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  1. 3 points
    Cara, mídia especializada no Brasil é na maioria uns caras que não sabiam porra nenhuma de futiba e foram para outros esportes decorando meia dúzia de besteiras. Sobre se o Nars é ótimo piloto, é só olhar o cara dirigindo..... mas os especializados não sabem disso. O Flavio é muito bom apresentador, mas é um bobo, é só falar mal da portuguesa ou do lula que ele endoida e sai falando um monte de M..... até a cabeça esvaziar.
  2. 2 points
    Bom, compartilho da mesma opinião do Fontes... a probabilidade da F1 sair do País é enorme..... aparentemente a proposta do rio foi muito mais vantajosa pra liberty do que a de SP..e hoje SP não tem possibilidade nenhuma de cobrir o que foi oferecido pelo Rio... Realmente uma pena.... Interlagos pelo menos na minha opinião e deixando bairrismo de lado é uma " baita " pista.... se pegar a galera que corre 90% deles gostam do circuito....
  3. 2 points
    Bom pessoal, seguindo o mesmo estilo do tópico do Tarso Marques vou deixar aqui uma reportagem bem legal do Tony Kanaan, não conhecia e achei bem interessante.... Promessa ao pai no leito de morte Tony já demonstrava amor pelas pistas quando seu pai veio a falecer quando tinha apenas 13 anos de idade. Ao mesmo tempo, o garoto teve que fazer duas promessas ao seu pai pouco antes. “Antes de morrer, ele me chamou no hospital numa quinta-feira à noite. Estava lúcido, na minha opinião ele não desistiu, apenas disse ‘cansei’, depois de lutar contra um câncer durante quatro anos, sendo que tinham dado a ele três meses de vida. Mas ele colocou uma responsabilidade em mim muito grande e naquela noite ele me disse: ‘tem duas coisas que eu quero que você nunca pare de fazer: cuidar da sua família e correr de carro, você promete?’ e eu respondi ‘claro, pai’.” “Não pensei que ele iria falecer naquela noite. Acordei na sexta-feira de manhã com esse pepino na mão. Em termos de maturidade, não havia opção ou eu desistia ou mantinha a promessa. Meu pai era meu herói então eu me levantei, minha mãe estava em casa e eu disse que iria até a pista. Ganhei a corrida daquele fim de semana e dei o troféu para a minha mãe e ele está na casa dela até hoje, em um lugar especial.” A batalha A mãe de Tony nunca precisou trabalhar e o garoto teve que deixar os estudos para sustentar a família. Com muita força de vontade, ele conseguiu dar continuidade de suas promessas feitas ao pai, com a ajuda de grandes nomes do automobilismo, mas também demonstrando que esse era seu caminho que estava decido seguir. “A partir da morte do meu pai a gente teve que batalhar. Minha mãe começou a trabalhar, perdemos tudo, não tínhamos grana e a realidade bateu. Parei de estudar, eu não tenho o segundo grau completo, parei na oitava série e fui trabalhar na fábrica de kart, na Mini, para ter os equipamentos de graça.” “Fui tocando assim e tive a ajuda do Rubinho (Barrichello), do Rubão (pai de Rubinho), do Geraldo Rodrigues (empresário), do Nelson Piquet, do Ayrton Senna, todo mundo. Mas por quê? Eu não sou só um cara de sorte, eles viram a minha vontade, que correr era aquilo que eu queria. O pensamento de não dar certo nunca passou pela minha cabeça. Se não desse certo de viver da F1, OK, mas eu decidi viver do automobilismo.” Encontro com o ídolo Senna no kart Em uma festa na fazenda de Ayrton Senna, veio o primeiro encontro com o ídolo, de maneira inusitada, e que acabaria o ajudando alguns anos depois. “Em 1991, o Geraldo Rodrigues me ligou e disse que tinha um convite da inauguração da pista da fazenda do Senna sobrando e queria que eu fosse. Chegamos lá, eu não estava convidado para correr, sobrou um kart, sentei nele e fiz a pole. Daí, o Ayrton chegou lá e perguntou quem eu era e conversamos.” “Na hora da largada, ele resolveu inverter a ordem o grid, o primeiro largaria em último e o último em primeiro. Não estava previsto do Senna correr, eu estava em último no grid, pronto para largar e, de repente, eu o vi ao meu lado. Meu coração quase saiu