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  1. 3 points
    👍 Estes 4 citados estão entre os melhores pilotos que passaram pela F-1. Por isso digo que o piloto diferenciado guia qualquer tipo de carro.
  2. 3 points
    HAHAHAHHAHAHHAHAHAHAH HAHAHAHAHHAHHAHAAHHAHA HAHAHAHHAHHAHAHAHHAHAH Fantastico mundo de bob!
  3. 2 points
    Tanto o Pivette como o negão estão ainda muito no limite do carro, e isso é excelente para a F-1. Vimos ambos errando todo o FDS, seja no treino, nas voltas em SC ou na corrida. Isso se chama pressão, e nesse quesito o Negão está um pouco a frente, pois a experiência conta muuuuuuito. Mas que a Red Bull está na frente, isso não há dúvidas!
  4. 2 points
    Nossa véi você é um ser humano repugnante.
  5. 1 point
    Com toda a certeza, os pilotos de F1 são diferenciados e eles conhecem bem as técnicas de guiar carros traseiros ou dianteiros. Mas uma coisa é CONHECER a técnica, outra é DOMINAR TOTALMENTE a técnica. PP
  6. 1 point
    Só dando uma resumida nos estilos de pilotagem: Quem gosta de carros dianteiros: Button, Alonso, Vettel, Coulthard, Rosberg (filho). Quem gosta de carros traseiros: Mansell, Schumacher, Hakkinen, Massa, Montoya. Quem guiava bem carros dianteiros ou traseiros: Senna, Prost, Piquet e Hamilton. E o Verstappen? Ainda não sei. PP
  7. 1 point
    Mas não era o Vettel que só andava bem em carro traseiro?
  8. 1 point
    Em um dos Loucos, o Fábio comenta que o Max nunca disputou um título em sua carreira, então, não se sabe como ele se comporta sob pressão. Pode ser que ele tenha razão.
  9. 1 point
    Sobre o Perez, é um piloto muito bom, ele não tem a velocidade necessária numa volta lançada para ser considerado muito rápido em treinos, mas nas corridas ele é muito bom. As performances dele na Racing Point em 2020 superdimensionaram seu talento, como vários pilotos do passado como Alboreto, Berger, Alesi, Fisichella, etc. Sobre o Bottas, é muito rápido nos treinos, mas nas corridas ele não é consistente, podem ver as performances dele na Mercedes, para ver que em certos trechos das corridas ele vacila e perde velocidade. Ele é claramente o "Leão de Treinos" da F1 atual. Nenhum dos dois são pilotos para serem campeões, mas acho o Bottas ligeiramente melhor. PP
  10. 1 point
    HAUHUAHAUHAUA poxa, mas ia ser muita vigarisse da minha parte postar o texto sem postar a fonte, como se fosse meu rs
  11. 1 point
    Por isso que eu ignorei conteúdo desse maluco. Lamentável.
  12. 1 point
    Não foi aberta uma pasta sobre o GP Portugal, então vou escrever aqui. Red Bull e Mercedes nitidamente melhoraram seus carros desde a primeira corrida do ano, a diferença delas para as demais equipes aumentou. Hamilton foi genial nessa corrida, Verstappen incomodou e me parece que essa briga vai ser assim até o final do ano. Posso estar errado mas Bottas e Perez vão ser coadjuvantes nesse ano. Vamos esperar para ver... PP
  13. 1 point
    Eu gosto do Max, mas o menino precisa ler o livro de regras.
  14. 1 point
    Treino oficial, o conjunto Bottas + Mercedes 4 décimos mais rápido que o conjunto Verstappen + Red Bull. Portanto, no mínimo a Mercedes é 4 décimos mais rápida que a Red Bull, pois Verstappen é reconhecido mais rápido que o Bottas. Na corrida vimos que isto se confirmou entre os segundo pilotos até a volta 63 (depois foram para os boxes para tentarem a melhor volta Bottas e Verstappen). Bottas (Mercedes) estava 29 segundos a frente de Perez (Red Bill) até a volta 63. O que confirma que a Mercedes estava em média 4 décimos por volta mais rápida que a Red Bull. Verstappen estava até a volta 63 um pouco a frente do Bottas, cerca de 5 segundos. O que mostra que Verstappen tirou 4 décimos de segundo por volta no braço em relação ao Bottas e ainda terminou a frente do Finlandês. Hamilton até a volta 63 estava 5 segundos a frente do Verstappen. O que da em média quase 1 décimo por volta. Porém, como a Mercedes é 4 décimos por volta mais rápida, o Verstappen tirou no braço 3 décimos por volta em relação ao Hamilton. Quem sabe, sabe. F1 temos aí na pista carro + piloto. Não é só piloto.
