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  1. Holden Efijy - Carro conceito australiano com motor de Corvette para comemorar os 50 anos da Holden em 1998
  2. Segredo Este será o novo Omega Omega CD 3.6 2008 - Sedã Máximo da GM - Avaliação Por Auto Direto Modelo australiano que deu origem ao nosso sedã acaba de ganhar nova geração 17/07/2006 11:10 - FastDriver O mercado de sedãs ganhará mais uma novidade em breve. A Chevrolet deverá trazer para o Brasil a nova geração do Omega, seu modelo mais luxuoso à venda aqui. O Holden Commodore, sedã australiano no qual o Omega é baseado, foi lançado neste fim de semana o que significa uma mudança breve no Chevrolet também. Esta é a 4ª geração do Commodore – a 1ª foi lançada em 1978 e a atual, em 1997 – e a que mais recebeu investimentos da marca ( US$ 1,23 bilhão). Tudo isso tem uma razão, o fato de a GM pretender usar o novo Holden Commodore como sedã de luxo não só no Brasil como também na Europa, substituindo o Omega europeu. Visual renovado A Holden não deixou quase nenhum sinal do antigo carro no novo projeto. O visual está mais jovem e com algumas características que lembram modelos da concorrência, caso da lateral na traseira (com ar de Mégane Sedan) e a entrada de ar à frente da porta, copiada da BMW. O interior agora está mais organizado e mais intuitivo, onde predomina a cor azulada dos instrumentos. Não se sabe ao certo se o carro cresceu já que a Holden ainda não liberou a ficha técnica do modelo. O Commodore terá dois motores disponíveis, um V6 de 3.6 litros com potência entre 245 e 265 cv, e um V8 de 6 litros com 367 cv. Em relação a transmissões, uma das versões ganhará o câmbio automático de 6 marchas derivado o do Cadillac STS. Quando chega? A Chevrolet importa o Holden com volante do lado esquerdo e pequenas mudanças para o nosso mercado desde 1998. Hoje o modelo vende em torno de 50 unidades por mês num segmento dos mais competitivos. A expectativa é que a nova geração seja lançada no começo de 2007, afinal vão ser precisos alguns meses para a mudança na linha de montagem australiana, além da adaptação ao nosso país. Mas que o Omega não será mais o mesmo, isso é certo. Fonte: http://www.fastdriver.com.br/site/noticia/not793_15.asp#foto MERCADO Total de veículos vendidos no Brasil a partir de 2008: Chevrolet Omega Quarta geração - plataforma Zeta (a mesma do Camaro de quinta geração) 2008 860 2009 618 2010 1 2011 644 2012 360 Total 2483 CHEVROLET http://www.autoracing.com.br/forum/index.php?showtopic=69212&p=1968124 O CAMARO 4 portas http://www.autoracing.com.br/forum/index.php?showtopic=77747&p=2049824 HOLDEN COMMODORE | Youtube https://www.youtube.com/watch?list=PLJs71i6NiS5VAKjxzUl8JCAIyjJyrptem&v=lh31hhfhPyc
  3. Acabei de devolver um CHEVROLET Prisma MAXX 1.4 Econoflex 4 portas com Ar Condicionado! E o resultado foi este: Posição de dirigir: Os bancos do carro acomodam bem e só. Os instrumentos são os mínimos (não tem conta-giros) entretanto são bem claros, mostram bem as principais funções. O volante tem um bom tamanho, não é pequeno e nem grande, no tamanho certo, entretanto não tem ajuste de profundidade e angulação. Resumindo a posição de dirigir não seria ruim se no meu caso com 1,78m o final do parabrisa e início do teto não ficasse raspando no meu cabelo (mesmo problema já detectado no Celta), gosto de dirigir com o banco em uma posição bem reta que dê um bom apoio às costas e nesse caso o teto fica raspando no topete. Direção: A direção hidráulica dá alguns sustos de vez em quando, é bem leve inclusive em velocidade, dar guinadas bruscas quando se pretende mudar de faixa de direção ou virar tanto à esquerda quanto à direita em uma condução mais esportiva é comum e exige cuidado e atenção nessas situações. Espaço Interno: O mesmo do Celta, bem razoável para até 4 ocupantes, acima disso complica. Conforto: Acabamento espartano, possui o básico, como