pela boca, mas disse a mim mesmo ‘esse cara não vai ganhar de mim’. Largamos, passamos por todo mundo, ele não me ultrapassou em nenhuma vez, e recebemos a bandeirada eu em primeiro e ele em segundo. Quando acabou a corrida, ele chegou pra mim e disse: ‘Cara, você tem um talento gigantesco. Se você precisar de alguma coisa, a não ser dinheiro, pode me procurar’.” A ligação de Nelson Piquet O grande salto para a Europa veio por meio de um dos grandes rivais de Senna, Nelson Piquet. Com apenas uma ligação, a vida do jovem Tony teve uma grande reviravolta, em uma aventura que estava prevista para acontecer em um fim de semana, mas que durou seis meses. “Em 1993, eu estava no Kartódromo de Interlagos onde dava aula de kart às terças e quintas. Era uma quinta-feira e na época não existia celular. Um dos engenheiros foi até a pista e disse que tinha alguém para falar comigo ao telefone, que era o Nelson Piquet. Eu, que sou um tirador de sarro, achei que tinha alguém me enchendo o saco. Subi lá e ouvi: ‘Oi Tony, é o Nelson’ e eu respondi: ‘Não enche o saco, quem é que está falando, eu tenho que trabalhar’. ‘É o Nelson. É o seguinte, você precisa ir para a Itália hoje. Tem um chefe de equipe lá que me ligou, pedindo um piloto brasileiro porque sabe que brasileiro é rápido e me perguntou de um piloto brasileiro bom’.” “Era quatro horas da tarde, liguei para o Rubão, e ligaram para uma agência de viagem, compraram uma passagem para mim, mas eu não falava italiano, não se sabia quem poderia ir comigo, e pegaram o Luiz Gustavo Paternostro. Falei para minha mãe que estava indo para a Itália, ela não entendeu nada, mas eu disse que voltaria no domingo. “ “Pegamos o voo e 14 horas depois eu estava na Itália, fomos recebidos por um cara de terno e gravata que nos colocou em uma BMW M5, que para mim era uma nave espacial, e fomos para a pista de Misano treinar. Deis seis voltas na pista e me pediram para sair do carro. Fomos conversar e me ofereceram um contrato de dois anos. Saí de casa em uma quinta-feira, para voltar no domingo, mas voltei pela primeira vez seis meses depois.” As palavras de Senna que mudaram a vida de Tony Já na Europa, mas ainda com futuro indefinido, Tony teve a comprovação da promessa que Ayrton Senna fez em sua fazenda, que acabou garantindo mais três anos de contrato com a equipe que estava prestes a dispensá-lo. “O meu chefe era um cara muito boa gente e sabia do meu talento e do meu esforço. Quando a equipe dele não pôde correr no campeonato italiano de F3, ele ligou para um amigo dele, para eu fazer um campeonato de Fórmula Opel e que tinham corridas nas preliminares da F1.” “Eu estava programado pra fazer três etapas e a última era em Hockenheim. Cheguei na Alemanha em 5º no campeonato, sendo que eu já havia perdido cinco corridas. Corríamos no sábado e no domingo antes da F1. O Geraldo Rodrigues me falou que o Senna queria me ver e fomos ao motorhome da McLaren. Chegamos lá, o Ayrton me perguntou como estava, e eu disse que aquele era meu último fim de semana de corrida, porque a equipe não tinha dinheiro. Me despedi e voltei ao caminhão da equipe.” “Deu meia hora, bateram na porta do escritório e quem era? Senna. Ele entrou, se apresentou, como se precisasse, e disse que tinha vindo dar oi para mim e conversar com o dono da equipe. ‘Eu tenho que ir embora, mas tenho que falar uma coisa rápida. Eu vim aqui dizer a você, que esse menino que você contratou, ele é melhor do que eu. Ele guia mais do que eu. Eu só queria te falar isso. Acho que você poderia fazer uma forcinha para ele continuar na sua equipe, que acho que ele vai trazer muitas vitórias’. Ele virou as costas e foi embora e eu garanti meu emprego nos três anos seguintes na Itália por causa dessas palavras do Senna.” FONTE - BR MOTORSPORT
  4. 2 points
    Tony é daqueles caras guerreiros do automobilismo, e que conforme seu próprio relato, renasce das cinzas sempre! O que dizer da sua trajetória para vencer a Indy 500??? Cuja vitória comentada pelo bolacha é digna de roteiro de filme!
