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Showing content with the highest reputation since 04/12/2021 in Posts

  1. 2 points
    Tanto o Pivette como o negão estão ainda muito no limite do carro, e isso é excelente para a F-1. Vimos ambos errando todo o FDS, seja no treino, nas voltas em SC ou na corrida. Isso se chama pressão, e nesse quesito o Negão está um pouco a frente, pois a experiência conta muuuuuuito. Mas que a Red Bull está na frente, isso não há dúvidas!
  2. 2 points
    Nossa véi você é um ser humano repugnante.
  3. 1 point
    Todo mundo tem o seu "dia para esquecer". Não é uma corrida que vai estragar tudo que ele tem feito até agora. Foi o seu dia de fúria. Tem que esfriara a cabeça, e pensar no que aconteceu. De qualquer forma, quem deve estar mais preocupado é o finlandês, que estava fazendo uma péssima prova. __________________________________ Mudando de assunto, o que vcs acham dos desempenhos do Ricciardo e do Sainz em suas novas equipes? Sinceramente, esperava um pouco mais deles, em que pese ser apenas a segunda prova do ano. O australiano completamente apagado na corrida e o espanhol fazendo a escolinha do Vettel (embora tenha terminado bem aprova).
  4. 1 point
    Mesmo num dia ruim, erro Bisonho do Ham e execução ruim no Pit, ainda conseguiram P2. Mercedes vai chegar!
  5. 1 point
    Ele pediu desculpa por esse erro. Assumiu e foi humilde, que mais você queria? Agora, quantas vezes na sua vida você viu um piloto sair da brita de marcha ré? Hamilton, RECORDISTA MUNDIAL DA MARCHA A RÉ na F1 Go Hamilton, go! Rumo ao octacampeonato!
  6. 1 point
    Pra estrategia da RBR funcionar, precisa que o Peres ultrapasse o HAM. Se terminar a primeira volta sem mudança de posicao entre os 3, vejo o Ham abrir distancia depois de umas 10 voltas. Ham com a cara no vento tem muita vantagem no gerenciamento dos pneus.
  7. 1 point
    Com ou sem apoio isso é inevitável, se não fosse assim Hamilton teria se aposentado em 2020.
  8. 1 point
  9. 1 point
    Eu lendo na maior empolgação o texto do Thiago sobre o Emerson, pensando na sorte dele ter acompanho a carreira dele na F-1 e lembrar, depois de tantos anos, estas passagens. No fim, era um texto do Globo Esporte...🤣 Me lembrou o Vettel no Bahrein, que fez duas belas ultrapassagens no Alonso e logo depois dá aquela pancada no Ocon... 🤣
  10. 1 point
    O Rodrigo Mattar conta sobre esta passagem deles na F-1: "A parceria entre Footwoork e Arrows traria mudanças profundas na equipe a partir de 1991. Wataru Ohashi subscreveu Jackie Oliver, ficou majoritário e pôs o nome de sua organização nos carros que anteriormente se chamavam Arrows. Não obstante, o japonês conseguiu que a Porsche construísse um motor aspirado para a Fórmula 1." "Concebido em 12 cilindros em V com um ângulo de 80º nas bancadas, o propulsor, que recebeu a sigla 3512, ficou pronto ainda em 1990 e foi testado num chassi antigo da Arrows antes que o novo modelo – projeto de Alan Jenkins, antigo engenheiro de pista de John Watson na McLaren e responsável pelo Onyx que correu entre 1989 e 1990 – ficasse pronto. De saída, os alemães vacilaram num detalhe fundamental: o peso do motor. Com nada menos que 200 kg, a unidade germânica era a mais pesada da categoria, num tremendo contraste com os outros propulsores V-12 da época, construídos por Ferrari, Honda e até Lamborghini." "Em vista do FA12 precisar ser redesenhado para acomodar o motor Porsche, o jeito foi a Footwork iniciar a campanha de 1991 com o modelo FA11C, que serviu de “mula”, dando quilometragem ao motor Porsche, que segundo consta, eram dois V-6 fundidos. O desempenho de Michele Alboreto e Alex Caffi com o velho carro desenhado por James Robinson foi sofrível. Só Alboreto conseguiu um lugar no grid nas três primeiras corridas, largando