F1 – Crescimento rápido prejudicou a Renault, diz Abiteboul

Cyril Abiteboul

O esforço da Renault para aumentar o número de funcionários da equipe de Fórmula 1 em 50% desde que se juntou ao grid prejudicou sua eficiência e retorno financeiro enquanto desenvolvia seu carro de 2018.

Desde que recuperou a ‘Equipe Enstone’ da Lotus antes da temporada de 2016, a Renault tem estado em uma campanha de recrutamento agressiva que terá aumentado sua equipe de 470 a 700 pessoas até o final deste ano.

Esse impulso, que veio junto com a atualização das instalações da base de Enstone, apresentou um desafio significativo na integração da equipe e afetou a eficiência da operação.

O diretor da Renault F1, Cyril Abiteboul, disse ao site Autosport: “É um desafio porque não estamos falando de algumas cabeças, estamos falando de centenas de cabeças”.

“Você pode recrutar taticamente uma ou duas pessoas, mas quando você está falando sobre dezenas de pessoas, isso não funciona da mesma maneira e você precisa ter uma boa integração”.

“Tivemos uma eficiência muito baixa nesta temporada, se olharmos para o tipo de retorno financeiro e para a forma como estamos controlando a construção do carro, do jeito que, infelizmente, gastamos demais na construção de carros”.

“Tudo isso é relacionado à maneira como crescemos”.

“Então, em vez de perseguir grandes números em termos de número de funcionários, agora precisamos pensar em como trabalhar melhor entre os diferentes departamentos e em aliviar o gargalo que temos nas organizações”.

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IB - www.autoracing.com.br

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