Stock Car – Comentários de domingo – Velo Città 2018

Cacá Bueno

Felipe Fraga, P1/P6: Esta vitória foi muito especial aqui no Velo Città por ser minha corrida 100 e, principalmente, por seguir ainda mais forte na disputa pelo título do campeonato com a Cimed Racing. Agradeço todos do box, o nosso pit-stop foi perfeito e vamos seguir na luta pelo bicampeonato.

Cacá Bueno, P3/NT: Foi um resultado bom para o campeonato, largar por fora é sempre difícil e acabei perdendo umas posições no início. Eu consegui recuperar algumas posições na pista, como foi com o Julio Campos, e aproveitei os problemas de outros pilotos para chegar em terceiro. Ainda consegui administrar um pouco o carro nas voltas finais. É muito triste ser retirado de uma corrida por conta disso (luz de freio), mas agora é focar no campeonato, no qual ainda temos chances na terceira colocação, só que agora toda prova será decisiva para conseguir tirar pontos do líder.

Julio Campos, P4/P5: Foi um fim de semana muito bom para o campeonato. Terminei como o terceiro maior pontuador e fico muito feliz com as posições que conquistamos nas duas provas. Agora, é ver onde podemos melhorar no acerto de corrida, para brigar por vitórias.

Thiago Camilo, P6/NT: Como no ano passado, não encontramos o acerto ideal para essa pista, mas esse ano além de o carro não estar muito competitivo, levei duas pancadas na segunda corrida. Uma pena, porque eu ganhei o Fan Push (acionamento extra do botão de ultrapassagem disputado através de votação popular no site da Stock Car) e poderia fazer uma segunda corrida bem melhor.

Nelsinho Piquet, P7/P9: Foi uma evolução, largando melhor você evita incidentes e isso ajudou bastante a progredir na corrida, mas o carro também deu uma melhorada. A equipe também deu um passo à frente, mas progredir é sempre importante e vamos seguir nesse caminho. É fundamental para a gente se manter animado e confiante para ir melhor na próxima corrida, e ir melhor no próximo ano, por que temos um grupo bom de pessoas, com as quais gosto de trabalhar.

Ricardo Zonta, P8/P4: Meu carro evoluiu bastante da classificação para a corrida. Foi um carro que me permitia ter um ritmo constante e rápido. É claro que optamos em fazer o pit stop mais rápido possível para ganhar o máximo de posições na primeira corrida e largar mais à frente na segunda. O ritmo era muito bom na segunda corrida, mas pena que o safety car entrou e isso reagrupou todo mundo e fez com que eu perdesse a distância que precisava para reabastecer. No finalzinho eu estava me mantendo em segundo, o Átila fez um ótimo pit stop e vinha com um ótimo ritmo, mas aí acabou o pneu traseiro e não conseguia usar o push por causa da tração e não consegui segurar o (Daniel) Serra e o (Rubens) Barrichello na última volta. Mas agradeço à equipe por ter melhorado o carro, e agora temos de focar na classificação para largarmos mais à frente, já que perdemos pontos preciosos largando atrás.

Átila Abreu, P9/P1: Foi um fim de semana muito bacana e também de muito aprendizado. O carro não se comportou como esperávamos, mas a classificação nos colocou numa posição de tentar brigar pela vitória na segunda corrida. Na primeira prova, larguei bem e já me posicionei entre os dez, arrisquei um pouco no ritmo antes da janela para tentar colocar mais combustível no pit stop e consegui voltar à pista no limite, em décimo. No finalzinho ainda fiquei em nono e bem posicionado para a segunda corrida, com bastante gasolina. Sabia que havia três pilotos na mesma estratégia do que eu. Não larguei tão bem na segunda corrida e tive de vir atacando o Zonta porque sabia que a briga seria apertada. Eu me aproximei e depois da parada o ultrapassei porque coloquei menos combustível, e depois, com pneu novo, o carro estava com um equilíbrio perfeito e comecei a voar. Depois foi só administrar para vencer a terceira do ano, de novo no Velo Città, e crescer no campeonato.

Lucas Foresti, P14/NT: A pancada que eu levei no meu extrator na hora da largada foi o começo do fim para mim. O carro ficou muito instável, muito traseiro, e lutei com todas as minhas forças o quanto pude, de forma limpa, até levar outro toque e estragar tudo de vez.

Ricardo Sperafico, P16/P19: Deu pra sentir como o pessoal está andando, o ritmo, entender todo o sistema das duas baterias. Não conseguimos pontos, mas deu pra brigar e não ficar distante. E estou feliz por ter escapado de acidentes e terminar as duas corridas. Agora, vamos trabalhar para melhorar para as próximas etapas. Estou confiante para Londrina.

Bia Figueiredo, P17/NT: Foi um fim de semana difícil, onde em nenhum momento tivemos um carro competitivo. O maior problema foi a falta de aderência e tração, que me fazia perder frações de segundo preciosas em cada curva, e aqui são doze curvas. Mesmo assim se não houvesse o problema de freios eu poderia pontuar na Corrida 2.

Rafael Suzuki, NT/P21: Foi uma etapa movimentada. Na primeira corrida, eu larguei bem, ganhei umas duas posições. Mas, quando o Cesar Ramos rodou no miolo da pista, ele estava bem na minha frente e eu tive de frear. Alguém bateu em mim e meu carro deu uma ‘entortada’, porque foi um toque na minha roda. O carro não era tão rápido, mas tentamos arriscar na estratégia. Também acabei deixando o carro morrer no pit, então a equipe priorizou a corrida 2. Infelizmente, não deu para recuperar bem, principalmente da posição em que a gente estava largando. Era possível fazer alguns pontinhos, mas acho que abusei, estava difícil manter um ritmo forte. Passou longe do que nós almejávamos, principalmente depois de Cascavel, mas temos mais um mês para analisar e trabalhar para voltar melhor na próxima.

Valdeno Brito, NT/P8: Tô me sentindo como se tivesse vencido. Foi uma guerra completa, com muito calor e muitos toques. Por sorte eu consegui escapar das confusões e isso me fortaleceu durante a disputa e esse oitavo lugar valeu como o primeiro. Estou muito feliz depois de um fim de semana muito complicado nos treinos.

Marcos Gomes, NT/P12: Foi um final de semana onde fomos os mais rápidos em todos os treinos classificatórios, no Q1, Q2 e Q3 e fizemos a melhor volta nas duas provas. Mas infelizmente estas coisas acontecem em corrida e agora é focar na recuperação em Londrina”, diz Gomes, campeão de 2015 e hoje 12o na prova 2 depois de largar em último.

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