Ferrari: Chefes de equipe não deveriam comandar a F1

Chase Carey e Toto Wolff

As equipes de Fórmula 1 não ficariam satisfeitas se um de seus chefes assumisse um cargo de comando do campeonato, diz o CEO da Ferrari.

Com a Liberty Media, a F1 é atualmente tem Chase Carey como chefe executivo, com o norte-americano tendo um contrato rotativo com o qual está satisfeito, mas que pode acabar após a temporada 2020.

As especulações sobre quem poderia substituir Carey vêm aumentando, com Toto Wolff, chefe da Mercedes e um dos componentes vitais da equipe dominante desde que assumiu uma função de liderança em 2013, sendo um dos nomes mais citados.

Quando os rumores sobre uma potencial ligação de Wolff com o gerenciamento da F1 cresceram, o austríaco disse que havia uma “agenda” por trás disso.

“Acho que qualquer um que seja um membro ativo e importante de uma certa equipe nos últimos anos criaria conflitos de interesse, percebidos ou não, se assumisse uma responsabilidade na F1”, declarou Louis Camilleri, CEO da Ferrari, ao ser questionado sobre o assunto. “Então, pessoalmente eu acho que não seria uma coisa boa”.

Camilleri afirmou que Carey – que não tinha experiência no automobilismo – vem fazendo “um trabalho muito bom”.

“Ele veio de um mundo que é realmente o entretenimento”, afirmou Camilleri. “Ele não tinha experiência na F1. Creio que, por ser uma companhia pública, você precisa de um CEO que tenha experiência essencialmente no negócio do entretenimento”.

“Minha sensação – mas Greg Maffei (presidente da Liberty) escolherá o eventual sucessor de Chase se isso acontecer – é que se Mattia (Binotto, chefe da Ferrari) fosse um candidato a substituir Chase Carey, o resto do paddock não ficaria muito feliz com isso. É apenas lógico”.

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LS - www.autoracing.com.br

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