F1 teve queda na receita em 2017

Fórmula 1

A Fórmula 1 sofreu uma diminuição em seus ganhos em 2017, o que levou a um menor valor distribuído às dez equipes do esporte.

O Grupo Fórmula 1 divulgou seus resultados completos para o ano fiscal de 2017, que registrou uma queda na receita de 12 milhões de dólares (39 milhões de reais), de 1.796 para 1.784 bilhões de dólares (5.848 para 5.809 bilhões de reais).

A queda da receita foi o resultado de 20 corridas ocorridas em 2017, uma a menos do que no ano anterior, uma taxa de franquia mais baixa associada ao GP do Brasil e uma queda na receita de patrocínio após a perda de parceiros comerciais como a UBS e Allianz.

No que diz respeito aos ganhos, os lucros se deterioraram em 2017, na medida em que a Liberty Media aumentou suas despesas corporativas, se deslocando para novos escritórios em Londres e aumentando significativamente o número de funcionários.

“O custo da receita da F1 aumentou principalmente devido ao gasto em engajamento de fãs, filmagem em Ultra High-Definition e maiores custos de frete, o que compensou os pagamentos reduzidos da equipe”, informou a Liberty.

“As despesas de vendas, gerais e administrativas também aumentaram para o quarto trimestre, e para o ano completo de 2017 como resultado de novos recursos corporativos e novos cargos corporativos”, prosseguiu.

As equipes tomaram nota da estratégia contínua da Liberty de investir no esporte, embora o CEO Chase Carey tenha esperança de “melhorar nosso balanço patrimonial e maximizar nosso fluxo de caixa de longo prazo em 2018”.

“Nós nos instalamos em nossa nova sede em Londres”, disse Carey. “Com o número de funcionários atualmente em torno de 120, esperando cerca de 150 até o final de 2018”.

“No geral, esperamos que o aumento incremental associado em despesas gerais seja de 50 milhões de dólares anualmente em relação a 2016, excluindo os gastos de marketing e desenvolvimento ligados principalmente a novas iniciativas”, comentou.

“Há um ano, tivemos mais de 4 bilhões de dólares em dívida bruta externa, e hoje estamos em 3,2 bilhões, com aproximadamente 115 milhões de dólares em poupança de juros anualizados e uma estrutura fiscal melhorada”, explicou Carey.

“Também eliminamos a potencial sobreposição nas vendas de ações anteriores dos proprietários anteriores da F1”, afirmou Carey, que reiterou suas perspectivas positivas para a Fórmula 1, uma vez que a administração desenvolva sua visão para aumentar a receita e a renda.

“Ficamos positivamente surpreendidos com a emoção dos parceiros existentes para expandir e crescer suas relações conosco e o nível de interesse de novos patrocinadores comerciais. Existe um entusiasmo real de novos potenciais patrocinadores, promotores e entidades de vídeo para se envolver com a F1”, destacou.

“Muitos destes levarão tempo para se desenvolver do jeito certo, e nossa prioridade novamente é construir valor a longo prazo, e não um valor a curto prazo”, concluiu o dirigente.

EB - www.autoracing.com.br

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