Aston Martin decidirá entrar para a Fórmula 1 em 2019

Aston Martin Red Bull logo

O CEO da Aston Martin, Andy Palmer, admitiu que a empresa britânica passará os próximos doze meses avaliando a entrada na Fórmula 1 em 2021 como fabricante de motores. Seu nome estará de volta ao grid nesta temporada, depois de ter assinado um acordo de patrocínio título com a Red Bull Racing.

Os regulamentos do motor da F1 devem ser modificados em 2021, uma vez que a Liberty Media apresentou seus planos para as fabricantes em 2017. Apesar das fabricantes atuais Renault, Mercedes e Ferrari expressarem sua desaprovação, a Aston Martin continua interessada.

Palmer diz que a complexidade e o custo dos motores precisam diminuir para que a Aston Martin considere retornar ao grid. Com o MGU-H sendo descartado nos planos de mudança de regras, Palmer permanece firme em motores mais simples necessários para gerar um retorno.

“O grande custo, a grande complexidade, realmente vem em torno do MGU-H. É aí que vemos falta de confiabilidade, é onde vemos custos e para que nível de retorno? O problema é que as equipes supostamente agora têm 80 a 100 pessoas trabalhando em um turbo. Esse nível de custo é maluco e também o tira do nosso alcance. Eu não tenho muitas pessoas para trabalhar em um turbocompressor”.

“O que vou fazer agora é passar pelas opções dos parceiros, conversar com os acionistas tanto quanto qualquer coisa para testar e me desafiar”, acrescentou. “Em última análise, eu penso que no início de 2019 para tomar uma decisão de ir ou não. Então se temos os regulamentos estabelecidos na sua frente, sabemos quais são as limitações, sabemos do que sua tecnologia é capaz, e então começamos a gastar”.

IB - www.autoracing.com.br

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