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Guilherme

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  1. Olha cara, eu estou com você nessa, totalmente. O Albon sequer estava lado a lado no início da freada, mas a diferença de velocidade era tamanha que ele emparelhou, contornou mais rápido por fora, tracionou um abismo a mais na saída de curva, já tinha deixado ele pra trás... e o Hamilton não tinha como impedir o toque? O Albon não podia ter sido mais correto na manobra que fez. O Hamilton nunca foi um piloto sujo, pois é tão bom no controle do carro que não precisa apelar, e até por isso é de se desconfiar dele não ter tido intenção de tocar no cara... Houve uma outra situação semelhante, acho que quando o Leclerc passou o Norris, e o Norris recuou mesmo por dentro, pois viu que o outro já tinha ocupado o espaço externo, tinha que admitir.
  2. O único sujeito nesse planeta que pode tirar o Hamilton do equilíbrio é o Alonso. Mas vai ficar meio difícil de ele conseguir se aproximar, já que o carro não recomenda. Toda a esperança do Alonso está em cima da revolução nos carros pra 2022. Vai ser a última e derradeira tentativa. Em 2009 o regulamento mudou radicalmente e o jogo de forças também. Vai que dessa vez isso acontece de novo... Achei culpa total do Hamilton na disputa com o Albon. O cara vinha de pneu novo e visivelmente com muito mais momento, ia passar uma hora ou outra, mas tinha que completar a manobra ali mesmo - vai saber quanto tempo o pneu duraria com grip especial, e ele queria ir pra cima do Bottas. Eu acho que o Hamilton deixou espalhar e "ofereceu" sua dianteira esquerda à traseira direita de um garoto que ainda deve passar pelo batismo do veterano... Baita pecado. Mas...
  3. Pode até aceitar, mas primeiro o Hamilton tem que sair de lá. Se dinheiro não é mais problema pra ele, como diz, o que ele vai fazer lá? Tomar pau dum cara que é o rei dentro da equipe? Ele já perdeu até quando tinha uma equipe ao redor dele...
  4. Campeão não, mas ele podia ter ido mais longe. É só ver este medíocre do Grosejan enganando há dez anos. O Nelsinho era mais piloto do que ele. Talvez um vencedor de corridas, frequentador assíduo de pódios. Ele tinha o melhor assessoramento possível (pai), mas o orgulho do Nelsão não quis deixar barato a sacanagem que o Briatore fez com ele quando o descartou pra colocar o francês bem abastado filho de sócio de grupo financeiro de investimento. Essa história do Tarso é muito boa, deu pra dar boas risadas com ele contando no vídeo que gravou da entrevista. Claro que ele aumentou bastante coisa, e se foi procurado pelo Briatore, foi como parte de uma tática comummente usada pra aumentar poder de barganha com os pilotos que eles realmente cobiçam. Ele falando que poderia ter estado no lugar do Alonso quando este foi campeão é engraçado, mas que ele poderia ter chegado a um nível como Trulli ou Fisichella se assinasse os dez anos, não acho impossível, mas bem difícil de acreditar, bastando ver a a carreira pregressa de todos para avaliar. Acho que os melhores brasileiros na F1 depois do Massa foram mesmo o Nelsinho e o Nasr. (teve mais alguém? risos)
  5. Se for verdade que a Ferrari ofereceu diminuição de salário por 1 ano de contrato, sem que isso tenha relação com a paralisação, foi o mesmo que demitir o Vettel, apenas com a elegância de praxe em uma grande corporação. Mas eu creio que, se isso realmente aconteceu, a alegação é de que é um ajuste para estender o contrato, que deveria valer só até 2020, para 2021, já que essa temporada está meio assassinada comercialmente, e a redução seria justificada pela quebra na economia. Porém, contra um megacampeão mundial, 40 mi anuais, logo depois de um acerto por muitas temporadas com um companheiro novo que desmoralizou publicamente o número 1 da equipe corrida a corrida, isso não pode ser tratado como mais do que mera alegação... Foi como falar em bilhete azul pra ver se o cara se manca que não o querem mais. Possíveis alternativas pro Vettel: McLaren-USA-Liberty-Zak-Brown, Renault (em caso de o Ricciardo sair), quem sabe essa nova Aston Martin, que terá investimento de fábrica... ou ir pra casa escrever sua biografia.
