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André Bragantini Jr realiza cirurgia


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32 respostas nessa pasta

#1 Eduardo Tomedi

Eduardo Tomedi

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Postado 20 February 2008 - 05:15 PM

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Graças a ajuda de amigos e patrocinadores, o vice-campeão da Stock Car Light 2007 e piloto da equipe Nova/RR na Copa Nextel deste ano, André Bragantini Júnior, de 29 anos, realizou o sonho de sua vida. No último sábado, dia 16 de fevereiro, ele foi submetido a uma cirurgia que reduzirá em pelo menos 70% os efeitos causados pela Síndrome de Gilles de la Tourette. A doença ocasiona espasmos musculares e tiques de voz, que já causaram inúmeros desconfortos ao piloto.

A cirurgia chegou ao Brasil apenas no ano passado, por intermédio do neurocirurgião Osvaldo Vilela Filho, de Goiânia, que é o único do mundo a realizar a intervenção por meio da introdução de um eletrodo (que é regulado por um marcapasso) no globo pálido externo – região do cérebro que controla as reações musculares. “O primeiro paciente foi operado em 2004 e hoje reduziu em 90% o número de espasmos e tiques”, revela o médico.

Anteriormente, apenas uma equipe de neurologistas holandeses realizou em 1999 cirurgias para curar a doença. Mas o método utilizado pelos europeus era diferente do criado pelo médico brasileiro, já que o procedimento era feito no tálamo medial.

Em janeiro deste ano, André realizou inúmeros exames que o habilitaram a ser submetido ao procedimento, que acontecerá no Hospital Neurológico de Goiânia.




PRECONCEITO

Em 2007, André Bragantini foi multado pelo condomínio onde morava devido ao barulho que fazia e que, segundo o síndico, incomodava os vizinhos. Por isso, resolveu morar numa casa. “Me mudei em janeiro deste ano, depois de sofrer por muito tempo com o preconceito dos vizinhos do prédio onde eu morava, em Curitiba”, lamenta.

Para o paulista, radicado na capital paranaense há três anos, o local onde ele mais se sente à vontade é o autódromo. “Nas pistas todo mundo me conhece e me respeita. A Síndrome é algo que convive comigo e eu já estou acostumado com ela, mas, infelizmente, a sociedade não. No meu cotidiano é onde mais sofro, afinal de contas não tenho tranqüilidade para ir a nenhum lugar, pois as pessoas ficam me observando como se eu fosse um louco e isso me incomoda muito”, lamenta.

CARREIRA

Desde criança André sonhava em ser piloto. “Meu pai trabalhava com automobilismo e meu tio foi um dos grandes pilotos brasileiros nas décadas de 70 e 80. Eu praticamente nasci no meio e ser piloto foi uma conseqüência natural. Além de amar o que faço, isso ajudou bastante”. Aos 28 anos, ele já passou pela extinta Fórmula Fiat de Turismo, pela Stock Car V8, pela Copa Clio e foi vice-campeão Brasileiro da Stock Car Light em 2007, com três vitórias.

Mas não foi fácil para André Bragantini chegar a esse patamar profissional. Além das diversas dificuldades que qualquer piloto enfrenta para se tornar reconhecido, André teve que superar mais um obstáculo. Aos seis anos de idade, ele começou a ter diversos "tiques", e ninguém conseguia descobrir do que se tratava. “Foi bem demorado para a doença ser diagnosticada. Só fui realmente descobrir o nome da doença, que é Síndrome de Gilles de la Tourette, há cinco anos, com um médico em São Paulo”, revela.

A Síndrome, que atinge uma em cada 200 pessoas, está classificada entre os tiques crônicos e é caracterizada por diversos tiques motores e vocais, como fazer caretas, gestos, pular e ficar repetindo diversas palavras. Os espasmos se iniciam na infância ou na adolescência e persistem na vida adulta, podendo acarretar alterações significativas na vida dos portadores e de seus familiares.

