Stock Car – Comentários de domingo – Velopark 2019

Thiago Camilo

Felipe Fraga, P1/P7: Eu queria ganhar a corrida 1, esse era principal objetivo do final de semana e nós conseguimos. O carro estava tão perfeito, agradeço todos da equipe por isso, que ainda fomos bem na prova 2 e atingimos uma meta importante que é sair aqui do Velopark como o maior pontuador do final de semana. Eu deixei o carro apagar no pit da segunda prova, acho que perdi só um ou dois segundos, mas voltei no meio do pelotão e isso me tirou um possível top-5 na segunda prova. Mas hoje não podemos reclamar, foram dois bons resultados e estou muito feliz. É um ano em que na parte de pilotagem eu venho muito bem, então espero engatar uma boa sequência para o final dessa temporada.

Gabriel Casagrande, P2/P25: A primeira corrida foi muito boa, foi excelente conquistar meu quarto pódio no ano, mas realmente foi um dia misto de sensações. O carro estava muito rápido e ainda conseguimos poupar uma pouco o equipamento para a segunda corrida. Consegui fazer boas ultrapassagens sem push na corrida 2, mas infelizmente teve a quebra de suspensão. Aqui no Velopark se você não passar por cima da zebra você não consegue ser rápido. E foi numa dessas passadas que veio a quebra. Mesmo assim sigo bem animado com essa sequência de pódios depois de um segundo lugar na Corrida do Milhão e hoje novamente aqui Velopark. Estou evoluindo muito ao longo desse ano. É a minha melhor temporada na Stock Car e sigo bem animado para essa reta final do campeonato. Nossa meta é fechar o ano entre os cinco primeiros e vamos buscar uma vitória também.

Thiago Camilo, P4/P4: A gente chegou aqui com a intenção de vencer corrida, ou pelo menos subir ao pódio, mas com o principal objetivo de diminuir a diferença para a liderança, e demos um pequeno passo nesse sentido. Dentro das circunstâncias que se apresentaram, em que não tínhamos carro para brigar pelas primeiras posições, o resultado foi muito bom. Chegamos onde poderíamos chegar. Na segunda corrida, se não houvesse entrado o safety car logo antes da janela de reabastecimento e troca de pneus, eu provavelmente teria chegado em terceiro, uma posição à frente do Ricardo Maurício, pois estava com uma distância confortável pra ele.

Cacá Bueno, P5/P5: As duas corridas foram muito boas para nós. A sexta-feira e o domingo foram bons para nosso carro. Foi uma pena largar de oitavo, eu acho que tinha carro para brigar por um pódio, mas os dois top-5 estão de bom tamanho e o carro andou bem o tempo inteiro. Foi um bom final de semana aqui, assim como foi em Campo Grande e em Santa Cruz do Sul. O carro vem evoluindo bem, mostra que deveríamos estar no top-5 do campeonato. Vamos trabalhar ainda mais nas próximas corridas para sonhar com briga pela pole e também por vitórias.

Ricardo Zonta, P12/P18: Na primeira bateria tentei sobreviver sem pushes, tentando fazer a melhor estratégia possível para não ser atacado. Em hora nenhuma pensei que poderíamos ter alguma punição que todos cometem. Em Interlagos, vários carros que pontuaram muito bem acabaram levantando o carro ainda abastecendo com o galão, o que foi o que aconteceu. Fora isso, teve alguns carros que me passaram na chicane. No briefing, falaram que não podia cortar a chicane, e que se cortasse, teria de devolver a posição até a reta oposta. mas os carros me passavam cortando a chicane como se nada estivesse acontecendo. Então não entendo porque a regra está sendo tão injusta e sem peso igual para todos. No briefing falaram, e não entendi porque deixaram três carros me passarem cortando a chicane.

Lucas Foresti, P13/P8: Foi um grande domingo, de recuperação. Conseguimos evoluir nove posições na primeira prova e na segunda terminamos ainda mais na frente, em oitavo. A equipe está de parabéns, o trabalho de recuperação do carro ontem após a minha batida, e o carro ficou em boas condições já para a classificação. Felizmente hoje conseguimos colher os frutos desse bom acerto. Saio feliz com nosso trabalho hoje. Somamos 21 pontos no campeonato, o que é muito importante, e agora estamos ainda mais motivados para um bom final de semana na próxima rodada dupla, em Cascavel.

