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Ricardo Rico

Coisas do Japão

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Mas Japão é Japão. E vice-versa. Até na Copa de 14 os japa ficavam limpando o lixo na arquibancada.

 

Mais limpeza que isso só a que os nossos políticos fazem nos cofres públicos.

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Horrores do capitalismo: os caras no Japão que moram em cabines de cibercafés

 

Um espectro ronda o Brasil… o espectro do ANTICOMUNISMO! Em toda parte, só se fala disso. A mídia nem cora ao ecoar artigos escritos por reacionários contra o “perigo bolchevique”. E a toda hora, nas redes sociais, perfis de direita idosos e jovens com pouca leitura cuidam de espalhar a ignorância e o terror com histórias sobre as mortes (de comunistas, inclusive) na União Soviética, que acabou há quase 25 anos.

 

Todo esse barulho meio bizarro serve para esconder dos incautos que o capitalismo matou e continua matando hoje em dia milhões de pessoas ao redor do planeta, de fome, de doenças, de pobreza ou por suicídio. A paranóia anticomunista rediviva tenta ocultar dos cidadãos a realidade sobre a falência do capitalismo. Em vários países ditos “desenvolvidos”, a desigualdade social cresce e o abismo entre pobres e ricos se faz cada vez maior. Atualmente, entre os 34 membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), adeptos da economia de livre mercado, México, Turquia, Estados Unidos e Japão ocupam o topo do ranking da desigualdade.

 

No Brasil, ao contrário, a desigualdade vem fazendo movimento oposto e caindo ano a ano. Com todas as críticas que temos ao partido, o modelo adotado pelo PT, que a direita quer substituir, enfatiza a diminuição da desigualdade social. Deixar os neoliberais voltarem ao poder seria o mesmo que assinar embaixo da adoção de um modelo que está aumentando o número de pobres no “primeiro mundo”.

 

cibercaf%C3%A91.jpg

 

Quarta economia do planeta, o Japão é um caso especial: a pobreza não pára de crescer por lá. Hoje, um em cada seis japoneses vive em condição de pobreza relativa, segundo a pesquisa sobre condições de vida do ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar de julho de 2014. O índice de pobreza infantil alcançou 16,3%. São as cifras mais altas da história. Nada menos que 59,9% dos japoneses disseram enfrentar “graves dificuldades econômicas”. Aumentaram também os lares com mulheres como cabeça de família, criando sozinhas seus filhos e com um emprego precário. Em julho passado, o economista-chefe da OCDE, Rintaro Tamaki, alertou para a falta de debate sobre a desigualdade no país.

 

Essa terceiromundização do Japão fica ainda mais impactante quando descobrimos que existe por lá, naquela nação riquíssima, um grupo crescente de pessoas que vivem em cibercafés (lan-houses) porque não conseguem pagar aluguel de um local para morar. É isso mesmo que você entendeu: eles dormem nas cabines com computador, pagando por hora para passar a noite, tomar um banho e usar os depósitos com chave para guardar seus pertences. São chamados de “refugiados dos cibercafés” ou “sem-teto dos cibercafés”.

 

cibercaf%C3%A93.png

 

A desigualdade entre os jovens, um fenômeno inédito na sociedade japonesa, explodiu. Segundo o economista japonês Takuro Morinaga, “este é o legado do que popularmente se chama ‘a idade do gelo do emprego’, período que começou em meados dos anos 1990, quando, depois do estouro da bolha financeira, as empresas interromperam a contratação de recém-formados”. Diminuíram os empregos fixos e aumentaram os temporários, que mantêm trabalhadores ganhando 40% menos e em condições instáveis, chamados de “freeters” (jovens que saltam de um emprego temporário a outro).

 

Em março deste ano foi lançado um documentário curto sobre os refugiados dos cibercafés a partir do trabalho da premiada fotógrafa Shiho Fukada sobre os “trabalhadores descartáveis” no Japão. Além deste, há outros dois episódios: um sobre os suicídios de trabalhadores por excesso de trabalho na década de 1990 e outro sobre o número de desempregados e idosos em Osaka, a maioria deles sem-teto (assista a todos aqui).

 

cibercaf%C3%A94.png

 

O documentário sobre os sem-teto dos cibercafés, com legendas em inglês, mostra um pouco da rotina de Fumiya, um segurança de 26 anos que mora há dez meses num cibercafé. E a de Tadayuki Sakai, que, após deixar seu emprego de 20 anos numa empresa de cartão de crédito, se “mudou” para uma cabine. São seres, sobretudo, solitários. “Não tenho nada que me prenda ao Japão”, diz Sakai. “Só posso contar comigo mesmo.”

 

O mundo de “oportunidades” do livre mercado pelo visto não é para todos. Este é o primeiro de uma série de posts do blog sobre os horrores do capitalismo –que são atuais, não é coisa de um século atrás. Vem muito mais por aí. Assista o doc.

