Átila Abreu termina o ano em oitavo na Stock Car

Átila Abreu

Átila Abreu

Todos os ingredientes estavam lá: garoa fina virando chuva leve em Interlagos, estratégias variadas e uma corrida de recuperação de Átila Abreu com o Chevrolet #51.

Na decisão da Stock Car o competidor da Shell Racing cumpriu seu objetivo e conseguiu nada menos que 13 ultrapassagens –foi o competidor que mais posições conquistou entre os que fizeram pit-stops para trocar os pneus slick pelos de chuva. Terminou o ano em oitavo no campeonato.

A corrida começou com pista seca. Mas o céu carregado anunciava aquela condição imprevisível, característica de Interlagos.

Depois de avançar algumas posições no início, Átila vinha seguro entre os 20 primeiros quando a garoa apertou. Ele então tirou proveito da pista escorregadia e entrou no top15, então parou nos pits. Nas voltas finais ainda herdou mais um par de posições, mas não teve ritmo para retornar ao pelotão em que vinha acelerando antes da parada.

“Consegui ganhar algumas posições na largada, mas foi bem tumultuado lá atrás. No seco a gente não tinha um ritmo tão bom, mas quando começou a garoar e ficou mais confuso o pelotão acabou mais interessante, mesmo depois de ter levado alguns toques na traseira do meu carro. Então começou a garoa e o pessoal foi parando. Pensei em tentar arriscar porque o tempo todo garoava e parava, até que engrossou um pouco a garoa e a equipe insistiu que eu entrasse para trocar pneus. Fiquei meio na dúvida mas segui a ordem deles. Aí logo em seguido vimos que não foi tão bom negócio assim, porque não só parou a chuva como chegou até a abrir sol. Talvez tivesse terminado entre os seis na prova sem a parada, mas é um risco, não dá para julgar porque choveu mais forte naquele momento e foi uma loteria”, avaliou o vice-campeão de 2014.

O sorocabano avaliou sua jornada no ano como aquém do esperado, a despeito de ter conquistado uma vitória e três pódios e finalizado o campeonato entre os oito melhores de 2016.

“Acabou o ano, um ano bem difícil, que apesar de termos terminado em oitavo no campeonato não foi esta nossa performance na pista. Então fico bem chateado porque estou acostumado a ganhar corridas e brigar pelo título, o que não foi exatamente nossa realidade em 2016. No ano que vem vamos para uma nova estrutura. Desejo boa sorte para a A. Mattheis e vamos tentar trilhar um outro caminho com a TMG, focando em voltar a ser competitivo e lutar pelas vitórias”, frisou o piloto do Chevrolet #51.

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