O trabalho de um navegador no Dakar

Você já se perguntou como seria estar a bordo de um UTV no maior Rally do mundo? O navegador Marcelo Haseyama está prestes a vivenciar esse sonho. E garante, mesmo com um extenso currículo de 20 anos, incluindo muitos Sertões, o Dakar é diferente de todas as provas que já participou.

Primeiro que a organização da prova tem diversas exigências, tanto administrativas, como de segurança, que incluem até ficha médica dos participantes. E tudo é checado e carimbado inúmeras vezes. O carro, já está “lacrado” no parque fechado depois de passar por todas as aprovações. E a nossa dupla, com tudo certo para enfrentar a prova, que terá mais de 9 mil quilômetros de extensão, sendo 4.500 km de especiais, com a mesma distância em deslocamentos e cinco dias com trilhas acima de 3.000 metros de altitude. Haja saúde e disposição!

O dia-a-dia de Marcelo será difícil, mas ele está seguro com o que está vendo e o que já aprendeu com a equipe Xtreme Plus Polaris. “O carro tem um sistema duplo de navegação por GPS, um hodômetro, que acumula a parte total e a parcial. O GPS indica os pontos de passagem… além disso, tem o hodômetro mecânico, que mede a quilometragem total e parcial e um sistema de comunicação por voz com a organização da prova, caso a gente tenha algum problema”, explica Marcelo.

Sem contar com o cockpit de controle, que mostra as pressões de óleo, temperatura… e um sistema de câmera traseira.

ETAPA 1 – Sábado, 06 de janeiro / Lima – Pisco: 272 km com especial de 31km.

No Peru, os competidores mergulharão, desde o início, no areião, que será o tema de superação durante a primeira esticada de 5 dias da corrida. Este será apenas um aperitivo para os maiores especialistas no terreno. Todos os outros serão aconselhados a dar o máximo nesta fase e melhorar os reflexos específicos para se saírem bem na areia. A técnica também será necessária durante uma sucessão de descidas em direção a costa de um lago.

POLARIS NO DAKAR 2018

Há 10 anos, a Polaris transformou para sempre o mundo off-road com o lançamento do RZR 800. Com largura de 127 centímetros, o veículo foi o primeiro side-by-side de trilha a oferecer um centro de gravidade baixo, ótima agilidade, enorme capacidade de tração e aceleração muito forte para proporcionar uma verdadeira experiência esportiva. Hoje, o icônico Polaris RZR é considerado a melhor combinação de poder, suspensão, agilidade e conforto. Abastecida com inovação implacável, o alcance do Polaris RZR foi projetado para dominar todo tipo de terreno off-road. De trilhas e passeios pelo deserto, dunas, pedras e lama – o RZR permite que seus usuários façam tudo isso.

O time Xtreme Plus Polaris de 2018 tem cinco duplas de pilotos e navegadores de diferentes nacionalidades, com o objetivo de trazer para casa a vitória na categoria pelo segundo ano consecutivo.

Com início marcado para o dia 6 de Janeiro, a edição 2018 do Dakar será dividida em sete estágios, abrangendo mais de 8 mil quilômetros no total, sendo desses, 4 mil km de disputas. O ponto final será em Córdoba, no sábado, dia 20 de Janeiro – onde os competidores poderão aproveitar o “Fernando” – nome local dado ao drink nacional.

Este é o time Xtreme Plus Polaris completo:

José Jorge “Zeca” Sawaya (Brazil) e Marcelo Haseyama (Brasil) – #378
Anibal Aliaga (Peru) e Juan Pedro Cilloniz (Peru) – #388
Claude Fournier (France) e Hervé Lavergne (França) – #387
Patrice Garrouste (France) e Steven Grenier (Switzerland) – #361
José Luis Peña (Spain) e Rafael Tornabell (Espanha) – #396

DAKAR 2018
A 40ª edição do Dakar começa no dia 6 de janeiro (sábado) em Lima, no Peru. A rota segue para a Bolívia e Argentina, finalizando no dia 20 em Córdoba, com quase 9.000 quilômetros a serem percorridos pelos 337 veículos inscritos.

EB - www.autoracing.com.br

Tags
, , ,

ATENÇÃO: Comentários com textos ininteligíveis ou que faltem com respeito ao usuário não serão aprovados pelo moderador.