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LUZ no fim do túnel !!

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...e o UOL se nega a postar essa notícia... por que será? :no:

 

 

E a Falha de São Paulo então...

As grandes redes também vão ter trabalho pra arrumar assunto, tipo racismo contra atrizes, pra desviar um pouco o foco.

 

 

Impressionante as manchetes pro governo do portal. E artigos de colunista anti impeachment abundam... Certamente foi reclassificado como portal não PIG pelos companheiros

 

A Folha de SP sempre teve um viés de esquerda. Comecei a assiná-la em 1980 qdo a ditadura estava em seus últimos dias e Lula e PT começavam a aparecer como novidades. Assinei o jornal por quase 15 anos, mas deixei de assiná-la, pois a Folha começou a passar por cima dos fatos em razão de seu viés ideológico que pra mim não fazia mais qualquer sentido.
A ditatura já tinha acabado há um tempão, o muro de Berlim que eu conheci (tanto o muro qto o lado oriental) já tinha caído, assim como a União Soviética, a esquerda daqui já era medieval, mas a Folha não largava o osso. Nunca largou e pior, nunca se declarou, sempre quis passar uma imagem apolítica falsa, ou seja, chamar os leitores de idiotas.
Deve ser por isso que tinha cerca de 1 milhão de circulação diária no fim dos anos 80 e hoje não tem mais de 250 mil.
Eu trabalhei para a Folha entre 2004 e 2008. Tinha um telemarketing que vendia assinaturas exclusivamente para eles, por isso sei os números reais e outras "cositas mas" deles...
:zamigos:
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Uma matéria mostrando a realidade nua e crua na qual a Dilma meteu o país, a gente nunca verá publicada na Folha... :no:

A terrível máquina de retrocesso econômico de Dilma Rousseff
A política econômica da presidente levou os brasileiros a reviver traumas como a inflação e a recessão, que pareciam já ter sido superados de forma definitiva pelos governos anteriores

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Dilma Rousseff: “Ela conseguiu pegar o pior de cada governo que tivemos. Para gerar a recessão histórica
pela qual estamos passando, os erros não foram poucos”, diz o economista Sergio Vale(VEJA.com/VEJA)

Por: Giuliano Guandalini e Marcelo Sakate11/12/2015 às 21:36 - Atualizado em 11/12/2015 às 21:36

"Pode ser que ele tenha sido varrido para o passado e esteja agora entre os canibais hirsutos da Idade da Pedra; ou caído nas profundezas abissais do Mar do Cretáceo; ou esteja fugindo de lagartos grotescos, gigantescos monstros reptilianos dos tempos jurássicos..."

H.G. Wells, em A Máquina do Tempo

A passagem, extraída do epílogo do famoso livro do escritor inglês de ficção científica, pinta, mais de um século depois de sua publicação, um quadro real da viagem ao passado que a presidente Dilma fez o Brasil empreender. Em raros outros momentos da história o Brasil regrediu tão rapidamente em tão pouco tempo. Em certos aspectos, foram cinquenta anos em cinco - mas de atraso! É o caso da indústria. A produção regride continuamente, e a sua participação na produção econômica do país (produto interno bruto, o PIB) desabou para 10,9% em 2014, algo não visto há mais de seis décadas. Sua importância para a economia não era tão baixa desde 1950, ano em que o Brasil festejava a realização de sua primeira Copa do Mundo e vivia o início da industrialização, com a política de substituição de importações e a instalação de fábricas de carros e eletrodomésticos. Foi quando também a televisão chegou ao país, com a TV Tupi, de Assis Chateaubriand. A derrocada da indústria, nos anos Dilma, continua a se aprofundar. A projeção é que entre 2015 e 2016 a sua fatia no PIB ficará abaixo de 10%.

