Stella surpreso com ritmo da McLaren no Japão
segunda-feira, 30 de março de 2026 às 9:42
Oscar Piastri
A McLaren deixou o GP do Japão com sinais claros de evolução. Andrea Stella, chefe da equipe, admitiu surpresa com o nível de competitividade apresentado ao longo da corrida.
Logo na largada, por exemplo, Oscar Piastri teve uma reação impecável. Assim, o australiano assumiu a liderança ao superar rapidamente a dupla da Mercedes.
Na sequência, Piastri entrou em um duelo direto com George Russell e manteve o controle da posição durante todo o primeiro stint. O australiano não apenas se defendeu bem, como também conseguiu abrir vantagem nos momentos finais dessa fase inicial.

Ritmo surpreende e reforça evolução
Entretanto, a liderança mudou de mãos por conta do safety car. Como consequência, Kimi Antonelli aproveitou a oportunidade e realizou um pit stop em condição favorável. Dessa forma, assumiu a ponta da corrida.
Mesmo assim, Stella fez questão de destacar a performance da equipe. Segundo ele, o resultado confirma o progresso visto anteriormente na classificação.
“Foi um dia muito positivo para a equipe”, afirmou. “Conseguimos largar com dois carros, algo que ainda não havia acontecido neste ano. Também completamos a corrida e confirmamos a evolução”.
Além disso, o dirigente enfatizou o ritmo de Piastri no fim do primeiro stint. Nesse sentido, a surpresa foi ainda maior dentro da própria equipe.
“Ficamos surpresos, principalmente no fim do primeiro stint. Não apenas mantivemos Russell atrás, como também abrimos vantagem. Por isso, decidimos parar antes para tentar manter a liderança e lutar pela vitória”, explicou.
Vitória teria sido possível?
Ao final da prova, Piastri garantiu a segunda posição. Com isso, colocou sua temporada nos trilhos após dois abandonos nas etapas iniciais.
Ainda que o resultado tenha sido positivo, Stella ponderou sobre as chances reais de vitória. Por um lado, o australiano poderia ter segurado Russell. Por outro, o cenário contra Antonelli parecia mais desafiador.
“Nunca saberemos se seria possível vencer sem o safety car”, analisou. “Acredito que seria possível segurar Russell. No entanto, Antonelli tinha um ritmo mais forte do que todos”.
Portanto, mesmo com a performance sólida, a equipe mantém cautela. Afinal, o ritmo do rival poderia mudar o desfecho da corrida em qualquer momento.
“Não sabemos se Oscar venceria. No fim, isso não faz grande diferença. Em vez disso, precisamos valorizar os pontos positivos”, concluiu.
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