Fórmula Indy altera sistema de classificação

No Grande Prêmio de Long Beach, que acontece no próximo domingo (17), a Fórmula Indy terá novidades no sistema de classificação, que será usado também nos próximos circuitos mistos que tem programação em três dias (sexta, sábado e domingo). Os treinos livres de sexta-feira passam a influenciar diretamente no treino classificatório.

No Grande Prêmio de Long Beach, que acontece no próximo domingo (17), a Fórmula Indy terá novidades no sistema de classificação, que será usado também nos próximos circuitos mistos que tem programação em três dias (sexta, sábado e domingo). Os treinos livres de sexta-feira passam a influenciar diretamente no treino classificatório.

Novo sistema:

À partir da etapa de Long Beach, terceira do ano, os grupos serão escolhidos usando os tempos dos treinos da sexta-feira. Com o resultado nas mãos, os grupos serão definidos com base na ordem dos tempos intercaladas com a posição final. Os carros que marcarem o número de chegada ímpares, serão colocados em um grupo, e assim o mesmo acontecerá com os que fizerem a marca de tempo em números pares, que formaram o segundo grupo.

Com isso, será essêncial porque na primeira fase de classificação, O Q1, passam somente 6 pilotos de cada grupo para o Q2, quando estarão os 12 mais rápidos. E então, sobram os 6 melhores no Q3 para disputar as três primeiras filas.

O treino da sexta-feira, considerado livre, passará a ser mais competitivo e ter mais importância para os pilotos e equipes. A intenção é de fazer com que o classificatório fique mais equilibrado e imparcial, que por muitas vezes tem claramente um grupo mas difícil que o outro. Na última corrida, no Alabama, todas as Penskes e três dos quatro carros da Ganassi estavam no grupo 1 do classificatório.

“Essa alteração foi feita à pedido dos próprios pilotos da Fórmula Indy que procuram por uma concorrência maior,” explicou Brian Barnhart, Presidente da Fórmula Indy.

Na Itaipava SP Indy 300 Nestle (www.saopauloindy300.com.br), etapa brasileira que será a próxima após Long Beach, no dia 1o de maio, como é um evento de dois dias (sábado e domingo), está sendo analisado um procedimento parecido, com os grupos sendo definidos intercalados pela ordem da classificação no campeonato.

À partir da etapa de Long Beach, terceira do ano, os grupos serão escolhidos usando os tempos dos treinos da sexta-feira. Com o resultado nas mãos, os grupos serão definidos com base na ordem dos tempos intercaladas com a posição final. Os carros que marcarem o número de chegada ímpares, serão colocados em um grupo, e assim o mesmo acontecerá com os que fizerem a marca de tempo em números pares, que formaram o segundo grupo.

Com isso, será essêncial porque na primeira fase de classificação, O Q1, passam somente 6 pilotos de cada grupo para o Q2, quando estarão os 12 mais rápidos. E então, sobram os 6 melhores no Q3 para disputar as três primeiras filas.

O treino da sexta-feira, considerado livre, passará a ser mais competitivo e ter mais importância para os pilotos e equipes. A intenção é de fazer com que o classificatório fique mais equilibrado e imparcial, que por muitas vezes tem claramente um grupo mas difícil que o outro. Na última corrida, no Alabama, todas as Penskes e três dos quatro carros da Ganassi estavam no grupo 1 do classificatório.

“Essa alteração foi feita à pedido dos próprios pilotos da Fórmula Indy que procuram por uma concorrência maior,” explicou Brian Barnhart, Presidente da Fórmula Indy.

Na Itaipava SP Indy 300 Nestle (www.saopauloindy300.com.br), etapa brasileira que será a próxima após Long Beach, no dia 1o de maio, como é um evento de dois dias (sábado e domingo), está sendo analisado um procedimento parecido, com os grupos sendo definidos intercalados pela ordem da classificação no campeonato.

EB – www.autoracing.com.br

Tags
, , ,

ATENÇÃO: Comentários com textos ininteligíveis ou que faltem com respeito ao usuário não serão aprovados pelo moderador.