Nelson Piquet Jr., P17/P12: Foi uma etapa difícil. Infelizmente, não conseguimos uma boa performance no classificatório e isso já compromete o todo. Tentamos uma estratégia, buscando pontuar melhor na corrida 2, mas tivemos um erro no pit stop – caiu a porca da roda – e perdi muito tempo. Agora é continuar trabalhando para tentar ter mais performance em Cascavel. Focar nos pontos que precisamos melhorar.

Gaetano di Mauro, P18/P16: Foi uma pena. Preparamos bem a primeira corrida visando à segunda, a estratégia era muito boa. No pit, ganhamos muitas posições e estava tudo certo para a corrida 2. Num lance em que tentei passar o Daniel Serra junto com o Cacá Bueno, acabei tocado por outro piloto e rodei. Caí para 20º e ainda terminei em 16º. Uma pena, porque tínhamos velocidade para ficar entre os cinco, mas vamos trabalhar para tentar um bom resultado na próxima corrrida.

Bia Figueiredo, P19/P20: Meu câmbio não reduzia as marchas em algumas curvas desde o início da primeira corrida. Não sabíamos o que era e não havia como consertar. Depois da corrida a equipe concluiu que foi um problema eletrônico, defeito no sensor de rotação do motor, que acabava enganando o câmbio. O objetivo era fazer muito mais pontos, mas brigando com o carro durante mais de oitenta minutos salvar três pontinhos foi bem razoável.

Marcel Coletta, P20/P9: Nós fizemos uma boa prova 2 vindo lá de trás e o nono lugar ficou de bom tamanho após conseguir várias ultrapassagens. Tivemos uma quebra de rolamento na última volta da primeira corrida, senão teríamos conquistado mais pontos no final de semana com o resultado da corrida 1.

Pedro Cardoso, P22/P27: Eu já estava por dentro e acho que o Navarro foi fechar a trajetória quando era tarde demais, e infelizmente acabamos nos tocando. A batida quebrou a suspensão dianteira direita, e não tinha como continuar. Eu queria muito recompensar o trabalho dos mecânicos com um bom resultado, pois eles trabalharam muito neste final de semana. Agora só quero pensar na próxima etapa.

Átila Abreu, P23/P28: Na primeira corrida, batalhamos na estratégia para terminar entre os dez. Fizemos uma boa parada e voltei em oitavo, mas tive uma quebra de semieixo. Parei nos boxes, e os mecânicos conseguiram arrumar. Largamos de trás na segunda corrida, mas o carro estava muito dianteiro e eu ficava muito lento nas curvas. Aí num enrosco na curva zero, os carros espalharam e passei em cima de uma lombada, o que quebrou a minha suspensão. De qualquer forma, seria difícil fazer uma grande corrida de recuperação, embora eu tivesse a vantagem de não precisar praticamente reabastecer na segunda corrida. São coisas que acontecem, vamos continuar trabalhando para sermos competitivos, e dias melhores virão. Foi bom estar de volta ao Velopark depois do acidente na primeira corrida do ano, e vamos para Cascavel.

Rafael Suzuki, P24/P11: Tinha que remar o tempo todo, porque toda hora alguma coisa acontecia. Primeiro foi o toque com o Gaetano (di Mauro), onde perdi três posições; depois fui ganhando terreno, passei o (Lucas) Foresti e quando ele retomou a posição, não havia espaço para dois. No final, um 11º lugar que poderia ter sido ali um sétimo ou oitavo, mas mesmo assim premia todo o esforço da equipe, pois o final de semana não foi nada fácil.

Galid Osman, P27/P13: Na primeira corrida, o carro estava não estava bom, com problemas de freios bem graves. O carro não parava na pista. Para a segunda prova, trocamos o sistema todo, e melhorou. Apesar disso, o desempenho já vinha comprometido, e oito pontos foram o máximo que conseguimos somar aqui hoje.

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