Vettel quer que F1 duplique os cilindros

Sebastian Vettel – Suzuka 2019

Sebastian Vettel admite que gostaria de terminar com a controversa era das “unidades de potência” da Fórmula 1.

No final de 2013, o esporte se afastou de seus motores aspirados famintos de combustível e barulhentos, substituindo-os pelos turbo V6 híbridos de 2,4 litros que persistem até hoje.

Agora, é relatado que a próxima mudança da F1 para 2025, juntamente com um impulso para a neutralidade de carbono, poderia ser uma mudança para motores de dois tempos, movidos por combustíveis inovadores verdes, bio ou sintéticos.

Mas Vettel, um ‘purista’ das corridas, diz que se estivesse no comando da F1, faria algo diferente. “Meu primeiro ato seria duplicar o número de cilindros”, afirmou o piloto da Ferrari ao jornal Kolner Express.

“Eu também retiraria as baterias. Acho que não são necessárias, exceto para ligar o carro”, acrescentou Vettel.

No entanto, a visão da lenda F1 de Gerhard Berger sobre o futuro da série que ele lidera, o DTM, é muito diferente. O antigo piloto da Ferrari e da McLaren prevê carros de turismo totalmente elétricos com 1000 cavalos de potência e capazes de mais de 300 km/h.

“Estamos falando de máquinas de alta performance que, como o DTM, permitirão corridas espetaculares roda a roda”, explicou o ex-piloto da Ferrari e da McLaren.

Nico Rosberg, que investe fortemente na inovação verde, também está aberto ao futuro elétrico do esporte a motor. “O motor híbrido é mais eficiente do que o motor de combustão, mesmo com combustíveis sintéticos”, comentou o campeão mundial de 2016.

“A energia elétrica se tornará ainda mais sustentável graças à nova tecnologia de baterias. Já disse em 2018 que a Fórmula 1 acabará se fundindo com a Fórmula E”, concluiu ele.

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