  15. 1 point
    Vou mudar um pouco, e colocar as melhores corridas dos 6 melhores que vi correr: 1) Senna: Portugal 85, Brasil 91 e Europa 93 2) Hamilton: Hungria 2018 e Bélgica 2018 3) Schumacher: Bélgica 95 e Espanha 96 4) Prost: Austrália 86 e México 90 5) Piquet: Hungria 86 e Austrália 90 6) Alonso: Malásia 2012 e Alemanha 2012 PP
  16. 1 point
    Vettel irreconhecível.... Como aquela Red Bull 2009 a 2013 era boa!! PP
  17. 1 point
    Eu continuo achando HOJE o Verstappen no mesmo nível do Hamilton. Mas só o tempo vai dizer se o holandês vai evoluir e passar o inglês, pois aos 23 anos ele ainda está nas ascendente. PP
  18. 1 point
    Tsunoda ainda está na sua 2a corrida, ainda não dá para analisar. Eu voto no Kobayashi e no Sato, nessa ordem como os melhores. PP
  19. 1 point
    Conhecendo o histórico dos carros de Adrian Newey, acho que essa temporada vai ser a briga do gato-e-o-rato. Em algum momento a Mercedes vai andar melhor que a Red Bull, depois a Red Bull vai melhorar e vai voltar a ficar na frente da Mercedes. Esse ano a Mercedes não vai ter moleza não. PP
  20. 1 point
    Estava pensando nisso. Imagina se em vez de aposentar o Rosberg vai pra Ferrari e coloca 2017-2018 no bolso. Estariamos todos achando que ele era melhor que o Hamilton.
  21. 1 point
    Até hoje acho que pilotos como Alonso, Ricciardo, Rosberg poderiam ser campeões com aqueles carros (ou dificultar mais as conquistas do Hamilton). E outra coisa, o Hamilton seria campeão com aquelas Ferraris, mas o Vettel não seria com as Mercedes daqueles anos.
  22. 1 point
    Ignorou as Ferrari de 2017 e 2018 que so perderam porque faltou piloto.
  23. 1 point
    Só falta dizer que o Bottas estava na hora errada no lugar errado só para cumprir friamente um plano maquiavélico minuciosamente calculado da Mercedes e dos fiscais para beneficiar Hamilton para que ele tivesse tempo de dar ré no carro, voltar ao box para trocar o bico do carro e voltar na mesma volta na nona posição com chances de chegar em segundo e fazer volta mais rápida e permanecer líder do campeonato! Vocês andam assistindo muita NOVELA, e da qualidade da USURPADORA, de baixíssima qualidade e cheia de dramalhões mexicanos! Afinal PILOTO CAPACHO eu só vi um na F1 até hoje, o fiel escudeiro do SAPATEIRO queixudo, mais conhecido como PILOTO 1B da Ferrari.
  24. 1 point
    galera meteu a boca, mas praticamente todo mundo errou nessa corrida. A condição de pista era molhada e fria, pouca aderencia por causa da agua e Mas claro, sempre rola dois pesos e duas medidas: Verstappen, Hamilton e Mick rodam: "é só um mau dia, na próxima é vitória certa" Latifi e Mazepin rodam: "bem feito, riquinhos de merda. Pau neles! Cancela o Mazespin" Vettel, Alonso e Bottas rodam: "tem nome, mas só faz cagada. Aposenta Vettel, Chupa choronso." Kimi roda: "huahuahuahua kimi é foda"
  25. 1 point
    Todo mundo tem o seu "dia para esquecer". Não é uma corrida que vai estragar tudo que ele tem feito até agora. Foi o seu dia de fúria. Tem que esfriara a cabeça, e pensar no que aconteceu. De qualquer forma, quem deve estar mais preocupado é o finlandês, que estava fazendo uma péssima prova. __________________________________ Mudando de assunto, o que vcs acham dos desempenhos do Ricciardo e do Sainz em suas novas equipes? Sinceramente, esperava um pouco mais deles, em que pese ser apenas a segunda prova do ano. O australiano completamente apagado na corrida e o espanhol fazendo a escolinha do Vettel (embora tenha terminado bem aprova).
