F1 – Mercedes explica o problema hidráulico no carro de Hamilton

Carro de Hamilton antes GP Canadá 2019

O Motorsport disse que a Mercedes revelou que o vazamento hidráulico de Lewis Hamilton no GP do Canadá estava relacionado ao atuador do acelerador

O vazamento foi descoberto após a classificação, no entanto, o carro entrou no parc ferme e a equipe deixou o circuito no sábado à noite sem saber a origem do vazamento, ou quão sério era.

“Tivemos alguns problemas com o carro de Lewis antes da corrida e isso ficou claro depois da classificação”, disse o diretor de engenharia Andrew Shovlin em um vídeo da Mercedes.

“Nós notamos que havia algum óleo no chão, então em algum lugar havia um vazamento. Também pudemos ver nos dados que estávamos perdendo alguma pressão hidráulica.”

“A questão é que os carros ficam estacionados durante a madrugada, não podemos tocá-los ou investigá-los ainda mais.”

“Então, essa investigação mudou para o domingo de manhã, quando nos é permitido acessar os carros novamente e os mecânicos podem trabalhar neles.”

Foi então que a equipe confirmou que enfrentava uma tarefa séria, que envolvia a remoção da UP para substituir parte do sistema hidráulico, assim como o Adauto Silva disse no último Podcast Loucos por Automobilismo.

Felizmente, esse diagnóstico foi feito cedo o suficiente para dar à equipe a confiança de que poderia corrigi-lo a tempo, embora não houvesse margem para erro.”

“Tivemos que retirar a unidade de potência. Rastreamos o vazamento para o atuador do acelerador e, em seguida, solicitamos à FIA que pudéssemos alterar o atuador do acelerador e alguns dos sistemas hidráulicos associados.”

“Então, esse trabalho foi um grande trabalho, há muito o que fazer quando acontece isso. E foi muito difícil consertar o carro de Lewis de volta para o início da corrida.”

“Ficamos bastante felizes por conseguirmos fazer o trabalho a tempo. A questão quando você tem uma falha desconhecida ou um vazamento é que você não sabe quanto tempo vai levar você para encontrá-lo, para identificá-lo.”

“O risco era ligar o motor e descobrir outro problema, se o motor tivesse que sair de novo, é quando teríamos pouco tempo e talvez nem pudéssemos começar a corrida.”

“Ma, foi um ótimo trabalho de todos os mecânicos envolvidos e, felizmente, o carro estava de volta a tempo e terminou a corrida com sucesso.”

Após a corrida, a FIA verificou que as peças de reposição atendiam à regra que diz que elas devem ser “similares em design, massa, inércia e função ao original” ao fazer alterações sob condições de parque fechado e consideradas em conformidade com o regulamento.

AS - www.autoracing.com.br

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