Poucos portadores da Síndrome conseguem um limitado controle sobre seus tiques. “Infelizmente, não consigo controlar, pois os movimentos são involuntários. Quando estou nervoso ou ansioso, sei que preciso me acalmar para amenizar um pouco seus efeitos, mas mesmo assim é uma tarefa muito difícil”, argumenta. Segundo especialistas, atividades que exigem concentração podem diminuir o problema. “Quando dirijo ou piloto, os espasmos diminuem em até 80% e por causa disso nunca tive problemas na direção”, ressalta.

A causa da doença ainda não foi encontrada, mas as pesquisas atuais mostram que o problema se origina de anomalias metabólicas de pelo menos um neurotransmissor cerebral, a dopamina.

Existem medicamentos eficazes que auxiliam no controle dos sintomas, quando estes prejudicam a vida do portador, mas que podem causar alguns efeitos colaterais. “Eu tomei muitos remédios que faziam com que a Síndrome melhorasse mais de 50%, mas que em compensação me causavam enjôos, sonolência e irritabilidade, o que me prejudicava muito no dia-a-dia. Preferi então parar com tudo e continuar vivendo como antes, afinal, com a Síndrome consigo me acostumar e fazer tudo normalmente. Espero que, agora, com a cirurgia eu consiga ter uma vida normal”, diz.

A doença não impediu André, o único piloto brasileiro com a Síndrome, a ter sucesso profissional. “Ainda sou novo, e tenho o sonho de viver do automobilismo conquistando vitórias e títulos”. Por ser um exemplo de superação, André realiza palestras motivacionais para a empresa Hope RH, principal patrocinador dele na Stock Car. “Isso faz com que eu reverta a imagem negativa que a Síndrome apresenta de início para algo bom e positivo. Assim, as pessoas podem se espelhar no meu exemplo de que nada é impossível de se conquistar e que cada um de nós pode ser um vencedor na vida”, lembra.





ENTREVISTA COM O PILOTO ANDRÉ BRAGANTINI JR.

Como despertou sua paixão pela velocidade? Sua família sempre esteve ligada no automobilismo?

R: Bem, eu tive uma grande vantagem desde criança que é a de fazer parte de uma família de renome no automobilismo nacional. Tudo começou com meu tio Artur, que foi um grande piloto nas décadas de 70 e 80. Meu pai sempre trabalhou na parte de fora, se tornando um grande líder fora das pistas, como chefe de equipe. Foram com eles que aprendi quase tudo que sei hoje, principalmente pelo meu pai que foi e sempre será meu grande tutor. Tenho muito orgulho de toda a competência, responsabilidade e organização dele – itens fundamentais para alguém de sua função. Sou um apaixonado pelo automobilismo desde quando estava na barriga de minha mãe (risos).





Quando criança, foi diagnosticada a Síndrome Gilles de la Tourette. Você já foi vítima de preconceito no automobilismo por ser portador dessa doença? Se já, por favor, descreva o caso.

R: Sinceramente, essa Sindrome só foi diagnosticada em mim recentemente, há uns 5 anos por um médico de Soa Paulo. Antes disso passei por vários tratamentos para descobrir o que eu realmente tinha, pois em exame nenhum aparecia alguma deficiência. Foi muito dolorido para mim e minha família todo o período que passamos até descobrir realmente o que eu tinha. No automobilismo sempre fui respeitado. Apenas uma vez quando competia pelo extinto Campeonato Brasileiro de Fórmula Fiat teve um caso de um piloto – o qual não citarei o nome – que disputava o Campeonato comigo. Ele tentou fazer um movimento contra mim. Mas, na realidade, era mais um blefe e nada pessoal comigo, apenas um artifício que ele queria se utilizar para me tirar da disputa. Não surtiu resultado, pois nenhum outro piloto topou entrar na dele.





Por que você se dedicou apenas às categorias de Turismo? Você já experimentou algum monoposto, mesmo que seja apenas um teste?