  6. Por mim, se não tiver corrida nem campeonato, não fará diferença nenhuma. A Fórmula 1 já está se preparando pra 2021, mas como deve haver uma espécie de "carência" entre as decisões das novas regras e a implantação das mesmas, ficou este 2020 morto em que tudo permanecerá igual e o Negão vai dominar numa temporada ainda mais sem graça do que já foi em 2019. Até os pneus serão os mesmos do ano passado. Ou seja, temporada pra cumprir tabela. Esta é minha opinião sobre cancelamentos e sobre o que vai acontecer na temporada quando ela rolar...
  7. Não que algum destes "Red Boys" seja um gênio injustiçado que está à altura do Max, mas eu acho que o Gasly é melhor do que comercial Alexander Albon. É mais fácil entrar na equipe tendo uma referência fixa do que precisa fazer, e foi isso o que aconteceu com ele. Bastava andar na linha, sem se preocupar com o Max, e ter resultados regulares (sexto colocado estava bom) que ele já superaria aparentemente o Gasly, que entrou às cegas no começo da temporada com a pressão de que ter que se mostrar um combatente pro holandês. A Red Bull ainda não achou um novo cara realmente bom. Eles perderam o Sainz (que tem orientação boa e saiu assim que viu que a batata dele já estava assando), e agora estão tendo que andar em círculos, reapostando em Kvyat e terão que remar até achar alguém que possa tirar todos os trunfos da mão do seu pupilo...
  8. É uma lástima ver um piloto do gabarito do Alonso fora da Fórmula 1. Não se acha um cara do talento dele em qualquer instante. A Fórmula 1 é um lugar para gênios. Só deve haver lugar para promessas das categorias de acesso que ainda estão em estágio probatório, ou caras que ainda não podem ser taxados de derrotados, entre os que já acumularam experiência. Pouco importa sua falta de "inteligência emocional", como dizem, se ele for comparado com pilotos do naipe de Pérez, Grosejan, Magnussen, que só fazem peso na categoria, ou por terem um agenciamento forte, ou porque são os famosos "cotistas" (representantes de um mercado que a Fórmula 1 quer atingir). O Alonso é um dos poucos caras com nível técnico e conhecimento do Hamilton para conseguir combatê-lo num campeonato, e não se pode prescindir desse elemento nisso. O grande erro do Alonso na carreira - se é que se pode chamar isso de erro - foi o tumulto que ele criou dentro da McLaren, por ter sido surpreendido por um companheiro novato cuja dimensão já está devidamente esclarecida. E num momento imediatamente posterior a um ano em que ele foi campeão mas assumidamente estava desiludido com o esporte. O que veio depois foi uma prolongada e tortuosa tentativa dele de se recolocar numa posição à sua altura, num universo com escassas vagas para protagonistas. O 2010 e o 2012 dele na Ferrari foram duas das maiores atuações sem título que eu já vi de um piloto na história. Era um carro muito inferior, e ele estava brigando até a última corrida, aqueles campeonatos foram "dele". Fez o que pôde na Ferrari, e então só sobrou um projeto alternativo numa equipe tradicional, que era a McLaren, com um motor histórico, Honda, que ninguém poderia prever que não daria certo. Toda pessoa é um pacote. A deficiência do Alonso pode estar no seu egocentrismo e intolerância com as limitações alheias, o que o tornam o um líder áspero e incômodo. Mas o conjunto dele o faz merecer um lugar. A "nata" do espetáculo Fórmula 1 nos últimos anos passou por alguns poucos pilotos, e ele está entre esses. Eu lamento, e torço pra que ele ainda volte, pois parece ter uma boa resistência física e os 39 ou 40 anos ainda o colocariam num patamar competitivo, bem acima de alguns pilotos que já deveriam estar passando seu tempo na Indy, DTM ou WEC.
  9. Acho que alguns princípios têm que ser inegociáveis, por mais que busquem uma adaptação ao mundo atual. A categoria ainda tem que ser vista como o topo do automobilismo, e automobilismo é pilotagem antes de ser um mero espetáculo televisivo. Hoje parece que mais vale ter um bom jogo de câmeras do que carros sonora e graficamente espetaculares.
  10. É nisso que dá responder ser ler as mensagens seguintes. Foi isso que eu quis dizer... Isso sem contar que nos anos 80 o foco nas classificações não era tão importante, porque o efeito-turbulência que dificultava ultrapassagem não era tão grande, além de que havia vários consumos pra controlar que alteravam totalmente o desempenho do carro. Assim os pilotos não tinham medo de não conseguir ultrapassar e não tinham tanta preocupação com o Sábado. O Prost ganhou inúmeras corridas entre 84 e 86 sem largar entre os primeiros, porque sabia que na maratona da corrida o seu equipamento era o mais longevo. A classificação foi se tornando mais importante a partir dos controles eletrônicos e da aerodinâmica acentuada, no começo dos anos 90.
