F1 – Alonso em impasse no rompimento com a Ferrari

Fernando Alonso

A questão que mais pega fogo na F1 no momento é: o que Fernando Alonso vai fazer a seguir?

Carlos Sainz Jr, um compatriota espanhol, resumiu o estado de espírito de todo o paddock quando disse ao jornal AS na quarta-feira: “Não faço a menor ideia”.

De fato, alguns protagonistas da F1 acreditam que sabem o que vai acontecer.

O especialista da La Gazzetta dello Sport declarou na quarta-feira que o novo presidente da Ferrari, Sergio Marchionne vai viajar para Austin neste fim de semana para um anúncio duplo – saída de Alonso e a chegada de Sebastian Vettel.

Esse pode ser o caso, mas os trâmites internos da aparentemente inevitável saída de Alonso da equipe de Maranello são provavelmente muito mais complicados.

Michael Schmidt, o correspondente altamente respeitado da Auto Motor und Sport, pensa que sabe a resposta, tendo escrito dois artigos recentemente.

O cerne da questão é que, com o alemão Vettel já assinando para 2015, a Ferrari também tem contratos válidos para a próxima temporada com Kimi Raikkonen e Alonso.

É a maneira de como o contrato de Alonso cessará que aparentemente é a causa do atual e misterioso atraso.

Se o espanhol é quem pede demissão, ele pode ir para a McLaren-Honda, ou outra equipe, ou um ano sabático.

Mas se a Ferrari é quem legalmente o demite, a equipe italiana terá de compensar Alonso em dezenas de milhões de euros – da mesma forma que teve que fazer no fim de 2009, quando Raikkonen foi despedido antes do tempo.

“Mas a Ferrari não quer isso. Por que pagar alguém que queria deixar a equipe? Ele não vai pilotar, porque eles já têm dois pilotos em Vettel e Raikkonen. Conversas de mediação não trouxeram nenhum avanço até agora. Ambas as partes querem evitar ir ao tribunal e em vez disso, encontrar um acordo silencioso”, completou Schmidt.

IB - www.autoracing.com.br

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