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Rubens Barrichello : bala de prata ou estaca no peito ?

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se rubens tivesse ido pra mclaren e nao para ferrari, provavelmente teria 1 titulo. mas nao inventaram bola de cristal ainda. vide alonso e tantos outros.

rubinho eh bota. esse papo de tartaruga ai, melhor nem comentar. o cara foi campeao na stock em pouquissimo tempo.

 

Essas trocas dele foram muito complicadas....imagine também se ele tivesse ido para a Williams em 97 no lugar do Frentzen. Vai saber também né. Entre 98 a 2000 a Williams estava fraquinha, mas do jeito ficou a partir de 2001 a 2004, acho que tinha carro suficiente para pelo menos disputar o título.

 

O papo da tartaruga não me leve a mal não eu só ouvi isso e achei um tanto bizarro. :)

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Stock Car – Rubens Barrichello vence a Corrida do Milhão em Goiânia

domingo, 5 de agosto de 2018 às 12:20

 

 

 

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The Legend

 

 

 

 

A décima edição da Corrida do Milhão, realizada no final da manhã deste domingo (5) em Goiânia, trouxe além de uma corrida espetacular, um pódio verdadeiramente apoteótico. Disputada em altíssima velocidade pelos 2.696 metros do anel externo do circuito da capital de Goiás, a prova foi vencida por Rubens Barrichello, que leva um milhão de reais pela segunda vez após ter vencido em 2014 também em Goiânia. :shock:

 

Barrichello aproveitou-se de toda sua experiência, de um carro muito bem acertado e de uma estratégia diferente em relação aos ponteiros do grid para subir no degrau mais alto do pódio – além, claro, do Fan Push votado pelo público. Em sua última parada de box, a três voltas do final, conseguiu sair à frente do então líder Max Wilson, da Eurofarma-RC. O português Antonio Félix da Costa, que correu como convidado da Hero Motorsport, fechou o pódio em terceiro lugar.

 

“O Mau-Mau (Maurício Ferreira, chefe da equipe) dizia para não termos medo de sermos diferentes. Ficar na pista era um risco, pois podia entrar um safety car, que já tinha entrado outras vezes. Para nós, graças a Deus, não recebi nenhum toque, mas foi uma prova de muitos acontecimentos, alguns acidentes que a gente precisa revisar. De qualquer forma, ficar na pista andando rápido e, cara, usar o Fan Push, aquele que o público votou, aquele que o público me ajudou. É realmente pagar de volta todos aqueles momentos que a gente teve junto nos 19 anos de Fórmula 1. Agradecer a Deus por estar aqui – vou sempre me emocionar, porque não posso me esquecer do problema de saúde que tive no começo do ano. Com 46 anos, competitivo desse jeito, só posso agradecer aos céus de verdade”, discursou.

 

O público lotou as arquibancadas, arena e camarotes do Autódromo Internacional de Goiânia em uma manhã bastante quente. O pódio, montado no meio da arena, colocou o público junto a seus ídolos, a uma proximidade jamais vista na Stock Car – o que tornou a comemoração do vencedor ainda mais memorável. “Goiânia é muito especial para mim. Eu tinha um sentimento quando acordei hoje de manhã: o de que seria muito competitivo, mas não seria fácil”, pontuou.

 

Foi a primeira vez que a Corrida do Milhão aconteceu em um circuito de anel externo. O traçado de 2.696 metros proporcionou as médias de velocidades mais altas da Stock Car, com os carros completando uma volta a até 204 km/h de média.

 

O pole position Daniel Serra manteve a ponta na largada, e saindo de segundo, Barrichello foi superado por Félix da Costa. Entretanto, o carro de segurança fez sua primeira intervenção já na quarta volta, após a batida de Galid Osman. A relargada aconteceu três giros depois, e na nona volta voltou à pista depois que Julio Campos saiu da pista por causa de um toque e também acabou batendo.

 

Rubinho ainda foi superado por Lucas di Grassi, e logo começaram as primeiras paradas de box, em movimento aberto pelo líder Serra e Di Grassi. Barrichello foi na volta seguinte. Daniel Serra teve um pit stop lento, e voltou atrás de Félix da Costa. Optando por primeiro abastecer e trocar pneus só na segunda parada, Lucas Foresti assumiu a liderança.

 

Na 23ª volta, um acidente envolvendo Thiago Camilo, Cacá Bueno, Bruno Baptista e Daniel Serra forçou a terceira entrada do safety car. Quando a bandeira verde liberou a disputa, Da Costa superou Foresti na saída da curva 1. Max Wilson fez o mesmo trazendo Barrichello e Di Grassi.

