Hadjar: “Verstappen não esconde nenhum dado”
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026 às 9:24
Max Verstappen e Isack Hadjar
Isack Hadjar começou sua trajetória na Red Bull de maneira consistente. Além disso, o francês demonstra adaptação rápida após assumir o lugar de Yuki Tsunoda como companheiro de Max Verstappen em 2026.
Durante o inverno europeu, o jovem manteve perfil discreto. Ainda assim, internamente os sinais são positivos. De fato, ele já se sente mais confortável dentro de uma das garagens mais exigentes da Fórmula 1.
“Como alguém que realmente gosta de trabalhar duro, me senti um pouco mais confortável aqui”, afirmou Hadjar.
Além disso, ele ressaltou o nível de comprometimento da equipe. Por isso, não esconde a satisfação. “Estou muito feliz trabalhando com pessoas tão comprometidas em vencer. Muito feliz por estar aqui. Sou muito sortudo. Está tudo correndo muito bem”.

Relação aberta com Verstappen fortalece evolução
Paralelamente, Hadjar indicou que se sente mais à vontade do que se sentia na estrutura da Racing Bulls. Ou seja, a mudança de ambiente parece ter acelerado sua adaptação.
Sobretudo, a convivência com Verstappen já rende frutos técnicos. Segundo o francês, o atual campeão compartilha todos os dados sem restrições.
“Max não esconde nenhum dado”, declarou à Auto Hebdo. “Ele não retém nenhuma informação e responde todas as minhas perguntas. Como ele sempre tem performance na pista, conseguimos comparar nossos dados facilmente”.
Além disso, Hadjar destacou a sintonia entre feedback e telemetria. Consequentemente, o processo de aprendizado se torna mais eficiente.
“Ele não mente. Para mim, é fundamental que o que o piloto diz corresponda aos dados. Isso ajuda muito no meu desenvolvimento”.
Cenário competitivo preocupa, mas há otimismo
Apesar do ambiente positivo, Hadjar mantém postura realista. Afinal, ele reconhece que a Red Bull não inicia o campeonato como referência absoluta.
“O certo é que não somos os mais rápidos”, admitiu.
Ainda assim, ele traça um cenário claro. Na pior hipótese, enxerga a equipe como a quarta força no grid rumo a Melbourne, sede do GP da Austrália. Portanto, um eventual oitavo lugar representaria um começo lógico, e não um retrocesso.
Atualmente, o francês aponta a Ferrari como destaque inicial. Em seguida, aparecem Mercedes e McLaren, ambas muito próximas em desempenho. Por outro lado, Hadjar vê pontos encorajadores no próprio pacote.
“Nossa confiabilidade é boa e o ritmo de corrida parece sólido”, avaliou. “Acredito que, pelo menos no início da temporada, seremos mais competitivos em corrida do que na classificação”.
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