  26. 1 point
    Mesmo num dia ruim, erro Bisonho do Ham e execução ruim no Pit, ainda conseguiram P2. Mercedes vai chegar!
  27. 1 point
    Ele pediu desculpa por esse erro. Assumiu e foi humilde, que mais você queria? Agora, quantas vezes na sua vida você viu um piloto sair da brita de marcha ré? Hamilton, RECORDISTA MUNDIAL DA MARCHA A RÉ na F1 Go Hamilton, go! Rumo ao octacampeonato!
  28. 1 point
    Pra estrategia da RBR funcionar, precisa que o Peres ultrapasse o HAM. Se terminar a primeira volta sem mudança de posicao entre os 3, vejo o Ham abrir distancia depois de umas 10 voltas. Ham com a cara no vento tem muita vantagem no gerenciamento dos pneus.
  29. 1 point
    Com ou sem apoio isso é inevitável, se não fosse assim Hamilton teria se aposentado em 2020.
  30. 1 point
    Não sei, não quero saber e já tenho raiva de quem sabe...
  31. 1 point
    Uma pena que dessa época do Emerson só conseguimos documentários, muito difícil vt das corridas inteiras . Decisão de 1974 sou louco para ver , disputa dele com Clay foi logo na primeira volta, mais depois tem a corrida toda fazendo precisando pontuar 4 pontos para ser campeão, mesmo Clay se arrastando lá atrás .
  32. 1 point
    Eu lendo na maior empolgação o texto do Thiago sobre o Emerson, pensando na sorte dele ter acompanho a carreira dele na F-1 e lembrar, depois de tantos anos, estas passagens. No fim, era um texto do Globo Esporte...🤣 Me lembrou o Vettel no Bahrein, que fez duas belas ultrapassagens no Alonso e logo depois dá aquela pancada no Ocon... 🤣
  33. 1 point
    O Rodrigo Mattar conta sobre esta passagem deles na F-1: "A parceria entre Footwoork e Arrows traria mudanças profundas na equipe a partir de 1991. Wataru Ohashi subscreveu Jackie Oliver, ficou majoritário e pôs o nome de sua organização nos carros que anteriormente se chamavam Arrows. Não obstante, o japonês conseguiu que a Porsche construísse um motor aspirado para a Fórmula 1." "Concebido em 12 cilindros em V com um ângulo de 80º nas bancadas, o propulsor, que recebeu a sigla 3512, ficou pronto ainda em 1990 e foi testado num chassi antigo da Arrows antes que o novo modelo – projeto de Alan Jenkins, antigo engenheiro de pista de John Watson na McLaren e responsável pelo Onyx que correu entre 1989 e 1990 – ficasse pronto. De saída, os alemães vacilaram num detalhe fundamental: o peso do motor. Com nada menos que 200 kg, a unidade germânica era a mais pesada da categoria, num tremendo contraste com os outros propulsores V-12 da época, construídos por Ferrari, Honda e até Lamborghini." "Em vista do FA12 precisar ser redesenhado para acomodar o motor Porsche, o jeito foi a Footwork iniciar a campanha de 1991 com o modelo FA11C, que serviu de “mula”, dando quilometragem ao motor Porsche, que segundo consta, eram dois V-6 fundidos. O desempenho de Michele Alboreto e Alex Caffi com o velho carro desenhado por James Robinson foi sofrível. Só Alboreto conseguiu um lugar no grid nas três primeiras corridas, largando em penúltimo no GP dos EUA em Phoenix e abandonando por quebra de câmbio." "No circuito de Imola, o veterano piloto teria à disposição finalmente o FA12, mas destruiu o carro num grande acidente na fatídica curva Tamburello. Felizmente o ângulo da pancada foi favorável e Alboreto saiu andando, apenas tirando a poeira do macacão. Nem ele e nem Caffi se qualificariam para aquela corrida. Em Mônaco, foi a vez de Caffi sofrer outro acidente violento com o Footwork FA12 . O carro se partiu em dois na pancada com o guard-rail dos Esses da Piscina. Monocoque e motor para um lado, câmbio e suspensão traseira para o outro. O resultado foi que o piloto ficou “de molho” por algumas corridas e em seu lugar entrou outro veterano, o sueco Stefan Johansson." "No Canadá, como por milagre, tanto ele quanto Alboreto conseguiram se qualificar, mas ambos enfrentaram problemas mecânicos na corrida e desistiram. Johansson não conseguiu correr no México e o italiano abandonou com queda de pressão de óleo, naquela que seria a última aparição – até hoje – de um motor Porsche na Fórmula 1. De comum acordo, os alemães e a Footwork romperam o contrato, depois de tamanho “mico” perpetrado pela equipe nas primeiras corridas de 1991." (Fonte: Saudosas pequenas: Arrows - parte VIII)