vidros elétricos apenas na frente e ar condicionado por exemplo, e este é mediano, não é digital e demora um pouco para gelar sobretudo se o carro está cheio e o dia muito quente, além de não possui difusor de ar para quem vai atrás. A profusão de plásticos duros é absurda entretanto até pode ser considerada normal em um carro dessa categoria, afinal como já foi relatado aqui antes até carros de maior cilindrada (1.6 por exemplo) são assim hoje em dia e até que a qualidade do material utilizado não é das piores. Suspensão: Ruim do ponto de vista do ruido, não sei se porque o carro além de ser de locadora já estava com 17 mil km, o que já é muito nesse caso mas a suspensão era um pouco barulhenta a ponto de até interferir no som do rádio do carro, entretanto não era barulho de nada solto ou precisando de ajuste ou troca, a mim pareceu que era mesmo o som característico do funcionamento dela e a movimentação de seus componentes. Fora isso é eficiente, não é dura e nem macia demais, diria no ponto certo. Motor: Me pareceu bem esperto,óbvio dentro de suas limitações mas assim mesmo me surpreendeu, andou melhor que alguns 1.6 que já testei, como o Fiesta por exemplo. Poderia dizer que teve o mesmo desempenho do Voyage 1.6 ou até mesmo pouca coisa melhor, surpreendente. Câmbio: Bom, bem dimensionado para a proposta do carro. Pontos Negativos: Consumo, rodei 91km, o carro consumiu 11,5l, gastei R$ 23,02 com o álcool à R$ 1,999 com um consumo de 7,6km/l em uso misto, cidade 70% e estrada 30%. Pontos Positivos: Tem um porta-malas bem dimensionado para o tamanho do carro. Considerações Finais: Não é nenhum primor de carro, aliás é bem simples, entretanto se mostrou robusto e esperto para uso diário e pode-se estacionar em qualquer canto, ninguém nem olha, perfeito para o dia a dia. A pergunta crucial: Independente de preço ou poder aquisitivo, você compraria este carro? Em princípio não, mas se a proposta fosse, uso urbano, para o dia a dia, podendo estacionar em qualquer lugar sem preocupação, acho que talvez sim.
  4. Chevrolet Onix LT 1.0 No 1º turno das Eleições Municipais (15NOV20) precisei de um carro para ir a São Caetano do Sul/SP e o carro locado desta vez foi um Chevrolet Onix LT com motor 1.0 aspirado. Avaliação do Carro: Posição de dirigir: O carro não tinha bancos em couro e nem ajuste elétrico - nem mesmo para o motorista - mas acomodava bem e a regulagem era facilitada por uma alavanca a esquerda que controlava a altura do assento e não apenas a distância para os pedais que todo carro tem, e possuía ainda regulagem da angulação do encosto através de uma outra alavanca menor ainda a esquerda em formato de vírgula invertida que cumpria bem sua função com ajustes milimétricos. Já o volante me pareceu de um tamanho ideal, nem pequeno e nem grande, com base levemente reta, permitia a visibilidade dos principais instrumentos do painel mas não tinha ajuste de angulação e nem de profundidade (mais próximo ou mais afastado do peito do motorista). Existia ainda do lado direito os controles de volume e de troca de estações do rádio que ficava inserido na multimídia e botões para atendimento de ligações telefônicas. Do lado esquerdo haviam teclas para o controle do limitador de velocidade. Confira: O painel de instrumentos era bem resolvido, mostrava bem as principais funções e o velocímetro possuía algarismos grandes de fácil leitura da velocidade de deslocamento do carro. Também possuía conta-giros do motor, o famoso tacômetro. Continha ainda um computador de bordo, com informações de consumo instantâneo, autonomia, velocidade, odômetro total e 2 odômetros parciais. Uma das funções do computador de bordo era também alertar sobre panes e a unidade locada mostrava a seguinte informação toda vez que era dada partida no motor, confira: Ao que parece um dos pneus, mais precisamente o traseiro direito não estava enviando informações