  5. 2 points
    Pode até aceitar, mas primeiro o Hamilton tem que sair de lá. Se dinheiro não é mais problema pra ele, como diz, o que ele vai fazer lá? Tomar pau dum cara que é o rei dentro da equipe? Ele já perdeu até quando tinha uma equipe ao redor dele...
  6. 1 point
    Perez gosta de companheiro fraco. Quando teve Button e Ocon ao lado, tocou o terror nas equipes.
  7. 1 point
    Também penso a mesma coisa... no final das contas esse pulo dele da F3 pra F2 foi bem esperto..... com aquele grid " inchado " da f3 com PREMA e ART ele ia ficar mais um ano no " limbo " com a MP ele tem boas probabilidades de mostrar serviço este ano, a equipe evoluiu bastante em comparação com o ano anterior e o Matsushita é um bom parametro e com certeza vai ajudar bastante no desenvolvimento do carro...
  8. 1 point
    Eu acho o Felipe, além de muito rápido, muito centrado nas suas declarações. Gostei desta: "“Você tem muito mais downforce em relação ao peso do carro. Normalmente eu não sou aquele piloto que freia tarde, mas sim aquele que carrega velocidade nas curvas, então eu penso que isso está me ajudando um pouco. Acredito que o downforce do F2 veste como uma luva para mim, muito mais do que o da Fórmula 3. Não vejo que o carro da F3 fosse tão adequado para mim quanto é este”," Felipe Drugovich concedeu entrevista ao site da Fórmula 2 antes de sua estreia https://www.autoracing.com.br/felipe-drugovich-concedeu-entrevista-ao-site-da-formula-2-antes-de-sua-estreia/
  9. 1 point
    E pelo menos nos testes o Gabriele brasileiro (com nome e sobrenome de italiano) está andando bem próximo. Tempos do segundo dia: 1 Filip Ugran Jenzer Motorsport 1m44.772s 76 2 Gabriele Mini Prema 1m44.938s +0.166s 74 3 Gabriele Bortoleto Prema 1m44.961s +0.189s 70 4 Jesse Salmenautio Bhaitech 1m44.968s +0.196s 85 5 Jak Crawford Van Amersfoort Racing 1m45.138s +0.366s 75 6 Francesco Simonazzi DRZ Benelli 1m45.147s +0.375s 77 7 Jonny Edgar Van Amersfoort Racing 1m45.151s +0.379s 74 8 Andrea Rosso Cram Motorsport 1m45.263s +0.491s 81 9 Sebastian Montoya Prema 1m45.289s +0.517s 74 10 Sebastian Ogaard Bhaitech 1m45.394s +0.622s 70 11 Dino Beganovic Prema 1m45.405s +0.633s 48 12 Francesco Pizzi Van Amersfoort Racing 1m45.469s +0.697s 81 13 Ollie Bearman Mucke Motorsport 1m45.486s +0.714s 69 14 Pietro Delli Guanti AS Motorsport 1m45.589s +0.817s 55 15 Jasin Ferati Jenzer Motorsport 1m45.634s +0.862s 76 16 Zdenek Chovanec Bhaitech 1m45.638s +0.866s 69 17 Dexter Patterson Bhaitech 1m45.772s +1.000s 72 18 Leonardo Fornaroli Iron Lynx 1m45.928s +1.156s 76 19 Sebastian Freymuth Cram Motorsport 1m46.097s +1.325s 72 20 Lorenzo Patrese AKM Motorsport 1m46.253s +1.481s 80 21 Bence Valint Mucke Motorsport 1m46.280s +1.554s 63 22 Francesco Braschi AS Motorsport 1m46.445s +1.673s 69 23 Cenyu Han AKM Motorsport 1m46.533s +1.761s 67 24 Mateusz Kaprzyk Cram Motorsport 1m46.560s +1.788s 80 25 Axel Gnos G4 Racing 1m46.715s +1.943s 74 26 FABBRI TC Motorsport 1m52.029s +7.257s 72
  10. 1 point
    https://www.youtube.com/v/cP7qS_Hq0-k
  11. 1 point
    https://www.youtube.com/v/cP7qS_Hq0-k
  12. 1 point
    Ficou bonita. Talvez mais que a anterior (sempre lembro de uma frase, se não me engano do Enzo Ferrari, de que "carro bonito é aquele que vence corridas"). A dúvida é quanto à grana... O café (Lavazza) é bom...
