Ralf Schumacher detona Ferrari: “Maior desastre” da F1
sábado, 11 de outubro de 2025 às 15:00Segundo Ralf Schumacher, a Ferrari tem todos os recursos para prosperar na Fórmula 1. No entanto, ao invés de usar esse potencial, a equipe italiana estaria gastando “o máximo de dinheiro no maior desastre”. Esta é uma afirmação forte, sem dúvida.
Antes de mais nada, no início da temporada atual, parecia que a Ferrari estaria na disputa por ambos os títulos em 2025. A realidade, porém, não poderia ser mais diferente: a equipe agora se agarra desesperadamente à P3 no Campeonato de Construtores. O fracasso da Scuderia em cumprir a promessa vista em 2024 provocou, por conseguinte, a dura avaliação do ex-piloto de F1 e agora comentarista.
O paradoxo da Ferrari: “Tudo para vencer”
Falando no podcast Backstage Boxxengasse da Sky Germany, o seis vezes vencedor de Grande Prêmio foi direto ao ponto. Assim, ele declarou: “Se você pensar bem, a Ferrari gasta o máximo de dinheiro no maior desastre.”
Além disso, Schumacher argumentou que a tradicional equipe italiana possui “dois pilotos de ponta” em suas fileiras. Contudo, o carro mais uma vez se revelou “um desastre” no Grande Prêmio de Singapura. Portanto, o comentarista sublinhou: a Ferrari tem tudo o que é necessário para ser bem-sucedida na F1.
Afinal, ele ressaltou: “Na verdade, está tudo lá. Eles têm dois super pilotos.” Ele ainda destacou o chefe da equipe, Frédéric Vasseur, como alguém que “une as pessoas, as junta.”

Onde a Ferrari está travada?
“Na verdade, tudo deveria estar lá. Carro, motor, transmissão, tudo é construído sob o mesmo teto,” acrescentou Schumacher. Desse modo, o status de equipe full works da Ferrari deveria ser mais um motivo para demonstrar força, já que a equipe tem “as melhores condições” para vencer. Dessa forma, fica a pergunta: “Então, onde isso está travado é, por vezes, difícil de entender,” concluiu Schumacher, finalizando sua análise incisiva.
Conflitos internos e aviso de Leclerc
As atuações abaixo do esperado da Ferrari reacenderam rumores de conflitos internos. Por exemplo, Vasseur se envolveu em uma discussão acalorada com um engenheiro de pista após o treino classificatório em Singapura. Da mesma forma, a equipe de engenheiros e mecânicos ficou ofendida com as críticas severas de Charles Leclerc ao SF-25.
Finalmente, o manager de Leclerc, Nicolas Todt, emitiu um aviso velado à equipe. Ele afirmou que seu cliente “não era mais um bebê” e, por isso, necessitava de um carro vencedor de título. Consequentemente, as esperanças agora estão depositadas em 2026 como o ano em que a Ferrari, enfim, entregará o que promete.
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