  11. Tem um detalhe que é bom ser lembrado sobre a realidade atual das classificações. Antigamente a especificação de vários componentes do carro pro Sábado era completamente diferente em relação à da corrida. Não só motor, que talvez fosse a parte mais diferente, mas várias outras peças, câmbio, pneus, freios; asas diferentes podiam ser testadas. Isso proporcionava uma vantagem ao piloto que era realmente forte em volta rápida, pois o carro era configurado pra uma volta e fim. Atualmente os carros não possuem uma configuração "específica" pro Sábado, as diferenças são inexpressivas, o que reduz a diferença entre os "flyers" e seus companheiros de equipe. A mudança foi ocorrendo aos poucos até o ponto em que classificação se tornou mais uma questão de tirar o máximo de um carro adaptado à estratégia de corrida do que uma sessão pura pra baixar o pau completamente alheio ao Domingo. Nestas condições antigas os números do Hamilton seriam bem diferentes...
  12. Aonde americano entra tem marketing e promoção de evento. O problema é quando perdem a mão da essência do negócio, abusando disso. O que pode acabar destruindo a Fórmula 1. Quando voltei a acompanhar a categoria fiquei chocado com a aparência de artificialidade dela. O som dos motores, claro, é a pior coisa. Mas o movimento dos carros também é triste, não passa nenhuma sensação de velocidade ou de dificuldade (não importando se isso é verdade ou não, pois a questão envolvida é a imagem). Os carros estão absolutamente duros. Por exemplo, aquele aquecimento de pneus como o Alonso fazia na Renault na década passada viraram imagem de museu. E ainda transformaram as conversinhas de rádio num espetáculo à parte, tanto que muito piloto explora isso pra buscar carisma... É divertido, mas não deixa de ser um artifício, uma palhaçada. Outro dia assisti a uma corrida de 2007 e a sensação de velocidade e vanguarda tecnológica era muito maior. Isso numa época em que a reclamação geral já era um padrão. Se esse regulamento novo vai mudar muita coisa não sei, mas era necessário. Nem que seja pra ver um grande tumulto técnico nas corridas, como na época dos blisters nos pneus que faziam o desempenho dos carros oscilarem muito e tornavam as corridas meio caóticas.
  13. Se a comparação é com o Schumacher, então já é um reconhecimento claro. É diferenciado porque a motivação segue intacta, o cara é fominha mesmo. Outro piloto, como o próprio Vettel, já teria feito a Mercedes perder um desses últimos campeonatos fácil fácil. Essa história de que tem a melhor equipe e assim fica tudo fácil eu não compro. Ele é que sustenta boa parte disso nunca dando espaço pra alguém se intrometer. O Bottas se assanhou no começo do ano e ele já foi logo encaixando uma sequência de 4 ou 5 vitórias seguidas pra quebrar o finlandês. Ainda meteu uma melhor volta de pneus velhos derradeira, que encerrou o assunto interno. Enquanto isso o Vettel errava..
  14. Eu acho que o Vettel encheu o saco, esse ano. Imagine você: chega em uma equipe para fazê-la voltar a ser campeã, e não tem carro para isso nas duas primeiras temporadas. Ainda aguenta, afinal grandes obras demoram tempo pra gerar resultado. Aí na terceira temporada, finalmente o carro vem, mas você falha. Ainda tem uma segunda chance, e novamente o adversário direto te derrota e te ultrapassa como maior campeão em atividade. Na QUINTA tentativa, já aborrecido depois de tantos anos tentando vencer sem êxito, tão logo a temporada começa você percebe que o carro andou pra trás, e ainda por cima um moleque voador começa a atrapalhar seus planos dentro da própria equipe. É pra mandar pra pqp, mesmo...
  15. Senna só foi campeão com Mclaren-Honda, Clark só ganhou com Lotus, Stewart só ganhou com a Tyrrell. Isso são circunstâncias na carreira de cada piloto. Se falta esse aspecto pra concluir que o cara é bom, também não dá pra concluir que não é só porque não teve. Na verdade, assim tudo teria que se resumir ao Fangio, que foi o único piloto a ganhar nas mais variadas condições de equipamento (4 equipes diferentes). Eu prefiro levar em conta que o Hamilton é um dos raros pilotos a ser campeão com duas equipes diferentes e a disputar mais de dez temporadas na carreira tendo vencido corridas em todas. Inclusive em 2009, quando seu carro era todo errado...
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