 

Max e o português aproveitaram para fazer a segunda parada na volta 31, enquanto Rubinho assumia a liderança para parar na volta seguinte. Enquanto isso, Felipe Massa saía da pista depois de um toque com Denis Navarro. Com um pneu furado, foi o fim da Corrida do Milhão para Massa.

 

Barrichello só parou para abastecer no 34º giro, e saiu imediatamente à frente de Max a quatro voltas do final. Na linha de chegada, os três primeiros receberam a bandeirada separados por apenas 1,2 segundo. Foi a senha para a festa da torcida nas arquibancadas. Rubinho fez zerinhos pela pista e, ao parar na reta, repetiu, com o filho caçula o gesto feito em sua primeira vitória na Corrida do Milhão, quatro anos antes, também em Goiânia, quando subiu no teto do carro com o primogênito Dudu. :zamigos:

 

“Eu tenho dois filhos; subi no carro para comemorar com um na primeira vez e eu queria subir com o outro – e eu tinha um feeling de que isso iria acontecer. Só me concentrei em fazer tudo certo – voltas, pit stops – e estar na pista lutando para que meu filho subisse no teto do carro junto comigo. É um sentimento especial, uma alegria enorme estar vivendo isso hoje e poder dividir o pódio com meu filho, com o público. Este pódio foi maravilhoso”, explicou.

 

“Quanto ao milhão, vou usar a minha parte no Instituto Barrichello, que faz um trabalho bem bacana e, como todo instituto, sofre as suas dificuldades para tentar ajudar o Brasil a melhorar um pouco”, concluiu. :ironico:

 

Felipe Fraga foi o quarto colocado na prova, seguido por Marcos Gomes, Ricardo Zonta, Allam Khodair, Daniel Serra, Guga Lima e Bia Figueiredo. O argentino Agustín Canapino terminou a prova na 12ª posição. Felipe Massa, após o furo de pneu com a saída de pista, concluiu em 24º lugar.

 

A Stock Car volta em ação dentro de duas semanas com a sétima etapa da temporada em rodada dupla que será disputada em Campo Grande (MS).

 

Classificação da Corrida do Milhão:

 

1. 111 Rubens Barrichello (Full Time Sports) – 39 voltas em 41min24s444 :positivo1:
2. 65 Max Wilson (Eurofarma RC) – a 0s684
3. 444 Antonio Félix da Costa (Hero Motorsport II) – a 1s250
4. 88 Felipe Fraga (Cimed Chevrolet Racing) – a 4s791
5. 80 Marcos Gomes (Cimed Chevrolet Racing Team) – a 7s333
6. 10 Ricardo Zonta (Shell V-Power) – a 9s654
7. 18 Allam Khodair (Blau Motorsport) – a 10s703
8. 29 Daniel Serra (Eurofarma RC) – a 15s700
9. 9 Guga Lima (Vogel Motorsport) – 17s707
10. 3 Bia Figueiredo (Ipiranga Racing) – a 17s911
11. 46 Vitor Genz (Eisenbahn Racing Team) – a 17s71
12. 86 Agustín Canapino (Cimed Chevrolet Team) – a 18s321
13. 12 Lucas Foresti (Cimed Chevrolet Racing Team) – a 18s635
14. 8 Rafael Suzuki (Bardahl Hot Car) – a 19s279
15. 83 Gabriel Casagrande (Vogel Motorsport) – a 24s337
16. 33 Nelson Piquet Jr. (Full Time Bassani) – a 33s074
17. 70 Diego Nunes (Full Time Bassani) – a 34s995
18. 117 Guilherme Salas (Bardahl Hot Car) – a 38s925
19. 555 Renato Baga (Bardahl Cifarma RZ) – a 42s133
20. 44 Bruno Baptista (Hero Motorsport) – a 42s169
21. 51 Átila Abreu (Shell V-Power) – a 1 volta
22. 5 Denis Navarro (Cavaleiro Sports) – a 8 voltas
23. 11 Lucas Di Grassi (Hero Motorsport) – a 9 voltas
24. 19 Felipe Massa (Cimed Chevrolet Team) – a 9 voltas
NÃO COMPLETARAM
25. 21 Thiago Camilo (Ipiranga Racing) – a 18 voltas
26. 0 Cacá Bueno (Cimed Chevrolet Racing) – a 18 voltas
27. 77 Valdeno Brito (Eisenbahn Racing Team) – a 21 voltas
28. 90 Ricardo Maurício (Full Time Sports) – a 22 voltas
29. 4 Julio Campos (Prati-Donaduzzi Racing) – a 32 voltas
30. 110 Felipe Lapenna (Cavaleiro Contuflex) – a 34 voltas
31. 28 Galid Osman (Cavaleiro Sports) – a 37 voltas
32. 1 Antonio Pizzonia (Prati-Donaduzzi Racing) – a 39 voltas
33. 30 Cesar Ramos (Blau Motorsport) – excluído

 

MELHOR VOLTA: Antonio Félix da Costa, 47s622 (média de 203,7 km/h)

 

EB - www.autoracing.com.br

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Em todas as rodas de conversa nego mete o malho no Rubinho, e eu sempre defendi ele.