A indústria sem dúvida representa um caso extremo, mas está longe de ser a única vítima do retrocesso. A atual recessão, já classificada como depressão econômica pela sua extensão e profundidade, é a mais severa desde a registrada entre 1981 e 1983. A inflação passou dos 10% e, pela primeira vez desde 2002, deverá encerrar o ano em dois dígitos. Trata-se de um exemplo de como o país voltou a ser assombrado por fantasmas dos quais havia imaginado ter se livrado. Isso para não falar da indústria do petróleo. Depois da descoberta do pré-sal, o governo decidiu reassumir o monopólio da exploração, inspirado pela Lei do Petróleo de 1953, editada por Getúlio Vargas no embalo da campanha O Petróleo é Nosso. Agora, graças às investigações da Operação Lava-Jato e a seus desdobramentos, sabe-se mais claramente o que os petistas tinham em mente quando gritavam "o petróleo é nosso".

O estado das contas públicas é trágico. Retroagiu aos anos anteriores à Lei de Responsabilidade Fiscal, de 2000. O governo funciona no vermelho. Registra déficits recorrentes no seu resultado primário (excluindo os gastos com os juros), algo que não ocorria desde o início da publicação dessas estatísticas pelo Tesouro Nacional, em 1997. O descalabro do Orçamento federal, resultado de uma gastança em um volume superior em muito às possibilidades do país, havia sido mascarado por algum tempo pelas infames "pedaladas fiscais", as manobras contábeis criadas por Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda, e seu secretário do Tesouro, Arno Augustin. A estratégia de usar bancos públicos para financiar o excesso de gastos remonta à chamada "conta movimento", usada à larga nos anos finais da ditadura militar e que se imaginava extinta em 1986. Essa conta teve seu ápice nos anos 70. O Banco Central provia créditos para o Banco do Brasil, que emprestava dinheiro livremente a fim de manter inflada a bolha de crescimento do "milagre econômico". Era a ilusão de que se podia criar riqueza a partir do éter, sem nenhuma base material, apenas imprimindo dinheiro e liberando crédito estatal. Naquele período, alguns economistas ainda imaginavam que os incentivos estatais para os investimentos e o consumo poderiam levar ao crescimento. Mas esse era um mecanismo de uso temporário, em fases de recessão, e não para se tornar a razão de ser de uma política econômica. Qualquer pessoa letrada em economia sabe que o desenvolvimento decorre de incentivos para o investimento privado, de regras estáveis, de concorrência externa, de qualidade da educação e da atuação de trabalhadores qualificados. O capitalismo requer estado, mas o setor privado deve ser o protagonista. Não o inverso. Capitalismo de estado, ao gosto bolivariano, não passa de um socialismo disfarçado ou populismo.

"Depois da última crise do real, em 1999, e da criação da Lei de Responsabilidade Fiscal, convergimos para uma política fiscal sensata", diz o economista Heron do Carmo, professor da FEA-USP. "No fim do governo Lula, a orientação da política econômica começou a mudar, mas os efeitos não foram imediatos porque estávamos em meio ao ciclo das commodities e a economia mundial ainda crescia rapidamente. Houve uma tentativa de incentivar o crescimento por meio de um ativismo fiscal, que gerou diversos desequilíbrios no orçamento. Uma das principais características dessa política foi o represamento dos preços administrados." Para Mantega, entretanto, o modelo fundado no Brasil seria uma "nova matriz econômica", que de nova não tinha nada. De quebra, ela arrasou a economia. Espera-se, apenas, que de maneira não terminal, como há trinta anos.

 

:zamigos:

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A Folha de SP sempre teve um viés de esquerda. Comecei a assiná-la em 1980 qdo a ditadura estava em seus últimos dias e Lula e PT começavam a aparecer como novidades. Assinei o jornal por quase 15 anos, mas deixei de assiná-la, pois a Folha começou a passar por cima dos fatos em razão de seu viés ideológico que pra mim não fazia mais qualquer sentido.

A ditatura já tinha acabado há um tempão, o muro de Berlim que eu conheci (tanto o muro qto o lado oriental) já tinha caído, assim como a União Soviética, a esquerda daqui já era medieval, mas a Folha não largava o osso. Nunca largou e pior, nunca se declarou, sempre quis passar uma imagem apolítica falsa, ou seja, chamar os leitores de idiotas.