R: Na época, meu pai tinha uma equipe na Fórmula Fiat Uno. Então foi muito mais fácil ingressar no automobilismo pelo turismo. Como a coisa foi dando certo, fui seguindo esse caminho e passei por diversas categorias. Fiz um teste na Inglaterra em 97 de Vauxall Jr., em Donington Park, na mesma equipe que o Antônio Pizzonia se sagrou campeão no ano seguinte. Ele, inclusive, estava lá e me deu umas dicas. Fui bem no teste, mas não deu certo pelo velho problema da falta de patrocínio. No final de 99, me surgiu uma excelente oportunidade para ingressar na Fórmula 3, pela equipe do Amir Nasr, na qual corriam Rodrigo e Ricardo Sperafico, além do Vitor Meira. Tínhamos um projeto muito grande com uma multinacional e estava praticamente tudo certo para entrar no ano 2000, mas, de última hora, surgiu um problema com esse patrocinador, o que impediu minha entrada nos monopostos. Foi uma pena, pois estava na idade certa e com muita vontade de mudar de rumo, mas acho que não aconteceu porque não devia acontecer.





Abdicando dos monopostos, sua ambição passou a ser qual categoria do Brasil ou mesmo do mundo?

R: Ainda tenho um sonho que é competir no automobilismo lá fora, ser bem sucedido e viver disso. Mas, agora, sempre pensando no turismo mesmo, já que está tarde para eu ingressar nos monopostos – afinal, completei 29 anos em outubro deste ano. Mas sempre tive como objetivo no Brasil a Stock Car, pois é nossa principal categoria há décadas. A minha chance de competir com os maiores nomes do automobilismo nacional estava aqui e de fazer uma carreira também. O mais engraçado é que quando era criança meu pai tinha uma equipe na Stock Car, ainda na época dos opalas e o Chico Serra era o principal piloto da equipe. Sempre que encontrava com ele, batia uma grande timidez, aquela coisa de ídolo. E ainda mais quando a gente é criança isso fica marcado pro resto da vida. Uma vez antes de uma corrida, eu cheguei nele pra desejar boa sorte e disse: "Chico, pé na bota!!!". Ele só deu risada, afinal o correto seria dizer “pé no fundo”, ou ainda “senta a bota!!!”. (Risos)

E, anos mais tarde, me vi disputando corridas com ele e até mesmo vencendo como na época da Fiat, o que pra mim foi motivo de muito orgulho e emoção.





Você teve uma passagem curta na Stock Car. Em 2004, fez parte de um dos times mais conceituados da categoria - Vogel Motorsports. Quais foram os motivos para sua saída?

R: Na realidade, eu passei por duas temporadas na Stock Car, em 2003 e 2004. Ambas as temporadas foram pela equipe do Mauro Vogel. Essa chance surgiu no final da temporada da Copa Clio, em 2002. O pai do piloto Gualter Salles me ofereceu a oportunidade de levar uma verba pequena para a equipe e fazer minha estréia na Stock Car, afinal ele já havia me ajudado a fazer a temporada anterior na Copa Clio, onde fui vice-campeão. Se não fosse por ele, eu não teria tido a chance de competir na Stock Car naquele momento e sou muito agradecido a ele por ter aberto as portas para mim. Aprendi demais a guiar esse tipo de carro (com tração traseira e com bastante potência) com o próprio Mauro Vogel. Até então, só havia competido com carros de baixa potência e tração dianteira. Sofri um pouco no começo com a adaptação, mas procurei assimilar ao máximo seus ensinamentos, que por sinal tiro muito proveito hoje em dia. Tenho grande admiração pelo Mauro. Pena que não tivemos muita sorte nos anos que trabalhamos juntos. Afinal, estávamos sempre rápidos, mas não consegui tirar proveito disso nas corridas por diversos fatores. Acho que um deles era o fato de ainda não estar totalmente pronto e preparado para competir com esse tipo de carro. Até porque na Stock Car os treinos são proibidos e isso dificulta muito para quem está começando na categoria. Mas, ao mesmo tempo, isso é compreensível, pois se os treinos forem liberados os custos dobram e a categoria se tornaria inviável. O fato de eu não ter continuado foi porque o Thiago Camilo, que era meu companheiro em 2004, renovou cedo com a equipe, já que vinha fazendo um ótimo trabalho e conseguiu acerto com patrocinadores mais rapidamente. Paralelo a isso, o Gualter Salles voltou a guiar o outro carro. Por esse motivo, não sobrou vaga para mim. Como não consegui o restante do patrocínio para continuar em outra equipe, tive que me retirar temporariamente da categoria.