 

Ele anda muito de kart, foi um dos melhores kartistas do Brasil, mas para os padrões da F1 (que é o topo do automobilismo mundial) ele foi um BOM PILOTO, o que não quer dizer que ele tenha sido mediano ou ruim.

 

PP

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Em todas as rodas de conversa nego mete o malho no Rubinho, e eu sempre defendi ele.

 

Ele anda muito de kart, foi um dos melhores kartistas do Brasil, mas para os padrões da F1 (que é o topo do automobilismo mundial) ele foi um BOM PILOTO, o que não quer dizer que ele tenha sido mediano ou ruim.

 

PP

 

Pra deixar o Schumacher passar, ele tinha que estar na frente do Schumacher, simplesmente o maior piloto de todos os tempos.

 

PS.: maior não é a mesma coisa que melhor.

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Em todas as rodas de conversa nego mete o malho no Rubinho, e eu sempre defendi ele.

 

Ele anda muito de kart, foi um dos melhores kartistas do Brasil, mas para os padrões da F1 (que é o topo do automobilismo mundial) ele foi um BOM PILOTO, o que não quer dizer que ele tenha sido mediano ou ruim.

 

PP

 

Ninguém fica o tempo que ele ficou na F-1 se não fosse bom. Poderia ter um ou dois títulos, se não tem, pior para a F-1.

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Pra deixar o Schumacher passar, ele tinha que estar na frente do Schumacher, simplesmente o maior piloto de todos os tempos.

 

PS.: maior não é a mesma coisa que melhor.

 

O Schumacher, sem entrar no mérito do seu talento, foi um piloto que teve todas as condições favoráveis: equipe dominante só para ele, não teve adversários... Mal comparando, seria como o Senna ou o Prost correrem sozinhos na McLaren de 1988 ou na Williams de 1992. Seus números seriam ainda mais impressionantes.

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O Schumacher, sem entrar no mérito do seu talento, foi um piloto que teve todas as condições favoráveis: equipe dominante só para ele, não teve adversários... Mal comparando, seria como o Senna ou o Prost correrem sozinhos na McLaren de 1988 ou na Williams de 1992. Seus números seriam ainda mais impressionantes.

 

Pra mim, o Schumacher é top 5 de todos os tempos, e o Rubinho conseguia dar calor nele de vez em quando mesmo com todas as condições desfavoráveis dentro da equipe. Barrichello foi muito bom sim (é muito bom até hoje). Merecia ter sido campeão.

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Pra deixar o Schumacher passar, ele tinha que estar na frente do Schumacher, simplesmente o maior piloto de todos os tempos.

 

PS.: maior não é a mesma coisa que melhor.

Exato.

 

Maior nos números.

 

 

Rubinho bateu o Schumacher em 25% dos treinos pela Ferrari, o que não é pouco, levando em conta que ele era o 2o piloto, com equipamento nem sempre igual.

 

PP

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Pra deixar o Schumacher passar, ele tinha que estar na frente do Schumacher, simplesmente o maior piloto de todos os tempos.

 

PS.: maior não é a mesma coisa que melhor.

Cadê aquela foto com o maior piloto da F1, com quase 2 metros? Não sei o nome do cara mas algum colega aí deve saber.

:P

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Em todas as rodas de conversa nego mete o malho no Rubinho, e eu sempre defendi ele.

 

Ele anda muito de kart, foi um dos melhores kartistas do Brasil, mas para os padrões da F1 (que é o topo do automobilismo mundial) ele foi um BOM PILOTO, o que não quer dizer que ele tenha sido mediano ou ruim.

 

PP

 

Quem mete o pau no rubinho é burro ou mal intencionado. Esses dois tipos de pessoas tem mais é que se f****

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Exato.

 

Maior nos números.

 

 

Rubinho bateu o Schumacher em 25% dos treinos pela Ferrari, o que não é pouco, levando em conta que ele era o 2o piloto, com equipamento nem sempre igual.

 

PP

 

Sem contar as vezes que o alemão explicitamente usou o setup do Rubens no seu carro classe "AA"...

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