ou até estivesse enviando mas o computador de bordo é que não estava captando, confira: Perceba que a informação da pressão dos pneus é dada em kPa ou Quilo pascal e a grande maioria dos calibradores dos postos de combustível no Brasil é em psi ou Libras por Polegada Quadrada, desta forma é preciso converter para saber com qual pressão está cada pneu, e 1 kPa é igual a 0,145038 psi, então fica assim: O dianteiro esquerdo que estava com 244 kPa estava com 35 psi - o dianteiro direito que estava com 240 kPa estava com 34 psi por fim o traseiro esquerdo que estava com 248 kPa estava com 36 psi Na devolução do carro conversando com um dos donos da locadora ele informou que esta pane é recorrente. Que já foi reportado em revisões e que a concessionária resolve o problema mas dados 2 ou 3 dias a pane voltar a aparecer, é problema crônico do carro. Note também que além da informação de falha na captação da pressão do pneu traseiro direito a mesma tela acusa no topo a esquerda que 3 ocupantes do carro estavam sem cinto de segurança, sendo que o único ocupante do carro era o motorista, no caso eu mesmo. Os pedais de acelerador, freio e embreagem ficavam a uma boa distância uns dos outros, sem correr o risco de acionar um querendo acionar outro. Já o tapete do lado do motorista era o original do carro e possuía travas que colaboram para que o tapete permaneça sempre na posição ideal sem deslizar e sem interferir no acionamento dos pedais, confira: Entretanto eu percebi que o tapete se movia mesmo com as travas, achei aquilo bem estranho e resolvi dar uma conferida, e não é que os pinos das travas que deveriam estar fixadas no assoalho do carro não estavam! Confira: Note que havia um plástico entre o tapete e o carpete do carro, isso porque tinha um aviso bem claro no tapete informando de que ele não deveria ser colocado sobre outro tapete, confira: Confesso que foi difícil entender o que estava acontecendo. Mas, muito provavelmente o carro veio sem os tapetes da fábrica que devem ter sido instalados na concessionária que por sua vez simplesmente deve ter se esquecido de fixar os pinos das travas do tapete no assoalho do carro. Resumindo, o tapete do lado do motorista até era o original do carro, mas era quase inútil, assim como um tapete genérico sem fixação. Para finalizar, a alavanca do comando de acionamento das setas de direção e a alavanca do comando de acionamento do limpador de para-brisas possuíam comando do tipo "toque leve" daquele que basta encostar na alavanca e as setas ou o limpador já são acionados, sem precisão de acioná-las de fato. Por fim, o carro possuía regulagem de altura do ponto de fixação na coluna do cinto de segurança do lado do motorista. No geral, a posição de dirigir era bem agradável. Espaço interno e conforto: Ruim se você tem família, esposa e filhos por exemplo, mas se você é solteiro ou solteira ou até mesmo casado com no máximo dois filhos e usa o carro apenas no dia a dia para trabalhar ou se deslocar em pequenos trajetos sobretudo na cidade grande, cumpre bem o objetivo e como o usei apenas para viajar para São Caetano do Sul e sozinho, nessas condições, sobrou espaço. No quesito conforto ele tinha um acabamento bem espartano como todo carro dessa categoria. O carro também possuía função "um toque" para todas as teclas de acionamento dos vidros elétricos, tanto os dianteiros quanto os traseiros e os vidros eram todos devidamente fechados ao se acionar o alarme pela chave do carro que era de perfil dobrável do tipo canivete e possuía também comando de abertura do porta-malas. Entretanto, uma leve pane não conseguia fechar o vidro traseiro direito. ele começava a subir parava no meio do caminho e retornava para a posição "aberto". No painel de instrumentos o computador de bordo alertava para a necessidade de abrir e fechar o vidro para que se tivesse algum objeto impedindo ele de fechar que ele