  13. 1 point
    Eder, vou te responder o que eu imagino....
  14. 1 point
    O legal dessas entrevistas de youtube é que os entrevistados tem coragem pra soltar o verbo, se fosse uma entrevista pra TV talvez não tivessem. A entrevista do Tarso Marques foi interessantíssima também, principalmente o que ele falou do Briatore. Tem tb a entrevista do Geraldo Rodrigues (ex- empresário do Barrichello) falando que tava tudo certo pro Rubinho pilotar para a Benetton em 1996 e que na última hora o Briatore desistiu dando desculpa que a Renault exigia piloto que falasse alemão. E deu a entender que era pq o Berger ia dividir o salario dele com o Briatore...
  15. 1 point
    Palavras ao vento https://www.autoracing.com.br/f1-palavras-ao-vento/
  16. 1 point
    Esta turma me faz para de ler um tal site ......
  17. 1 point
    Se essa história for verídica uma boa parcela da mídia brasileira deveria pedir sinceras desculpas ao Felipe Nasr, principalmente a turma do Sr Flávio Gomes e Victor Martins, quem assistiu o vídeo dos caras na época do YouTube vai se lembrar.... essa situação ficou extremamente nítida pra quem acompanhou as duas temporadas, porém uma galerinha da mídia especializada brasileira preferiu acreditar que o Ericsson inexplicavelmente melhorou.... no mais obrigado pelo texto fontes
  18. 1 point
    O engenheiro brasileiro da Renault Racing, Ricardo Penteado contou grandes histórias sobre os pilotos que ele trabalhou. Está lá no Youtube no Motor Sports. O que mais me chamou a atenção foi a comparação que ele fez entre Alonso e Kubica, sendo pra ele o Kubica um piloto bem melhor que o Choronso. Sem contar que ele confirmou o óbvio: Alonso é manipulador, político e estressa a equipe.
  19. 1 point
    Na Arrows, em 1994, também. Ele chegou em 4° em Aida e poderia chegar em 2° ou 3° em Mônaco, caso o caro não quebrasse. Ele fala que aquela quebra pode ter custado uma possível vaga na Williams. O carro da Arrows era muito bom, mas as modificações que a FIA fez nos carros após a morte do Ayrton acabou com o carro. Sim, tenho visto muitas entrevistas interessantes e histórias que não sabia. A do Marques com a Ferrari e a do Briatores, por exemplo. Essa do Christian (Willims e McLaren) eu lembrava vagamente de notícias da época. Se não me engano teve algo parecido com o Rubens também. Uma entrevista legal é a do Roberto Pupo Moreno para o Lito Cavalcanti, devem dar umas 6 horas de gravação, o cara conta desde o seu começo no kart até o fim da carreira. Outro que lutou bastante contra a falta de grana.
  20. 1 point
    Quando se coloca ASPAS numa expressão, ela não necessariamente tem o sentido literal... Mas estou rindo alto até agora da parte em negrito.... Na F-1, se eles podem vender a "mãe" (cuidado com as ASPAS) para ganhar um campeonato, eles o farão! Pergunta pra quem manja de F-1.
  21. 1 point
    Vai seguir o mesmo calendário da F1: 1 Red Bull Ring, Austria July 3-5 2 Red Bull Ring, Austria July 10-12 3 Hungaroring, Hungary July 17-19 4 Silverstone, Great Britain July 31-August 2 5 Silverstone, Great Britain August 7-9 6 Barcelona, Spain August 14-16 7 Spa-Francorchamps, Belgium August 28-30 8 Monza, Italy September 4-6
  22. 0 points
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