F1 – 27 anos de saudade de Ayrton Senna

sábado, 1 de maio de 2021 às 8:30

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Existe uma piada mais ou menos assim: é o ano 2037. Um certo piloto que correu na Fórmula 1 no final dos anos 80 falece. De boa índole, generoso, afável, morreu – como se costuma dizer – de velhice e, diante de tanta bondade, foi em vão sem escalas para o paraíso.

São Pedro recebe de braços abertos o novo morador e diz-lhe que ele podia até escolher como passar o resto da eternidade. Como não havia obtido lá muito sucesso nas pistas do andar de baixo, o velho piloto não titubeia: diz que quer disputar uma corrida a cada dia e, é claro, vencer!

São Pedro rapidamente providencia carro, macacão, capacete, balaclava, e leva o piloto ao autódromo do paraíso. Já na pista, o desejo vai-se tornando real. Ultrapassagens homéricas, adversários sendo um a um derrotados. Todos haviam sido deixados para trás, e já era a última volta.

Mas eis que, dando como certa a primeira vitória, o tal piloto sente um frio na barriga ao olhar o retrovisor, e avistar um capacete amarelo. A cada curva a diferença diminui.

E na reta de chegada, antes que pudesse ter seu desejo realizado, o dono do capacete amarelo faz uma ultrapassagem arriscadíssima, tomando a vitória. Indignado, o piloto joga o capacete ao chão e vai até São Pedro (que descaradamente entregava o troféu ao vencedor): “São Pedro! Como você me faz isso? Por que não me avisou que o Senna estava aqui?” E São Pedro: “Filho, esse aí não é quem você está pensando. Esse aí é Deus, mas não espalhe… há dias em que ele pensa que é Senna!”

Saiba tudo sobre este gênio do automobilismo, que hoje homenageamos:

Gênios – Ayrton Senna

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