pudesse com esse movimento de subir e descer eliminar o problema e funcionar corretamente. Fiz isso umas duas vezes e a pane permaneceu. Era como se o sistema anti-esmagamento do vidro detectasse alguma mão ou braço impedindo de fechar o vidro e esse por sua vez reabria e permanecia aberto. Resolvi fechá-lo de vez e não me preocupar mais com ele, afinal estava viajando sozinho e não precisava abrir o vidro traseiro. Acontece que na viagem de volta para Belo Horizonte, para facilitar a renovação do ar da cabine, eu fui abrindo todos os vidros do carro quando parava em algum pedágio, como são 8 pedágios de São Paulo até Belo Horizonte no penúltimo a pane sumiu do computador de bordo e o vidro passou a funcionar corretamente de tanto que eu abri e fechei o tal vidro. Para finalizar o assunto "Espaço interno e conforto", o Onix 1.0 LT possuía direção eletro assistida (um motor elétrico te ajuda a girar o conjunto de direção ao invés de usar uma bomba hidráulica) e progressiva o que permitia uma condução muito segura, era mole apenas quando necessária, em manobras e em baixa velocidade. Do resto não houve do que reclamar. Ar condicionado: Não era digital e não possuía difusor de ar para quem vai no banco de trás e em tempos de pandemia de Coronavírus optei por não utilizá-lo. Desde o início da pandemia tenho alugado carros para me deslocar para São Caetano do Sul e tenho optado por não utilizar o sistema de ar condicionado. Em todos os carros que aluguei neste período, o Onix Joy, o Argo, o Ka e o Polo, em velocidades a partir de 80 km/h eu opto por subir todos os vidros do carro e caso precise esfriar o ambiente interno é suficiente a utilização do ventilador elétrico, seja na velocidade mínima, seja na velocidade máxima, optando ainda pela circulação do ar interno sem a entrada de ar externo quando passo por alguma queimada na rodovia ou algum caminhão poluidor e fedorento nas subidas e elevações. Eu não tive problema algum com isso com este Onix 1.0 LT. A entrada de ar externo do carro é comandada por um botão que te obedece sempre, se eu quisesse o ar externo aberto bastava apertar a tecla, simples, prático e obediente como todo carro deve ser. O motivo de manter os vidros fechados acima de 80 km/h é por conta da economia de combustível. Pois a resistência do ar só influencia no aumento de consumo de combustível na rodovia, geralmente a partir dos 70km/h ou 80km/h (dependendo do modelo do carro). Isso porque a aerodinâmica do vento a até 50 ou 60km/h é praticamente insignificante. Em viagens com velocidades superiores a 70km/h, o consumo de combustível com os vidros abertos pode ser até 25% mais alto do que com o ar-condicionado ligado. (Confira a matéria completa sobre este assunto clicando aqui) Vida a bordo: Em termos de facilidades a bordo o Onix LT 1.0 possuía um excelente kit multimídia inclusive com tela sensível ao toque e dessa vez não tive problema algum em "plugar" o meu aparelho de MP3 "gordinho" e ouvir minhas músicas preferidas, explico: em quase todos os carros que aluguei este ano, o Onix Joy, o Argo e o Ka não tive problema algum em "plugar" o meu aparelho de MP3 na multimídia ou nos rádios desses carros e assim poder ouvir minhas músicas preferidas, afinal são mais de 600 km entre São Caetano do Sul e Belo Horizonte então é preciso ter bastante áudio previamente gravado para enfrentar de 7 a 8 horas de viagem. Acontece que tive sérios problemas com a multimídia do Volkswagen Polo que aluguei anteriormente sendo obrigado a viajar a maior parte do tempo com o sistema de som desligado optando por eu mesmo cantar alguma música quando dava na telha. (consulte o artigo sobre o Volkswagen Polo na íntegra clicando aqui) Nível de ruído: Não foi observado nenhum ruído excessivo que pudesse ser relatado aqui. Suspensão: A suspensão não é um primor do silêncio como aquelas dignas de carros luxuosos, mas mostrou-se