 

https://player.vimeo.com/video/121705174

 

UPDATE: um leitor mandou para mim outro vídeo, curto (na verdade um trailer), da brasileira Raquel Diniz sobre a situação dos idosos sem emprego em Osaka, onde existe uma favela escondida. As sobras do capitalismo. “O Brasil devia seguir o exemplo do Japão”, diz a direita. Será?

 

https://www.youtube.com/v/-PODgWEDerY

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Complicado. Meu irmão está em uma cidade a 170km de Osaka com esposa e filha faz 15 dias hoje.

 

A propósito, seja bem vindo novamente Dox! :zamigos:

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Se arrependerá amargamente por esta frase :boxing:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Zuação :woot:

 

O bom e velho Dox! :zamigos:

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Interessante o texto petista mais longo logo acima, porém, sendo professor doutor em geografia, especializado em ciências humanas, venho aqui expor o meu parecer sobre o texto, com base no que vivi, vi, e estudei lá durante os oito anos em que exerci a profissão de professor por aquelas bandas. Tenho inclusive artigo publicado sobre a crise de 2008/2009, como também os efeitos do terremoto de 2011 em PDFa, caso algum queira se informar melhor.

 

Segue:

 

O texto além de tendencioso, inventa dados para convencer o leitor de que o Japão, para os japoneses, está sofrendo um processo de "terceiromundialização", um termo até então nunca usado, e carregado de... conversa fiada... O país sofreu sim os efeitos da crise mundial de 2008/2009, milhares perderam emprego, principalmente os estrangeiros que estavam por lá curtindo a bonança até então.

 

Alguns japoneses, que já possuíam dívidas antigas, mas ligadas ao jogos de azar, perderam emprego por serem péssimos funcionários, e como tais, velhos e ultrapassados, não conseguiram mais se encaixar no mercado de trabalho, indo trabalhar em atividades de pouca remuneração, como reciclagem de lixo, como um dos vídeos da página mostra algo semelhante.

 

Agora, afirmar que 16,9% das crianças estão na pobreza, é um exagero absurdo. E quem é realmente pobre, recebe do governo japonês uma ajuda de custo para se manter, há várias décadas. Esse número real deve ser 1,6%, chutando alto. Aliás, as fontes citadas no texto são de um vazio clamoroso...

 

Sobre as mulheres solteiras, que criam os filhos sozinhas, sim, hoje tem mais do que antes, mas muito mais por causa da sem-vergonhice delas ou dos parceiros que somem no mundo, e mesmo assim o governo dá ajuda nestes casos, elas pagam 30% do valor normal de um aluguel, 10% apenas do valor de consultas ou remédios para elas e o filho! independente da renda e nacionalidade. Mais uma balela petista.

 

Aí vem a pior, 1 em cada 6 japoneses estão em situação de pobreza relativa disseram. Bom, a minha renda, como professor estrangeiro, era 3/4 da renda do trabalhador comum no Japão (sem formação), ainda sim se eu quisesse eu trocava de carro todos os anos, viajava para dois ou três países nas férias, comprava um monte de eletrônicos e muito mais. Então, se levarmos em conta que os mesmos vermelhos consideram classe média no Brasil quem ganha acima de 1000 reais, é um negócio sensacional ser relativamente pobre no Japão...

 

Sobre os cybercafes, realmente isto ocorre. Enfim algo verdadeiro né... Porém... São em sua maioria jovens, do tipo vagabundo sem futuro, que não se formou em nada e nem quer, e vivem de bicos, tipo, segurar placas de promoções nas esquinas. Como um cybercafe lá oferece cabine fechada, nada a ver com capsula, uma poltrona linda, enorme e reclinável, café da manhã, guarda-volumes e banho, realmente é mais barato do que alugar um apartamento, aí os vagabundos fazem a festa. Porém, depois de dois dias eles saem a procura de outro, pois o pessoal do cyber não permite isso.

 

Abraços

 

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... Sobre as mulheres solteiras, que criam os filhos sozinhas, sim, hoje tem mais do que antes, mas muito mais por causa da sem-vergonhice delas ou dos parceiros que somem no mundo, e mesmo assim o governo dá ajuda nestes casos, elas pagam 30% do valor normal de um aluguel, 10% apenas do valor de consultas ou remédios para elas e o filho! independente da renda e nacionalidade...

 

Isso eu posso confirmar, minha sobrinha "mãe solteira" voltou grávida do Japão e depois que o menino nasceu e a coisa apertou aqui no Brasil voltou novamente para o Japão e lá obteve esses benefícios sim, mesmo sendo brasileira.