  34. 1 point
    Emerson Fittipaldi GP dos Estados Unidos de 1970 Logo na sua quarta corrida na F1, a primeira como número 1 da Lotus, Emerson Fittipaldi alcançou a primeira vitória. Largando em terceiro, o brasileiro começou de forma cautelosa e avançou aos poucos até se encontrar em segundo lugar quase no fim. Mas aí Pedro Rodríguez precisou entrar nos boxes para reabastecer, e Emerson assumiu a liderança para não mais perdê-la. Foi a primeira vitória do Brasil na F1. O próprio Emerson deu um maravilhoso depoimento ao F1 Memória para comemorar o cinquentenário da conquista histórica. GP da Espanha de 1972 Emerson Fittipaldi começou a temporada de 1972 com um abandono na Argentina, quando era o terceiro colocado, e uma segunda posição na África do Sul, onde liderou por 12 voltas. A primeira vitória com a Lotus preta e dourada patrocinada pelos cigarros John Player Special estava amadurecendo. E ela veio no GP da Espanha, em Jarama. Quinto no fim da primeira volta, Emerson subiu na classificação mesmo numa pista de difíceis ultrapassagens após superar Clay Regazzoni (Ferrari), Jacky Ickx (Ferrari), Denny Hulme (McLaren e Jackie Stewart (Tyrrell) em apenas nove voltas. Dali em diante, despachou os adversários para vencer pela primeira vez no ano do título. GP da Inglaterra de 1972 No desafiador circuito de Brands Hatch, Emerson duelou desde as primeiras voltas com Ickx e Stewart. O brasileiro chegou a dar uma escapada e caiu para terceiro, mas recuperou o segundo lugar ao ultrapassar o escocês e assumiu a liderança com a quebra da Ferrari do belga. Dali em diante, nas 28 voltas que faltavam, controlou Jackie e conquistou um triunfo fundamental na vitoriosa campanha de 1972. GP da Áustria de 1972 Depois de largar na pole position, Emerson caiu para terceiro nas primeiras voltas. Com cabeça e técnica, o "Rato" passou Regazzoni e partiu para cima de Stewart. No velocíssimo circuito austríaco, Fittipaldi caçou o rival até quase a metade da prova mas tomou a liderança numa bela manobra. Nas voltas finais, o brasileiro recebeu uma pressão fortíssima de Hulme, mas conseguiu se sustentar na frente. A vitória deixou Emerson muito perto do título. GP da Argentina de 1973 Primeiro brasileiro campeão do mundo, Emerson começou 1973 com a corda toda, naquela que ele mesmo declarou ter sido sua melhor corrida na Fórmula 1. Em Buenos Aires, Fittipaldi foi constantemente trancado por Stewart na disputa pelo segundo lugar, enquanto François Cevert, companheiro do escocês, tentava abrir. Sinalizando para forçar passagem, Emerson cerrou os dentes e despachou Jackie. Partiu para cima de Cevert e, com duas rodas na grama, passou pelo francês para assumir a liderança. Uma vitória consagradora. GP do Brasil de 1974 Em nova equipe, a McLaren, Emerson disputou sua segunda corrida na temporada de 1974 no Brasil. Diante da torcida, fez a pole position, mas caiu para terceiro no começo da prova. Logo na quarta volta, Fittipaldi passou Carlos Reutemann, da Brabham, e partiu para o ataque em cima do antigo parceiro de Lotus Ronnie Peterson. Emerson levantou o público de Interlagos ao passar o amigo no retão antes da saudosa Curva 3. Depois, abriu na frente até a chuva começar a cair, e o diretor de prova encerrar a prova. GP da Inglaterra de 1975 Em 1975, numa outra corrida com influência do clima, em Silverstone, Emerson Fittipaldi teve a leitura perfeita das condições ao longo da prova. O bicampeão