Fato!! Até fazia certo sentido a Folha ser mais de esquerda e o Estadão mais direitista. Isso naquela época. Mas hoje tá ridículo! Virou um panfleto partidário, quase no nível do Brasil 247 e Conversa Afiada.

 

Sobre o desastre econômico da gestonta, tem um artigo muito bom no Valor, que explica a total irresponsabilidade da equipe econômica nas pedaladas. Eles inclusive foram alertados pelos técnicos do Tesouro Nacional. E nem assim!

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... Sobre o desastre econômico da gestonta, tem um artigo muito bom no Valor, que explica a total irresponsabilidade da equipe econômica nas pedaladas. Eles inclusive foram alertados pelos técnicos do Tesouro Nacional. E nem assim!

 

O pior é que com impeachment ou não, se ela não perder os direitos políticos e se tornar inelegível ainda vai ter quem vote nela depois de 2018 e vamos ser obrigados ainda a ver essa "filha duma égua" (para não dizer outra coisa) voltar como Senadora, dePUTAda Federal ou até mesmo Governadora de algum "curral eleitoral" mais ou menos como a MARTAXA. :angry2:

 

Tomara que ela não renuncie e fique até o final do processo de impeachment que é para ficar inelegível por pelo menos 8 anos!

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O pior é que com impeachment ou não, se ela não perder os direitos políticos e se tornar inelegível ainda vai ter quem vote nela depois de 2018 e vamos ser obrigados ainda a ver essa "filha duma égua" (para não dizer outra coisa) voltar como Senadora, dePUTAda Federal ou até mesmo Governadora de algum "curral eleitoral" mais ou menos como a MARTAXA. :angry2:

 

Tomara que ela não renuncie e fique até o final do processo de impeachment que é para ficar inelegível por pelo menos 8 anos!

O caso dela será parecido com o do Maluf , Estes políticos sempre tem um eleitorado fiel. Mas eu acho que renuncia até por que vai chegar uma hora que a situação ficará insustentável e ela não vai querer perder os direitos.

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Gente é preciso se informar bem para entender o atual momento. Os tres poderes são equivalentes e seria uma intromissão o Supremo dizer ao legislativo como deve proceder.
Acho que você não entendeu o que eu disse.

http://g1.globo.com/politica/processo-de-impeachment-de-dilma/noticia/2015/12/stf-pode-definir-rito-do-impeachment-em-julgamento-na-quarta-feira.html

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Alguém não pagou a conta e a luz pode ser cortada :risada1:

 

