F1 – GP do Brasil: Pneus mais duros para uma pista icônica e exigente

Para a penúltima corrida da temporada, a Fórmula 1 permanece no continente americano para o Grande Prêmio do Brasil, na icônica pista de Interlagos, em São Paulo, onde foram escritas tantas histórias categoria. Este ano a Pirelli leva o C1 como o pneu duro, branco, o C2 como o médio, amarelo, e o C3 como o macio, vermelho. Essa é a combinação mais dura possível de compostos, sendo um pouco mais dura do que foi escolhido para o GP do Brasil do ano passado.

CARACTERÍSTICAS DA PISTA

Em 2018, os pneus médios, macios e supermacios foram nomeados. Apesar desse ano termos uma indicação de pneu mais lenta no papel, é provável que tenhamos tempos de volta mais rápidos, como já aconteceu em várias corridas este ano, graças à evolução contínua dos carros.

A escolha mais dura dos pneus para este ano no Brasil foi projetada para limitar a degradação e, assim, ajudar os pilotos a conseguirem imprimir um ritmo muito forte durante cada trecho.

As características meteorológicas de Interlagos estão entre as mais aleatórias do ano. No passado, vimos algumas das temperaturas de pista mais quentes da temporada, acima de 55ºC e chuvas torrenciais.

O asfalto foi totalmente recapeado em 2014 e já teve muito tempo para amadurecer: também foi limpo com jatos de água de alta pressão no ano passado. Como resultado, a aspereza está média e não apresenta desafios específicos em relação à superfície.

Interlagos possui 15 curvas e é a segunda pista mais curta do ano, o que significa que não há muitas curvas longas, mantendo as demandas laterais baixas. O pneu dianteiro direito é o mais exigido nesta pista anti-horária.

A estratégia vencedora do ano passado foi a de uma parada, com Lewis Hamilton indo de supermacio para médio. Mas houve muita variação, com três estratégias táticas diferentes nas três equipes principais e cinco diferentes entre os seis primeiros.

MARIO ISOLA – GERENTE MUNDIAL DE MOTORSPORT DA PIRELLI

“Interlagos é quase sempre um Grande Prêmio emocionante, onde há muita coisa acontecendo. A pista pequena significa que geralmente há muitas ultrapassagens, com os pilotos também tendo que sair, frequentemente, da linha de corrida. É curva após curva, o que mantém os pneus ocupados, além de ser uma pista da velha guarda, com poucas áreas de escape, de modo que os erros geralmente são punidos. Acrescente, também, a variação climática e a probabilidade de entrada de carros de segurança, podemos ter um fim de semana imprevisível. Você precisa estar preparado para tudo, já que ainda não sabemos ao certo quais condições enfrentaremos, mas nossa escolha dos pneus mais duros significa que as equipes poderão se esforçar mesmo que estejam executando, como é provável, uma estratégia de parada única”.

OUTRAS NOTÍCIAS DA PIRELLI

No mesmo final de semana do Grande Prêmio do Brasil, a Pirelli se prepara para um de seus compromissos mais importantes de todos os tempos em Macau. Fornecer não apenas a Copa do Mundo do FIA GT, mas também o novo carro de Fórmula 3, que chega ao local pela primeira vez para Copa do Mundo, com muitos pilotos regulares da F3 que competem no campeonato que muitas vezes é preliminar da Fórmula 1.

Os testes com pneus de 18 polegadas continuam na Fórmula 1 e na Fórmula 2. A McLaren testou os protótipos de 2021 por dois dias em Paul Ricard, na França, na semana passada, completando 145 voltas com seus dois pilotos, enquanto o teste dos pneus de 18” da Fórmula 2 para o próximo ano continuam esta semana, na Espanha.

O Brasil sediou um F1 Fan Festival especial neste último final de semana, em São Paulo, com uma homenagem a Ayrton Senna, que morreu em maio, 25 anos atrás. Os fãs puderam ver alguns carros especiais da história do piloto, incluindo o Toleman de 1984 em que ele iniciou sua carreira na Fórmula 1.

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