Seu gravíssimo acidente em Tarumã (2004) mudou a sua maneira de encarar o automobilismo? Quem você considera o responsável por aquele acidente espetacular?

R: Não quero e nem tenho motivo para polemizar sobre isso, afinal já é passado e não sei guardar mágoas. Mas, para mim, tenho toda a certeza que o Raul Boesel poderia ter evitado. Não quero dizer com isso que ele fez de propósito, pois, além dos pilotos se respeitarem, eles conhecem os riscos e não querem o mal de ninguém. Mas foi algo que poderia ter sido evitado realmente. E de forma alguma mudou meu modo de ver o automobilismo. Pelo contrário, só fez com que minha crença em Deus aumentasse, pois foi a mão dele que me salvou ali. Fato curioso é que, em 94, após eu ter feito o curso de pilotagem quando eu tinha 16 anos, meu pai começou a me propiciar uns treinos de Uno na equipe dele, já me preparando para minha estréia no ano seguinte. No meu segundo treino, já vinha andando bem e de repente perdi o controle na curva do mergulho, em Interlagos, indo para a junção e acabei batendo de traseira. Cheguei nos boxes bem apreensivo, pois achava que iria tomar uma bela bronca. Desci do carro, fui quietinho para o canto dos boxes e lá fiquei. Meu pai apareceu, pediu aos mecânicos para consertarem e nem falou comigo. Achei que realmente estivesse bem nervoso. Quando o carro ficou pronto, meu pai chegou em mim e disse: “Vamos filho, volte para a pista que o carro está pronto!”.

Imediatamente respondi que não, afinal já tinha dado prejuízo bastante a ele por conta da batida. Ele rebateu: “Um piloto quando entra na pista já sabe o risco que está correndo. Só bate quem anda rápido. E se você ficar com medo e não voltar, saiba que nunca mais vai sentar num carro de corrida!”. Pronto, foi tiro e queda... Voltei pro treino e virei ainda mais rápido. Então todo piloto tem que saber que acidentes fazem parte e que precisa estar preparado para enfrenta-los, mesmo que nunca imagine que algo possa acontecer.





Com sua saída da Stock, você passou a ser piloto da Copa Clio. As duas são competições de turismo. Quais são as principais diferenças entre os dois carros?

R: São dois carros totalmente diferentes, não tem nada a ver um com o outro. O Clio é tração dianteira, pouca potência e o piloto tem que guiar mais “pendurado”, se arremessando mais rápido pra dentro de curva para aproveitar sua pouca velocidade sem que prejudique a saída. Ou seja, é mais manhoso.

O Stock é tração traseira, alta potência, carro mais pesado. Nele tem que procurar guiar muitas vezes com o pé, para saber dosar a aceleração certa nas saídas de curva. Tem que aproveitar as retomadas, afinal é um carro que tem bastante pegada em baixa. Foi justamente essa adaptação que sofri de uma para outra, mas ambos tem seu prazer de se guiar. Independente do carro que você pilota, tem que estudar as características, entender do acerto de suspensão de cada um para informar melhor a equipe e poder se dar bem, conquistando bons resultados.





Por que você escolheu a Stock Light para recomeçar no evento Stock Car?

R: A Stock é muito competitiva e o nível de profissionalismo envolvido nela faz com que seja uma das principais categorias do mundo. Não adianta se arriscar e brincar de aventureiro na Stock Car sem uma boa verba de investimento e um bom planejamento das ações a serem exploradas com patrocinadores. Hoje não tem mais espaço pra isso.

