe Massa
“Foi muito legal! Está de parabéns a Porsche Cup por ter realizado essa corrida em Brasília, uma pista que ficou no gosto de todos os pilotos. É bem larga e segura e foi um fim de semana muito bom, dividindo o carro com meu pai e com o resultado que tivemos. Só tenho a agradecer e vamos agora para Interlagos na preliminar da F1, onde teremos mais uma boa expectativa”
Pipo Massa
“Foi uma corrida meio maluca né. O Caio conseguia abrir uma pequena vantagem no stint dele e daí vinha o safety-car e embolava tudo, depois fiquei no meio de um pelotão de carros da Carrera, foi uma gincana. Mas uma gincana muito bacana e fico contente com o resultado final. A gente estava precisando disso e o Caio merece a vitória para dar uma animada no campeonato. Foi divertido demais também entender a pista como foi mudando durante a tarde, com chuva no começo, calor no final. Foi uma tarde legal demais”
Danilo Dirani
“As condições adversas infelizmente existem em uma corrida de 300 km. Estava tudo muito lindo até o primeiro safety, com seis segundos de vantagem no meu primeiro stint. Aí estava vivendo um sonho e vinha o carro de segurança e neutralizava tudo… Mas faz parte e no fim deu tudo certo. Quem colhe banana é porque plantou banana”
Caio Castro
Resultado
1. #118. Matheus Comparatto e Felipe Baptista 2h16:44.104
2. #544. Marçal Muller e Gaetano di Mauro +0.907
3. #8. Alceu Feldmann Neto e Gabriel Casagrande +6.697
4. #27. Josimar Junior e Sergio Ramalho (S) +7.741
5. #70. Lucas Salles e Rafael Suzuki +9.439
6. #19. Pipo Massa e Felipe Massa (R) +10.170
7. #7. Miguel Paludo e Alan Hellmeister +10.405
8. #12. Marco Pisani e Renan Guerra (R) +10.913
9. #31. Seba Malucelli e Marcos Gomes (S) +13.000
10. #21. Miguel Mariotti e Rafael Martins +14.673
11. #39. Luiz Souza e Vitor Baptista (R) +14.988
12. #17. Marcos Regadas e Felipe Drugovich +17.304
13. #38. Eric Santos e Gabriel Robe (R) +18.162
14. #23. Leonardo Herrmann e Cesar Ramos (S) +20.583
15. #15. Leo Sanchez e Diego Nunes (R) +20.953
16. #33. Bruno Campos e Nicolas Costa (R) +21.357
17. #25. Paulo Sousa e Galid Osman (R) +23.062
18. #99. Wagner Pontes e Antonella Bassani (R) +30.922
19. #22. Caio Castro e Danilo Dirani +32.299
20. #888. Lineu Pires e Beto Gresse (S) +33.416
21. #78. Enrico Pedrosa e Luiz Landi (R) +35.269
22. #100. Raphael Bernardes e Giuliano Raucci (R) +38.937
23. #549. Mario Delara e Daniel Nino (R) +46.249
24. #10. Nicholas Garfinkel e Victor Tieri (S) 48.342
25. #26. Lucas Castellani e Raphael Abbate (R) +57.090
26. #311. Victor Mahle e Witold Ramasauskas (R) +57.353
27. #66. Sadak Leite e Fabio Carbone +1:05.018
28. #80. Rouman Ziemkiewicz e Nelson Piquet Jr (S) -1 volta
29. #11. Paulo Reales e Yuri Alves (R) -1 volta
30. #2. Silvio Morestoni e Matheus Machado (S) -1 volta
31. #4. Charles Gruenberg e Pietro Rimbano (R) -3 voltas
32. #29. Rodrigo Mello e Pedro Boesel (S) -3 voltas
33. #222. Eldo Umbelino e Marcelo Henriques (R) -3 voltas
34. #51. Israel Salmen e Gianluca Petecof (S) -6 voltas
35. #1. Alceu Feldmann e Guilherme Salas (S) -10 voltas
36. #3. Cristian Mohr e Enzo Elias (S) -11 voltas
37. #77. Francisco Horta e William Freire (S) -12 voltas
DNF
#91. Dilson Peres Jr e Marco Cozzi (R)
#45. Jose Moura Neto e Matheus Iorio (R)
DQ
#14. Carlos Campos e Thiago Vivacqua (S)
(S) – Sport
(R) – Rookie
Em itálico, classe Challenge
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