em penúltimo no GP dos EUA em Phoenix e abandonando por quebra de câmbio." "No circuito de Imola, o veterano piloto teria à disposição finalmente o FA12, mas destruiu o carro num grande acidente na fatídica curva Tamburello. Felizmente o ângulo da pancada foi favorável e Alboreto saiu andando, apenas tirando a poeira do macacão. Nem ele e nem Caffi se qualificariam para aquela corrida. Em Mônaco, foi a vez de Caffi sofrer outro acidente violento com o Footwork FA12 . O carro se partiu em dois na pancada com o guard-rail dos Esses da Piscina. Monocoque e motor para um lado, câmbio e suspensão traseira para o outro. O resultado foi que o piloto ficou “de molho” por algumas corridas e em seu lugar entrou outro veterano, o sueco Stefan Johansson." "No Canadá, como por milagre, tanto ele quanto Alboreto conseguiram se qualificar, mas ambos enfrentaram problemas mecânicos na corrida e desistiram. Johansson não conseguiu correr no México e o italiano abandonou com queda de pressão de óleo, naquela que seria a última aparição – até hoje – de um motor Porsche na Fórmula 1. De comum acordo, os alemães e a Footwork romperam o contrato, depois de tamanho “mico” perpetrado pela equipe nas primeiras corridas de 1991." (Fonte: Saudosas pequenas: Arrows - parte VIII)
  11. 1 point
    Emerson Fittipaldi GP dos Estados Unidos de 1970 Logo na sua quarta corrida na F1, a primeira como número 1 da Lotus, Emerson Fittipaldi alcançou a primeira vitória. Largando em terceiro, o brasileiro começou de forma cautelosa e avançou aos poucos até se encontrar em segundo lugar quase no fim. Mas aí Pedro Rodríguez precisou entrar nos boxes para reabastecer, e Emerson assumiu a liderança para não mais perdê-la. Foi a primeira vitória do Brasil na F1. O próprio Emerson deu um maravilhoso depoimento ao F1 Memória para comemorar o cinquentenário da conquista histórica. GP da Espanha de 1972 Emerson Fittipaldi começou a temporada de 1972 com um abandono na Argentina, quando era o terceiro colocado, e uma segunda posição na África do Sul, onde liderou por 12 voltas. A primeira vitória com a Lotus preta e dourada patrocinada pelos cigarros John Player Special estava amadurecendo. E ela veio no GP da Espanha, em Jarama. Quinto no fim da primeira volta, Emerson subiu na classificação mesmo numa pista de difíceis ultrapassagens após superar Clay Regazzoni (Ferrari), Jacky Ickx (Ferrari), Denny Hulme (McLaren e Jackie Stewart (Tyrrell) em apenas nove voltas. Dali em diante, despachou os adversários para vencer pela primeira vez no ano do título. GP da Inglaterra de 1972 No desafiador circuito de Brands Hatch, Emerson duelou desde as primeiras voltas com Ickx e Stewart. O brasileiro chegou a dar uma escapada e caiu para terceiro, mas recuperou o segundo lugar ao ultrapassar o escocês e assumiu a liderança com a quebra da Ferrari do belga. Dali em diante, nas 28 voltas que faltavam, controlou Jackie e conquistou um triunfo fundamental na vitoriosa campanha de 1972. GP da Áustria de 1972 Depois de largar na pole position, Emerson caiu para terceiro nas primeiras voltas. Com cabeça e técnica, o "Rato" passou Regazzoni e partiu para cima de Stewart. No velocíssimo circuito austríaco, Fittipaldi caçou o rival até quase a metade da prova mas tomou a liderança numa bela manobra. Nas voltas finais, o brasileiro recebeu uma pressão fortíssima de Hulme, mas conseguiu se sustentar na frente. A vitória deixou Emerson muito perto do título. GP da Argentina de 1973 Primeiro brasileiro campeão do mundo, Emerson começou 1973 com a corda toda, naquela que ele mesmo declarou ter sido sua melhor corrida na Fórmula 1. Em Buenos Aires, Fittipaldi foi constantemente trancado por Stewart na disputa pelo segundo lugar, enquanto François Cevert, companheiro do escocês, tentava abrir. Sinalizando