parou nos boxes nos momentos certos e, na hora em que o temporal desabou de vez, só ele estava com os pneus adequados. Com isso, conseguiu passar ileso pelas curvas Stowe e Club, que estavam praticamente alagadas, e estava inteiro para receber a bandeira quadriculada quando a direção de prova resolveu interromper a corrida. Foi a última vitória de Emerson na F1. GP do Brasil de 1978 Em 1976, Emerson trocou a McLaren pelo sonho de conduzir o carro brasileiro da própria equipe, a Copersucar-Fittipaldi. Com empenho e dedicação, começou a colher resultados aos poucos O melhor deles foi no Rio de Janeiro, na primeira corrida de F1 em Jacarepaguá. Desde os treinos, o modelo F5A teve ótimo rendimento, e Fittipaldi foi o sétimo no grid. Antes da prova, um susto, com a quebra do eixo-piloto do carro titular. Emerson teve de recorrer ao reserva, que estava melhor ainda. Com uma atuação brilhante, o brasileiro foi ultrapassando seus adversários até chegar ao segundo lugar. Não dava para alcançar Carlos Reutemann na Ferrari, mas o resultado foi histórico e inesquecível. GP da Áustria de 1978 A melhor temporada de Emerson na equipe Copersucar-Fittipaldi foi sem dúvida a de 1978. Além do segundo lugar em Jacarepaguá, o bicampeão obteve mais dois quartos lugares, dois quintos e um sexto, o que demonstrou um crescimento consistente do time. Um desses quartos lugares foi fruto de uma grande atuação de Fittipaldi na Áustria: sob chuva, o brasileiro teve uma primeira volta complicada e caiu para o fim do pelotão; depois, numa reação extraordinária, foi ultrapassando seus concorrentes e, depois da troca para pneus slicks, se consolidou em quarto. Uma atuação nem tão lembrada, mas brilhante de Emerson. GP dos EUA-Oeste de 1980 Depois de uma temporada de 1979 desastrosa com o tétrico modelo F6, a equipe Fittipaldi se fundiu com a Wolf, e Emerson passou a ter como companheiro Keke Rosberg. O Fittipaldi F7 começou bem o ano, com um pódio do finlandês na Argentina. Na quarta corrida do ano, nas ruas de Long Beach, Emerson largou no fim do grid, mas com inteligência, usou sua experiência para subir na classificação até o terceiro lugar. Foi o último pódio de Fittipaldi, que, num momento simbólico, estava ao lado de Nelson Piquet, que conquistara sua primeira vitória. Uma passagem de bastão entre dois gênios. Fonte: https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/blogs/f1-memoria/post/2020/12/12/no-aniversario-de-emerson-fittipaldi-relembre-o-top-10-de-corridas-do-bicampeao-na-f1.ghtml
  35. 1 point
    Sou obrigado a concordar. Só desgasta a imagem que ele tanto lutou pra construir. Ele poderia tentar alguma daquelas categorias de moto nos EUA (não lembro o nome, acho que é Super Moto ou algo assim). Acho que lembrei: Super Bike...
  36. 1 point
    SENNA segurando o LEÃO NIGEL MANSELL pelas ruas de Mônaco e vencendo a corrida, este é o maior momento de brilhantismo do meu piloto favorito. A Williams de Mansell era praticamente imbatível, suspensão ativa, só faltava dirigir sozinha, tanto que Mansell viria a ganhar o seu ÚNICO título em toda a sua carreira na Fórmula 1. Mas em Mônaco não, lá estava o REI DE MÔNACO para mostrar a Mansell que não adiantava ter o melhor carro. Em Mônaco é preciso ter braço e muito sangue frio, coisa que o LEÃO não tinha. Houveram diversos outros? Claro que houveram, basta ler os depoimentos dos foristas acima do meu post, mas para o SENNA era normal brilhar e em se tratando de SENNA era algo corriqueiro. DRIVEN TO PERFECTION
  37. 1 point
    Foram os grandes momentos do Barrichello mesmo na F1 , só colocaria vitória em Monza 2009 no lugar da passadão do Shucrute na Hungria, porque foi uma vitória de quem queria o titulo .
  38. 1 point
    Eh incrivel que um tetracampeao tenha tantas dificuldades pra se adaptar.
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