 

 

...Aí vem a pior, 1 em cada 6 japoneses estão em situação de pobreza relativa disseram. Bom, a minha renda, como professor estrangeiro, era 3/4 da renda do trabalhador comum no Japão (sem formação), ainda sim se eu quisesse eu trocava de carro todos os anos, viajava para dois ou três países nas férias, comprava um monte de eletrônicos e muito mais. Então, se levarmos em conta que os mesmos vermelhos consideram classe média no Brasil quem ganha acima de 1000 reais, é um negócio sensacional ser relativamente pobre no Japão...

 

A sogra do meu irmão (brasileira) que mora no Japão ganha metade do salário mínimo japonês, tem casa (apartamento popular cedido pelo governo), tem carro e todo ano viaja para algum país. Já conheceu Malásia, Cingapura e este ano pretende ir conhecer a Coréia do Sul, realmente é um negócio sensacional como você mencionou.

 

Quando um brasileiro que ganha meio salário mínimo consegue essa façanha?

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Interessante o texto petista mais longo logo acima, porém, sendo professor doutor em geografia, especializado em ciências humanas, venho aqui expor o meu parecer sobre o texto, com base no que vivi, vi, e estudei lá durante os oito anos em que exerci a profissão de professor por aquelas bandas. Tenho inclusive artigo publicado sobre a crise de 2008/2009, como também os efeitos do terremoto de 2011 em PDFa, caso algum queira se informar melhor. Segue: O texto além de tendencioso, inventa dados para convencer o leitor de que o Japão, para os japoneses, está sofrendo um processo de "terceiromundialização", um termo até então nunca usado, e carregado de... conversa fiada... O país sofreu sim os efeitos da crise mundial de 2008/2009, milhares perderam emprego, principalmente os estrangeiros que estavam por lá curtindo a bonança até então. Alguns japoneses, que já possuíam dívidas antigas, mas ligadas ao jogos de azar, perderam emprego por serem péssimos funcionários, e como tais, velhos e ultrapassados, não conseguiram mais se encaixar no mercado de trabalho, indo trabalhar em atividades de pouca remuneração, como reciclagem de lixo, como um dos vídeos da página mostra algo semelhante. Agora, afirmar que 16,9% das crianças estão na pobreza, é um exagero absurdo. E quem é realmente pobre, recebe do governo japonês uma ajuda de custo para se manter, há várias décadas. Esse número real deve ser 1,6%, chutando alto. Aliás, as fontes citadas no texto são de um vazio clamoroso... Sobre as mulheres solteiras, que criam os filhos sozinhas, sim, hoje tem mais do que antes, mas muito mais por causa da sem-vergonhice delas ou dos parceiros que somem no mundo, e mesmo assim o governo dá ajuda nestes casos, elas pagam 30% do valor normal de um aluguel, 10% apenas do valor de consultas ou remédios para elas e o filho! independente da renda e nacionalidade. Mais uma balela petista. Aí vem a pior, 1 em cada 6 japoneses estão em situação de pobreza relativa disseram. Bom, a minha renda, como professor estrangeiro, era 3/4 da renda do trabalhador comum no Japão (sem formação), ainda sim se eu quisesse eu trocava de carro todos os anos, viajava para dois ou três países nas férias, comprava um monte de eletrônicos e muito mais. Então, se levarmos em conta que os mesmos vermelhos consideram classe média no Brasil quem ganha acima de 1000 reais, é um negócio sensacional ser relativamente pobre no Japão... Sobre os cybercafes, realmente isto ocorre. Enfim algo verdadeiro né... Porém... São em sua maioria jovens, do tipo vagabundo sem futuro, que não se formou em nada e nem quer, e vivem de bicos, tipo, segurar placas de promoções nas esquinas. Como um cybercafe lá oferece cabine fechada, nada a ver com capsula, uma poltrona linda, enorme e reclinável, café da manhã, guarda-volumes e banho, realmente é mais barato do que alugar um apartamento, aí os vagabundos fazem a festa. Porém, depois de dois dias eles saem a procura de outro, pois o pessoal do cyber não permite isso. Abraços

Liga não cara. A máquina petista, baseada em Goebbels, de difundir inverdades, tá rodando solta pelo nosso infeliz país. Eles roubam e dizem que os outros roubam. Eles mentem e dizem que os outros mentem. Falam em socialismo mas metem milhões no bolso, desviados dos cofres públicos. Censuram a opinião e se dizem progressistas e libertários. Dizem que são democratas mas querem implantar uma ditadura.

E assim DEScaminha a humanidade.

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Nakagin Capsule Hotel Tower

 

Na época da facul, essa construção chamou a atenção da galera, pois era uma alternativa interessante para o problema de habitação em locais densos.

 

Era largamente utilizada por quem só precisava de um banho ou dormir ... permanecer muito tempo seria depressivo.

 

Consistia de uma estrutura central que recebia as capsulas habitacionais com a demanda.

 

Uma pena saber que virou ruina.

 

 

nakagin%20box%20details.jpg

 

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5nagasin.jpg7nagasin.jpg

 

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