Além disso, o piloto tem que ser completo, não apenas fazendo um bom trabalho dentro da pista com sua equipe, mas também fora dela. Por eu não possuir a verba para entrar num “esquema” realmente competitivo, onde eu pudesse brigar por boas colocações e dar um bom retorno a meus patrocinadores, optei por retornar na Stock Light. Nela o custo anual é bem menor que na principal e não deixa de ser uma categoria muito importante. Tive um grande apoio do Jorge de Freitas, que é meu chefe de equipe na Nova/RR, e a confiança da Hope RH, que me possibilitou trazer a Eurofarma, meu parceiro há mais de 10 anos. Com isso, tive a oportunidade e o prazer de sentar no carro campeão de 2006. Assim, tive certeza que teria condições de fazer meu trabalho bem feito e sabia que naturalmente as chances de voltar para a Copa Nextel apareceriam. Foi algo muito bem estudado por mim e por meu pai no ano passado, para não darmos um passo errado que pudesse prejudicar minha carreira.





Como você avalia o nível dos pilotos da Light?

R: Light hoje só está no nome. Temos grandes pilotos com um talento excelente, o que valoriza ainda mais a categoria. Antes, a Light era apenas uma preliminar, mas agora se tornou a categoria de acesso da Copa Nextel. Isso atrai grandes pilotos e equipes e a torna cada vez mais difícil e competitiva. Em 2008, que teremos ainda mais equipes, justamente com a vinda das que não conseguiram classificação para continuar na Copa Nextel, o campeonato se tornará mais difícil, tanto quanto a categoria principal.





A temporada passada foi dentro das suas expectativas?

R: Minha temporada foi ótima. Fui o piloto com maior número de vitórias (três) e fiquei a dez pontos do campeão Norberto Gresse Filho, que neste ano será meu companheiro de equipe na Copa Nextel. Tinha um ótimo entrosamento e relacionamento com todos na minha equipe, dos mecânicos a meu companheiro Ariel Barranco, que foi campeão da própria Light, em 1995, quando ainda eram utilizados os ômegas e as categorias corriam juntas, divididas em A e B.





A propósito, quais são seus objetivos para o futuro?

R: Hoje meu foco é 100% direcionado para a Stock principal. Óbvio que se aparecer a oportunidade de correr numa categoria paralelamente, como a GT3 por exemplo, seria ótimo, pois assim conseguiria treinar mais, algo que não podemos fazer na Stock. Então, outra categoria seria bem-vinda para essa finalidade. Quem sabe possa surgir também a oportunidade de fazer algumas provas na nossa vizinha TC2000 Argentina – afinal de contas temos vários companheiros da Stock participando de corridas por lá. Isso sem contar o Cacá (Bueno), que já é figura carimbada em terras portenhas e nos representa muito bem por lá.





Gostaria de acrescentar mais alguma coisa? Agradecer alguém pela oportunidade de fazer a cirurgia?

Em primeiro lugar, quero agradecer a DEUS. Também não posso deixar de lembrar de algumas pessoas neste momento. Toda minha família, meus amigos e especialmente o Dr. Osvaldo Vilela Filho, Dr. Paulo Ragazzo e equipe, o Instituto Lico Kaesemodel,o Instituto Ingo Hoffmann, o piloto William Starostick e seu empresário Dagoberto, Maurizio Billi e toda Eurofarma Laboratórios, Wilson Jr., Marcelo Frederico e toda Hope RH, Ricardo Baptista e familia, Rosinei Campos e Familia, Claudio Stringari e equipe Central Press.



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#2 Limão

Limão

    Louco por Automobilismo

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Postado 20 February 2008 - 05:19 PM

Que se recupere bem!! amigos.gif

#3 Cameron

Cameron

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Postado 20 February 2008 - 06:24 PM

Torcemos por você André. Continue esse exemplo de pessoa e de piloto!

#4 fernando_ttm

fernando_ttm

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Postado 20 February 2008 - 08:04 PM

Grande Adrezinho pode ter certeza que a turma toda torce pela sua recuperação vc merece todo sucesso do mundo e uma grande pessoa e de uma simplicidade enorme . positivo1.gif positivo1.gif positivo1.gif

fica com DEUS Andre E BOA RECUPERAÇÃO amigos.gif amigos.gif

amigos.gif amigos.gif amigos.gif positivo1.gif positivo1.gif piloto.gif piloto.gif

#5 Paulo Figueiredo

Paulo Figueiredo

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Postado 20 February 2008 - 08:11 PM

Desejo ao Andre seu pronto restabelecimento e seu breve retorno as pistas. André vc é um vencedor.
Paulo Figueiredo
Ex-Gol quadrado 51
Visite o site www.speedrj.com.br

#6 Zé Carlinhos

Zé Carlinhos

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Postado 20 February 2008 - 08:23 PM

Ai André, fica tranquilo, quem é do bem como vc DEUS não abandona, boa sorte!! thumbsup.gif
RACING IS LIFE!!!ANYTHING THAT HAPPENS BEFORE OR AFTER, IS JUST WAITING!!!!!!! S.M.