Um golpe na pedra fundamental do impeachment numa semana decisiva.
Por Carlos Fernandes
Com a história aprendemos que há dias que valem por décadas e décadas que não valem dias. Não seria exagero afirmar que esta única semana pode valer por três anos de mandato presidencial no Brasil.
Uma vez aceito o pedido de impeachment da presidenta da República pelo mais desqualificado dos presidentes da Câmara, a semana que se iniciou nesse domingo será o divisor de águas para que se mantenha o curso normal da democracia brasileira ou se declaramos de vez o nosso retrocesso aos idos de 1964.
O retumbante fracasso das movimentações golpistas que se verificou no domingo é o primeiro grande sinal do esfacelamento de um processo nitidamente antidemocrático sem qualquer legitimidade jurídica ou factual que teve início desde os primeiros minutos após a confirmação da derrota de Aécio Neves em outubro de 2014.
Após isso, já na segunda, o principal e mais cínico argumento para a caracterização de crime de responsabilidade por parte de Dilma Roussef sofreu um duro abalo. Ministros do TCU já admitem que podem inocentar a presidenta já que os responsáveis diretos pelas “pedaladas” seriam Guido Mantega e Arno Augustin, ex-ministro da Fazenda e ex-secretário do Tesouro, respectivamente.
Como se não bastasse, a mais nova desmoralização desse processo ilegal e ilegítimo se confirmou nesta terça-feira com a deflagração de mais uma fase da operação Lava Jato. Com autorização do STF, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão justamente nas residências da “pedra fundamental” do golpe, Eduardo Cunha.
Se até então Cunha não possuía as mínimas condições éticas e morais para liderar um processo de impeachment contra uma presidenta democraticamente eleita e na qual não pesam uma única denúncia de corrupção, agora a sua situação ultrapassou a última fronteira do ridículo.
Apoiar um processo dessa natureza instaurado por um cidadão com várias denúncias criminais em tramitação no Supremo Tribunal Federal e que amanhece com a PF batendo à sua porta, é vergonhoso demais até para os padrões que estamos acostumados a presenciar nos partidos de oposição.
Porém, não obstante tudo que já aconteceu até aqui, o dia D para o futuro dessa nação se dará nesta quarta-feira, dia 16, onde dois acontecimentos de extrema importância ocorrerão simultaneamente. Um de caráter jurídico, outro de caráter social.
O plenário do STF julgará a ação movida pelo PC do B para anular todas as decisões tomadas até agora pela Câmara dos Deputados e definirá constitucionalmente os ritos que deverão ser seguidos para o processo de impeachment.
A expectativa é que todos os atos tomados por Eduardo Cunha sejam anulados e que se determine uma nova eleição para eleger a comissão que analisará a admissibilidade do pedido. Desta vez, sem a indecência do voto secreto.
Em paralelo e em contra-posição aos protestos de domingo, o país inteiro sairá às ruas em defesa do Estado Democrático de Direito e do respeito à decisão soberana das urnas e da maioria do povo brasileiro.
Está claro que a batalha pela democracia brasileira, antes de se dar nos tribunais ou nos salões do Congresso Nacional, se dará essencialmente nas ruas. É a maturidade do povo brasileiro em honrar a sua soberania que definirá os rumos dessa nação.
O resultado desses dois acontecimentos serão determinantes para o futuro do país e para a imagem que queremos que o mundo tenha a nosso respeito. Ou demonstramos definitivamente que os princípios constitucionais e democráticos são os valores que nos guiam, ou nos declaramos categoricamente como um país de medíocres.
Esta semana nos dirá.
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Só pra eu entender, o Mantega fez tudo por debaixo dos panos? hum... deixou a Dilma numa saia justa e não avisou? Agora entendi por que trocou ele pelo Levy!

 

Quarta o pais todo vai pra rua, ou final de semana? por que eu não to sabendo, na verdade acho que ninguém ta sabendo...

 

Mas se não há motivo legal nem jurídico pra impeachment, a vergonha deveria ser um deles. Admitir que mentiu descaradamente e afundou as estatais pra ganhar eleição, escondeu números da recessão do pais já em 2014, não entregou ao fim do primeiro mandato o superavit primário que precisamos, não fechou no vermelho por que meteu a mão nos bancos estatais, afundou o país numa recessão de 3,5% em 2015, entrega o primeiro ano do segundo mandato com um rombo de R$ 120 bilhões, não vai entregar superavit primário em 2016 e tudo isso culmina com a perda do grau de investimento.

 

Acabou de vez com o famigerado e mentiroso PAC, secou o BNDES, vai agora ser obrigada a acabar com os preços controlados e a inflação que já é maior que 10% esse ano, vai começar 2016 tão forte quanto...

 

Vergonha de admitir que a competência passa longe isso não tem?

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Quem está brincando é você que acha que somos palhaços de acreditar que é o Cunha que está pedindo o impeachment da Dilma.

Quem está brincando é você de querer vir chamar de golpe algo que está na constituição.

Quem está brincando é você de defender um governo que faliu o país e está sujo de lama até o pescoço.

Quem está brincando é você de vir aqui nos empurrar essa sua ideologia completamente furada, ultrapassada e enterrada na história do século 20.

Você é um fanfarrão, covarde, mal intencionado, cínico, e ainda se acha engraçado.

Cresça e desapareça, cara.

Esse bom conselho lhe custaria uns 1000 reais, mas vai de brinde. Caso contrário seus filhos teriam que trabalhar mais alguns minutos pra gerar esse valor, e você ficaria preocupado com a concorrência... :positivo1:

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