para forçar passagem, Emerson cerrou os dentes e despachou Jackie. Partiu para cima de Cevert e, com duas rodas na grama, passou pelo francês para assumir a liderança. Uma vitória consagradora. GP do Brasil de 1974 Em nova equipe, a McLaren, Emerson disputou sua segunda corrida na temporada de 1974 no Brasil. Diante da torcida, fez a pole position, mas caiu para terceiro no começo da prova. Logo na quarta volta, Fittipaldi passou Carlos Reutemann, da Brabham, e partiu para o ataque em cima do antigo parceiro de Lotus Ronnie Peterson. Emerson levantou o público de Interlagos ao passar o amigo no retão antes da saudosa Curva 3. Depois, abriu na frente até a chuva começar a cair, e o diretor de prova encerrar a prova. GP da Inglaterra de 1975 Em 1975, numa outra corrida com influência do clima, em Silverstone, Emerson Fittipaldi teve a leitura perfeita das condições ao longo da prova. O bicampeão parou nos boxes nos momentos certos e, na hora em que o temporal desabou de vez, só ele estava com os pneus adequados. Com isso, conseguiu passar ileso pelas curvas Stowe e Club, que estavam praticamente alagadas, e estava inteiro para receber a bandeira quadriculada quando a direção de prova resolveu interromper a corrida. Foi a última vitória de Emerson na F1. GP do Brasil de 1978 Em 1976, Emerson trocou a McLaren pelo sonho de conduzir o carro brasileiro da própria equipe, a Copersucar-Fittipaldi. Com empenho e dedicação, começou a colher resultados aos poucos O melhor deles foi no Rio de Janeiro, na primeira corrida de F1 em Jacarepaguá. Desde os treinos, o modelo F5A teve ótimo rendimento, e Fittipaldi foi o sétimo no grid. Antes da prova, um susto, com a quebra do eixo-piloto do carro titular. Emerson teve de recorrer ao reserva, que estava melhor ainda. Com uma atuação brilhante, o brasileiro foi ultrapassando seus adversários até chegar ao segundo lugar. Não dava para alcançar Carlos Reutemann na Ferrari, mas o resultado foi histórico e inesquecível. GP da Áustria de 1978 A melhor temporada de Emerson na equipe Copersucar-Fittipaldi foi sem dúvida a de 1978. Além do segundo lugar em Jacarepaguá, o bicampeão obteve mais dois quartos lugares, dois quintos e um sexto, o que demonstrou um crescimento consistente do time. Um desses quartos lugares foi fruto de uma grande atuação de Fittipaldi na Áustria: sob chuva, o brasileiro teve uma primeira volta complicada e caiu para o fim do pelotão; depois, numa reação extraordinária, foi ultrapassando seus concorrentes e, depois da troca para pneus slicks, se consolidou em quarto. Uma atuação nem tão lembrada, mas brilhante de Emerson. GP dos EUA-Oeste de 1980 Depois de uma temporada de 1979 desastrosa com o tétrico modelo F6, a equipe Fittipaldi se fundiu com a Wolf, e Emerson passou a ter como companheiro Keke Rosberg. O Fittipaldi F7 começou bem o ano, com um pódio do finlandês na Argentina. Na quarta corrida do ano, nas ruas de Long Beach, Emerson largou no fim do grid, mas com inteligência, usou sua experiência para subir na classificação até o terceiro lugar. Foi o último pódio de Fittipaldi, que, num momento simbólico, estava ao lado de Nelson Piquet, que conquistara sua primeira vitória. Uma passagem de bastão entre dois gênios. Fonte: https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/blogs/f1-memoria/post/2020/12/12/no-aniversario-de-emerson-fittipaldi-relembre-o-top-10-de-corridas-do-bicampeao-na-f1.ghtml
  12. 1 point
    Sou obrigado a concordar. Só desgasta a imagem que ele tanto lutou pra construir. Ele poderia tentar alguma daquelas categorias de moto nos EUA (não lembro o nome, acho que é Super Moto ou algo assim).
  13. 1 point
    Eh incrivel que um tetracampeao tenha tantas dificuldades pra se adaptar.
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