#7 D Böhler

D Böhler

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Postado 20 February 2008 - 08:41 PM

Melhoras André!!! positivo.gif

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#8 Rodrigo

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    O inventor da tangência quadrada

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Postado 20 February 2008 - 09:53 PM

grande André!!! amigos.gif

uma ótima recuperação pra ti aê, e que Deus te ilumine sempre amigos.gif

abraços
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"Como posso conhecer os limites, se trato sempre de superá-los?"
Gilles Villeneuve

#9 locomotor

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Postado 20 February 2008 - 10:50 PM

ANDREZINHO, JÁ TIVE O PRAZER DE LARGAR NA PRIMEIRA FILA AO LADO DELE E ME SINTO TREMENDAMENTE HONRADO POR ISSO!!!ESSE É UM CARA QUE LUTA! ESPERO QUE VOCE SEJA MUITO FELIZ, OMBRE!!! yes.gif !
ABRAÇO

#10 ZakSpeed

ZakSpeed

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Postado 21 February 2008 - 02:26 AM

QUOTE(Zé Carlinhos @ Feb 20 2008, 09:23 PM) Ver Post

Ai André, fica tranquilo, quem é do bem como vc DEUS não abandona, boa sorte!! thumbsup.gif


Não poderia ter dito melhor positivo1.gif

Estamos torcendo por você André. Você é um lutador e vai vencer mais essa boxing.gif

Grande abraço.

#11 Heverson Caus Bastos

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Postado 21 February 2008 - 09:33 AM

Boa recuperação Andrezinho, estamos torcendo por vc.


Abraços

#12 Angelo Gomes

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Postado 25 February 2008 - 09:56 AM

Ontem passou no Fantastico uma reportagem sobre a operação do Bragantini, pra quem não viu, o video tá aqui:

Reportagem Andrezinho
obs: o caso do André aparece na metade final da matéria, não estranhem.

Força André, manda noticias logo q puder!!! thumbsup.gif thumbsup.gif thumbsup.gif
Angelo Gomes

Eu sou feito de emoção. Nasci, vivi e vou morrer assim. A vida sem adrenalina simplesmente não tem graça. Edgard Mello Filho

Peça de fusca nunca ocupa espaço, demarca território. Manoel

http://www.pontaracing.com.br



#13 +Rafael+

+Rafael+

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Postado 25 February 2008 - 11:18 AM

Eu tinha visto a reportagem!

Medicina tá codiloko! shock.gif

Boa sorte na recuperação André! smile.gif

#14 Tony Bonfato

Tony Bonfato

    Arquibaldo desconfiado..

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Postado 25 February 2008 - 01:15 PM

Aí Andrezinho, desejos de pronta recuperação e aguardamos você novamente nas pistas, onde é seu habitat natural.... positivo1.gif

amigos.gif

Tony - já por aqui.....


"La inteligencia es lo único bien repartido en el Mundo...todos creen tener la suficiente." - Ferpepe

#15 Xellepurple

Xellepurple

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Postado 25 February 2008 - 07:31 PM

Eeee foi muito legal mesmo a matéria no Fantástico!!! E tbm foi bom que deu pra entender um pouco mais da cirurgia, o q foi feito e até como foi feito né!!! Foi ótimo! E obrigada pela torcida aí galera, com certeza essa enegia positiva de muuuuita gente faz a diferença. E esse ano NINGUÉM segura ele na Stock hahahaha!!! E a torcida dele deve aumentar ainda mais depois dessa... hehehe
Valeu galeraaa
Fuuui
Bragantini. Michelle Bragantini =)




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