satisfatória, absorve bem os impactos e o barulho de pisos irregulares, já vi mais silenciosas mas apenas em carros de categoria superior. É preciso considerar também que o carro estava com apenas 3.686 km e como tal todos os componentes da suspensão estavam bem justos e novos. Motor: Só dava partida pisando-se na embreagem e parecia estar bem dimensionado para o carro pois respondia bem em todas as situações. O motor 1.0 do Onix era um 3 cilindros moderno e 12 válvulas (4 por cilindro), com 82 cavalos abastecido com etanol e 78 cavalos quando abastecido com gasolina, ambos a 6400 rpm. Parecia ter potência suficiente para atender a proposta do carro e em nenhum momento percebi alguma falta de potência ou batidas de válvulas em subidas íngremes, ou seja, pode não ser nenhuma maravilha de motor mas atende bem no trânsito urbano e até na rodovia com apenas o motorista a bordo. Câmbio: A relação é boa, as 6 marchas são bem escalonadas, os engates são precisos. E na rodovia a 6ª marcha dá uma folga ao motor que mantem a rotação em torno de 3.200 rpm a uma velocidade média de 110 km/h que é o limite de velocidade máxima na maior parte do trecho da viagem. Segurança: O Onix atual foi testado e avaliado pelo Latin NCAP em Novembro de 2019 o qual obteve a melhor nota já conquistada por um carro do ranking de carros mais vendidos: 5 ESTRELAS mais o ADVANCED AWARD*, confira (clicando aqui) Ou seja, este é o carro mais seguro do ranking dos 10 carros mais vendidos do Brasil nos últimos 10 anos. *ADVANCED AWARD é um prêmio de reconhecimento àqueles modelos 5 estrelas que oferecem tecnologias para prevenção de acidentes e mitigação de lesões a pedestres como equipamento opcional ou padrão. Aqui o vídeo do teste do Onix no Latin NCAP: E assim termina a primeira parte desta avaliação. Continua... Ricardo Rico Membro da equipe Avalia Carros, Ricardo Rico é Instrutor de Trânsito formado pelo CEVAT credenciado pelo DETRAN/SP e também é DOV - Despachante Operacional de Voo. O ONIX já foi testado e avaliado anteriormente mas era o modelo com motor 4 cilindros. Acesse: https://www.avaliacarros.com/2020/08/avaliacao-onix-joy-test-drive-estendido-2
  5. O Impala voltou a ser fabricado nos Estados Unidos, algumas fotos: Carrão! Fonte: http://www.chevrolet.com/impala/photogallery
  6. Making Strides Test Drive Chevroletp4 By Weseloh Chevrolet Quem for maior de 21 anos e fizer Test Driver nas concessionárias participantes nos Estados Unidos nos dias 5 e 19 de outubro, 2 e 16 de novembro a CHEVROLET contribuirá com US$ 10 para American Cancer Society http://www.cancer.org/
  7. CT4 - Prepare For Launch By Cadillac Canada
  8. DETROIT - Chevrolet Cruze, o carro mais vendido da marca em todo o mundo, já ultrapassou 3,5 milhões de vendas globais, um marco para a Chevrolet que prepara-se para apresentar a próxima geração do Cruze em 24 de junho de 2015. O Cruze é vendido em 115 países. Os mercados globais principais incluem a China, Estados Unidos, Brasil e Canadá. By General Motors Tópicos sobre o Chevrolet Cruze modelo anterior: Chevrolet Cruze | Daewoo Lacetti Premiere IGNIS OU CRUZE? https://www.autoracing.com.br/forum/index.php?showtopic=78291
  9. A Vauxhall Motors http://www.vauxhall.co.uk/ é uma empresa britânica de automóveis de fabricação e distribuição em países onde a direção fica do lado direito do carro, sua sede é na cidade de Luton, na Inglaterra, sendo uma empresa afiliada a alemã Adam Opel AG, sendo ambas de propriedade da empresa estadunidense, General Motors (GM). Basicamente fabrica os mesmos automóveis que a Opel. Saiba mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vauxhall Já a VAUXHALL VXR http://www.vauxhall.co.uk/microapps/vxr/ é a divisão de alto desempenho da Vauxhall e fabrica essas belezuras aqui: VXR Range 2015 By VXR https://www.youtube.com/channel/UCb54X-BuZwlmj1M2GuGm3Tw
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