Hülkenberg vê GP da Alemanha distante do calendário
domingo, 20 de setembro de 2026 às 16:00Nico Hülkenberg reconheceu que o retorno do GP da Alemanha ao calendário da Fórmula 1 parece “distante” no momento. A corrida alemã não aparece no calendário desde 2019, quando Hockenheim recebeu uma das provas mais caóticas da década.
Desde então, a Fórmula 1 voltou a correr na Alemanha apenas uma vez. Em 2020, o Nürburgring entrou no calendário durante a temporada afetada pela pandemia de Covid-19, recebendo o GP de Eifel.
Hülkenberg não vê retorno próximo
Recentemente, Stefano Domenicali voltou a falar sobre a possibilidade de a Alemanha recuperar espaço no calendário. O CEO da Fórmula 1 afirmou que a categoria está aberta à possibilidade de realizar novamente uma corrida no país.
Hülkenberg, no entanto, não acredita que isso aconteça em um futuro próximo. Questionado sobre o assunto pela imprensa, o piloto da Audi preferiu adotar cautela.
“O tempo dirá. No momento, parece e dá a impressão de estar bastante distante de acontecer.”
Dessa forma, apesar da abertura demonstrada por Domenicali, ainda não existe uma perspectiva concreta para o retorno da Alemanha. Enquanto isso, outros países tentam garantir uma vaga no calendário da Fórmula 1.
Quero ser VIPArgentina ganha força com Colapinto
Atualmente, diversos países demonstram interesse em receber um GP. Ruanda, África do Sul e Tailândia estão entre as nações que já manifestaram publicamente o desejo de entrar no calendário.
Além disso, a Argentina surgiu como uma nova candidata. O interesse pelo país aumentou com a popularidade de Franco Colapinto, que ajudou a aproximar novamente o público argentino da Fórmula 1.
Para Hülkenberg, a presença de um piloto de determinada nacionalidade pode criar uma conexão importante entre a categoria e os torcedores daquele país.
“A Argentina e Franco têm um grande impacto. Eles têm um enorme número de seguidores, uma base de fãs gigantesca.”
Países veem benefícios com a F1
Segundo Hülkenberg, ter um piloto local no grid ajuda a fortalecer essa relação. Ainda assim, ele considera que a própria presença da Fórmula 1 já representa uma grande oportunidade para qualquer país.
“Se a F1 tem um piloto daquele país, obviamente isso cria um grande ponto de conexão e aproxima aquela nação da Fórmula 1.”
Por outro lado, o alemão destacou que os benefícios vão além da ligação criada por um piloto. Para ele, receber uma corrida proporciona exposição internacional e chama a atenção para o país durante todo o fim de semana.
“Mas, no geral, é a própria F1. É atraente para muitos países receber a categoria porque isso traz muitos benefícios.”
“Isso chama muita atenção para o país durante aquele fim de semana.”
Assim, enquanto Alemanha e Hockenheim seguem sem uma perspectiva clara de retorno, a Fórmula 1 continua recebendo manifestações de interesse de diferentes partes do mundo. A presença de Colapinto, por sua vez, colocou a Argentina entre os países que passaram a ganhar maior atenção nesse cenário.
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